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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Opinião: EUA 'apostam' no Iraque, já que falharam na Síria

As autoridades do Curdistão iraquiano acusaram o exército do Iraque de usar tanques na província de Kirkuk. O especialista Dmitry Egorchenkov comentou a situação em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik.


Sputnik

Os militares iraquianos estabeleceram seu controle sob a usina elétrica, a planta petrolífera e sobre um conjunto de outras instalações na província de Kirkuk em resultado da operação iniciada contra os curdos, afirmou o comando do exército. 


Combatentes de Peshmerga, forças  do Curdistão iraquiano (foto de arquivo)
Combatentes Peshmerga no Curdistão iraquiano © AFP 2017/ JOSEPH BARRAK / AFP

Na madrugada desta segunda-feira (16), o premiê do Iraque e comandante-em-chefe, Haider al-Abadi, ordenou às forças iraquianas garantir a segurança nas bases militares e instalações do Estado na província de Kirkuk, disputada com os curdos.

Anteriormente, o Conselho de Segurança do Curdistão iraquiano havia comunicado que as forças do Iraque durante a ofensiva na província de Kirkuk usaram equipamento militar pesado, incluindo tanques Abrams.

"Cerca das 2h30 [horário local, 23h30 GMT], eles atacaram as forças peshmerga de ambas as frentes […] ao sul de Kirkuk, usando equipamento bélico de produção norte-americana, incluindo tanques Abrams e [veículos militares] Humvee", se lê no comunicado postado na conta do Twitter do governo regional do Curdistão iraquiano.

O conflito entre Bagdá e a autonomia curda em torno da província de Kirkuk se iniciou depois do referendo sobre a independência que os curdos realizaram em 25 de setembro sem autorização das autoridades iraquianas.

O especialista em Oriente Médio Dmitry Egorchenkov, em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, opinou que os EUA, se quiserem, são capazes de impedir seus aliados tanto em Bagdá quanto em Arbil de desencadearem um confronto aberto.

"Em minha opinião, a influência dos conselheiros norte-americanos em Bagdá e Arbil é suficiente para impedir os dois lados de se envolverem em um confronto cuja natureza é mais política que militar. Contudo, isso é possível caso os EUA não tenham apostado neste mesmo conflito, já que a situação na Síria está gradualmente recuperando, e visto que que nossos parceiros norte-americanos precisam de controlar a região. Não excluo que, no futuro, este controle em torno da questão curda possa aumentar, incluindo por meio da criação do caos no Iraque, já que não conseguiram fazer isso na Síria", acredita Egorchenkov.


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