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Mais 2 palestinos morrem após ataque israelense na Faixa de Gaza

Total de mortos chega a 4 após Israel atacar a Faixa de Gaza e atingir militantes do Hamas; confrontos começaram após Donald Trump reconhecer Jerusalém como capital israelense.
Por G1

Mais dois palestinos morreram neste sábado (9) em um ataque aéreo israelense na Faixa de Gaza contra alvos do movimento palestino Hamas. A Defesa de Israel disse que o bombardeio foi uma resposta a um foguete lançado pelo Hamas na sexta-feira. Os confrontos começaram após o presidente norte-americano, Donald Trump, reconhecer Jerusalém como a capital israelense nesta semana.

"Na manhã de sábado, equipes de resgate encontraram os corpos de dois palestinos que morreram em ataques aéreos israelenses na noite passada no norte da Faixa de Gaza", disse o porta-voz Ashraf Al Qedra.

Com essas duas mortes, subiu para quatro o número de palestinos mortos desde a última sexta-feira (8). Já são mais de 300 feridos desde que o grupo islâmico voltou a atacar Israel, após a decisão do governo americano, tomada na…

Opinião: EUA 'apostam' no Iraque, já que falharam na Síria

As autoridades do Curdistão iraquiano acusaram o exército do Iraque de usar tanques na província de Kirkuk. O especialista Dmitry Egorchenkov comentou a situação em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik.


Sputnik

Os militares iraquianos estabeleceram seu controle sob a usina elétrica, a planta petrolífera e sobre um conjunto de outras instalações na província de Kirkuk em resultado da operação iniciada contra os curdos, afirmou o comando do exército. 


Combatentes de Peshmerga, forças  do Curdistão iraquiano (foto de arquivo)
Combatentes Peshmerga no Curdistão iraquiano © AFP 2017/ JOSEPH BARRAK / AFP

Na madrugada desta segunda-feira (16), o premiê do Iraque e comandante-em-chefe, Haider al-Abadi, ordenou às forças iraquianas garantir a segurança nas bases militares e instalações do Estado na província de Kirkuk, disputada com os curdos.

Anteriormente, o Conselho de Segurança do Curdistão iraquiano havia comunicado que as forças do Iraque durante a ofensiva na província de Kirkuk usaram equipamento militar pesado, incluindo tanques Abrams.

"Cerca das 2h30 [horário local, 23h30 GMT], eles atacaram as forças peshmerga de ambas as frentes […] ao sul de Kirkuk, usando equipamento bélico de produção norte-americana, incluindo tanques Abrams e [veículos militares] Humvee", se lê no comunicado postado na conta do Twitter do governo regional do Curdistão iraquiano.

O conflito entre Bagdá e a autonomia curda em torno da província de Kirkuk se iniciou depois do referendo sobre a independência que os curdos realizaram em 25 de setembro sem autorização das autoridades iraquianas.

O especialista em Oriente Médio Dmitry Egorchenkov, em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, opinou que os EUA, se quiserem, são capazes de impedir seus aliados tanto em Bagdá quanto em Arbil de desencadearem um confronto aberto.

"Em minha opinião, a influência dos conselheiros norte-americanos em Bagdá e Arbil é suficiente para impedir os dois lados de se envolverem em um confronto cuja natureza é mais política que militar. Contudo, isso é possível caso os EUA não tenham apostado neste mesmo conflito, já que a situação na Síria está gradualmente recuperando, e visto que que nossos parceiros norte-americanos precisam de controlar a região. Não excluo que, no futuro, este controle em torno da questão curda possa aumentar, incluindo por meio da criação do caos no Iraque, já que não conseguiram fazer isso na Síria", acredita Egorchenkov.


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