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Marinha da Argentina fala sobre localização do submarino ARA San Juan

Embarcação desaparecida há 1 ano foi localizada neste sábado a 907 metros de profundidade. Ainda não há previsão de início dos trabalhos de resgate. 'Não temos meios para resgatar o submarino', diz ministro.
Por G1

A Marinha da Argentina informou neste sábado (17) que o submarino ARA San Juan, que sumiu há 1 ano com 44 tripulantes, foi encontrado a 907 metros de profundidade em uma área de "visibilidade bastante reduzida", e que a embarcação sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma área de 80 a 100 metros. “Isso sugere que a implosão tenha ocorrido muito perto do fundo”, disse.

Segundo a Marinha, as imagens mostram que o casco do submarino permaneceu bastante intacto, apenas com algumas deformações, e que todas as outras partes se desprenderam. A implosão teria ocorrido em razão da pressão externa do mar ter superado …

Opinião: EUA estão acostumados a ser agressivos e relação com Coreia do Norte comprova

Estados Unidos solicitaram bloqueio da Coreia do Norte. O especialista em ciências políticas, Bogdan Bezpalko, em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, opinou que bloquear o país não resolverá o problema na península coreana.


Sputnik

A embaixadora dos Estados Unidos na ONU, Nikki Haley, apelou para que todos os países cortem quaisquer laços com a Coreia do Norte. 


Míssil exibido durante desfile militar na Coreia do Norte (foto de arquivo)
Desfile militar na Coreia do Norte © REUTERS/ James Pearson

Ela frisou também a necessidade de redução de exportações e importações, bem como expulsão de todos os trabalhadores norte-coreanos. Além disso, a representante dos EUA se expressou a favor da proibição de voto da Coreia do Norte na ONU.

Anteriormente, uma posição similar foi demonstrada pela representante do Departamento de Estado dos EUA, Heather Nauert, que defendeu reforço da pressão econômica e diplomática sobre Pyongyang, retirada de todos os embaixadores da Coreia do Norte e expulsão dos trabalhadores migrantes do país asiático.

O especialista em ciências políticas, Bogdan Bezpalko, em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, assinalou que as ideias norte-americanas não serão capazes de resolver o problema.

"A sabedoria governamental, inclusive nas relações internacionais, defende atenuar conflitos, ao invés de jogar combustível no fogo. A Coreia do Norte já se encontra completamente bloqueada economicamente. Cortar laços ainda mais não levará a resultado algum, somente deixará Coreia do Norte mais irritada. O próprio país asiático não ameaça ninguém, ao menos, nas últimas décadas Pyongyang não desencadeou nenhuma guerra contra alguém. Por outro lado, a Líbia e Iugoslávia foram agredidas pelos EUA e seus aliados. Sendo assim, a Coreia do Norte possui motivos para reforçar suas forças militares", acredita Bogdan Bezpalko.

De acordo com ele, EUA se esqueceram dos meios diplomáticos, justamente porque estão acostumados a "resolver problemas" de forma completamente diferente.

"A Rússia propôs opção compromissória: a Coreia do Norte deveria interromper seus testes nucleares, já a Coreia do Sul –'congelar' manobras militares. Os diplomatas norte-americanos não aceitaram. […] Sem contar que os EUA poderiam propor assistência unilateral para a Coreia do Norte a fim de realização de reformas por parte de Pyongyang, bem como para iniciar aproximação. Em vez disso, o discurso agressivo está em curso. Em minha opinião, nos últimos 30 anos, políticos e diplomatas dos EUA perderam costume de praticar diplomacia, estão acostumados a resolver tudo através da força", ressaltou Bezpalko.


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