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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

Pentágono divulga dados sobre abuso sexual no exército dos EUA

O Pentágono tornou públicos os dados sobre assédio sexual no exército dos EUA. O relatório correspondente foi publicado no site Departamento de Defesa norte-americano neste sábado (18).


Sputnik

O Departamento de Prevenção da Violência Sexual forneceu ao Departamento de Defesa dos EUA um documento analisando queixas de assédio recebidas de bases militares dos EUA em todo o mundo. O relatório apresenta dados de 2013 a 2016.


Exército dos EUA
Tropa do US Army © AP Photo/ Mindaugas Kulbis

O documento abrange casos de violência sexual das forças navais, terrestres, fuzileiros navais e bases militares conjuntas em zonas de combate como o Iraque, o Afeganistão e outros.

Conforme indicado no relatório, não é necessário que o assédio sexual tenha ocorrido com base na denúncia. Muitas vezes, os militares são transferidos para instalações militares mais equipadas ou grandes, enquanto o incidente em si poderia ocorrer na base onde o soldado serviu anteriormente.

O documento observa que o número de casos de violência sexual é maior nas instalações militares onde os novos recrutas são treinados.


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