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Israel concentra mais forças na fronteira com Faixa de Gaza e está pronto a agir

As Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) concentraram mais forças na fronteira com a Faixa de Gaza e estão prontas para usá-las se for necessário, comunica a assessoria da entidade militar.
Sputnik

A decisão foi tomada no decurso da reunião no Estado-Maior e é uma resposta aos combates de ontem (11), que causaram morte de um militar israelense e sete palestinos.


"As IDF aumentaram suas forças no Distrito Sul e estão dispostas, se for preciso, a agir com mais vigor", destaca o comunicado da entidade.

No decurso da operação militar que teve lugar no enclave palestino neste domingo (11) um tenente coronel de uma unidade especial israelense foi morto. Ao mesmo tempo, a parte palestina perdeu sete homens, inclusive um comandante militar. Após os confrontos, os palestinos lançaram 17 mísseis contra o sul de Israel, dois deles foram interceptados pelos sistemas de defesa antiaérea Iron Dome (Cúpula de Ferro).

Foi igualmente informado que, tendo em conta a situação, o prim…

Pentágono: ONU permitiu aos EUA combater na Síria

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, James Mattis, considera que a ONU permitiu aos EUA combater no território sírio porque a organização adotou diversas resoluções contra o Daesh (organização terrorista proibida na Rússia).


Sputnik

"A ONU declarou que, em princípio, podemos perseguir os terroristas. Estamos ali para eliminá-los", disse ele, respondendo à pergunta sobre a base jurídica da presença militar dos EUA na Síria.


Sede do Pentágono em Washington, EUA
Sede do Pentágono, Washington, EUA © AFP 2017/ STAFF

"Entretanto, isso não significa que simplesmente saiamos e ali surja de novo um Daesh 2.0, e finjamos que estamos surpreendidos. Precisamos de avançar [nas negociações] em Genebra sob a égide da ONU", sublinhou ele.

O Conselho de Segurança da ONU não autorizou a intervenção militar dos EUA na Síria.

As autoridades sírias qualificam a presença militar norte-americana no território do seu país como ilegal, porque é realizada sem a permissão do governo do país. A Rússia, por sua vez, realiza ataques aéreos contra posições terroristas na Síria a pedido de Damasco.


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