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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

Preocupações dos EUA: que país vencerá na corrida às armas hipersônicas?

EUA estão exercendo todos os seus esforços para criar arma hipersônica o mais rápido possível.


Sputnik

Tal intenção é causada, segundo indica a Scout Warrior, por recente relatório da Força Aérea dos EUA onde se revela que China e Rússia já efetuam testes de armas hipersônicas. Os cientistas norte-americanos, por sua vez, durante vários anos estudam possibilidades de voos a velocidade hipersônica.


Avião hipersônico norte-americano X-51A (ilustração conceptual)
Avião hipersônico norte-americano X-51A | CC0 / Wikimedia/ US Air Force

No entanto, o cientista-chefe da Força Aérea dos EUA, Geoffrey Zacharias, indica que o progresso gradual nessa área será atingido após décadas de desenvolvimento tecnológico sustável contínuo. Ele acrescentou que o primeiro voo hipersônico de um drone de reconhecimento está previamente marcado para 2030, enquanto o veículo aéreo não tripulado hipersônico (VANT) reutilizável começará a voar após 2040.

Espera-se que até essa década, entre as armas hipersônicas, irão também funcionar VANT de reconhecimento, aviões de reconhecimento autônomo e drones de observação.

O cientista-chefe da Força Aérea acredita que as armas hipersônicas devem entrar em serviço já em 2020. Em seguida, planeja-se criar plataformas hipersônicas para VANT capazes de se mover em grandes altitudes em uma velocidade cinco vezes maior do que a do som.

Ao mesmo tempo, Rússia, China e Austrália também estão elaborando armas hipersônicas.

Quanto à Rússia, o país pode desenvolver armas hipersônicas já no início da próxima década, segundo opina o diretor-geral da corporação russa Takticheskoe Raketnoe Vooruzhenie (Corporação de Mísseis Táticos), Boris Obnosov. E a produção em massa de novo armamento pode ser lançada em 2030-2040.


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