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Israel prende o governador palestino de Jerusalém

Motivo da detenção foram crimes cometidos na Cisjordânia ocupada, segundo a Organização para a Libertação da Palestina.
France Presse

Israel prendeu o governador palestino de Jerusalém por crimes que teria cometido na Cisjordânia ocupada, que não foram especificados, informou a Organização para a Libertação da Palestina (OLP).

O governador Adnan Gheith foi detido no sábado (20) à noite no bairro palestino de Beit Hanina, em Jerusalém Oriental, ocupada e anexada por Israel. Será apresentado a um tribunal dentro de quatro dias, afirma a OLP em um comunicado.

Para o dirigente da OLP Saeb Erakat, a detenção é "um novo passo contra a presença palestina em Jerusalém" e constitui uma violação da legislação israelense a respeito das instituições palestinas da cidade.

"As ameaças contra dirigentes palestinos, sua detenção, inclusive o 'sequestro' do governador Gheith, são parte de um plano que pretende sufocar todas as bases de uma solução política com dois Estados e com as f…

Rebeldes houthis ameaçam atacar aeroportos e portos sauditas e dos EAU, segundo relatos

A ameaça veio alguns dias depois de um míssil lançado pelos rebeldes houthis iemenitas ter atingido a Arábia Saudita.


Sputnik

O movimento xiita dos houthis iemenitas, de acordo com relatos, ameaçou atacar os portos e aeroportos sauditas e dos EAU.


Rebeldes xiitas, conhecidas como houthis, protestam contra ataques aéreos sauditas
Houtis protestam contra ataque aéreo saudita © AP Photo/ Hani Mohammed

"Todos os aeroportos, portos, postos fronteiriços e áreas com alguma importância para a Arábia Saudita e os EAU serão um alvo direto das nossas armas, o que é um direito legítimo", de acordo com a agência AFP citando a declaração divulgada pelo serviço dos rebeldes houthis.

A declaração dos houthis veio logo dois dias depois de a Arábia Saudita ter derrubado um míssil lançado pelos rebeldes iemenitas, prevenindo a ocorrência de vítimas. Comentando o ataque, a coalizão liderada pelos sauditas, que tem operado no Iêmen desde 2015, declarou que considera o lançamento do míssil um ato de guerra contra o reino e se reserva o direito de responder ao Irã, que classifica como culpado pelo ataque, o que foi categoricamente desmentido por Teerã.

Antes, o príncipe herdeiro, Mohammad bin Salman, também acusou Teerã de alegados fornecimentos de armas aos houthis. A declaração refletiu o anúncio feito pelo presidente norte-americano, Donald Trump, que acusou o Irã do mesmo lançamento de míssil pelos rebeldes iemenitas.

Depois do ataque, a coalizão liderada pela Arábia Saudita decidiu alegadamente fechar todos os portos em território iemenita, aéreos e marítimos, explicando a medida pela tentativa de limitar os erros nos procedimentos de inspeção existentes que resultaram no fornecimento de mísseis balísticos e outro equipamento militar aos houthis.

O Iêmen tem estado envolvido em um conflito entre o governo e os rebeldes houthis apoiados por unidades do exército leais ao ex-presidente Ali Abdullah Saleh desde 2015, com uma coalizão apoiada pela Arábia Saudita lançando uma operação aérea no país a pedido do presidente Abd Rabbuh Mansur Al-Hadi.


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