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Turquia não considera Patriot como alternativa ao S-400, diz parlamentar turco

Washington está negociando com Ancara quanto à possibilidade de fornecimento dos sistemas de defesa antiaérea norte-americanos Patriot no lugar dos S-400 russos, escreveu a revista turca Sabah, citando a assessora do Secretário de Estado dos EUA em questões políticas, Tina Kaidanow.
Sputnik

Kaidanow relevou que o Departamento do Estado está negociando com a Turquia para "tentar dar a entender aos turcos o que se pode fazer em relação aos Patriot".

"Estamos preocupados que a compra dos sistemas russos de defesa antiaérea seja uma espécie de apoio para a Rússia que, pelo que vimos, não se comporta bem em várias partes do mundo, inclusive na Europa", afirmou a assessora, citada pela edição turca.

Um representante do Ministério das Relações Exteriores turco, que pediu anonimato, comentou à Sputnik Turquia sobre a situação quanto às compras dos S-400 por Ancara, bem como quanto ao diálogo com os EUA.
"A nossa postura em relação aos S-400 foi reiterada por diversas vezes…

Rebeldes houthis ameaçam atacar aeroportos e portos sauditas e dos EAU, segundo relatos

A ameaça veio alguns dias depois de um míssil lançado pelos rebeldes houthis iemenitas ter atingido a Arábia Saudita.


Sputnik

O movimento xiita dos houthis iemenitas, de acordo com relatos, ameaçou atacar os portos e aeroportos sauditas e dos EAU.


Rebeldes xiitas, conhecidas como houthis, protestam contra ataques aéreos sauditas
Houtis protestam contra ataque aéreo saudita © AP Photo/ Hani Mohammed

"Todos os aeroportos, portos, postos fronteiriços e áreas com alguma importância para a Arábia Saudita e os EAU serão um alvo direto das nossas armas, o que é um direito legítimo", de acordo com a agência AFP citando a declaração divulgada pelo serviço dos rebeldes houthis.

A declaração dos houthis veio logo dois dias depois de a Arábia Saudita ter derrubado um míssil lançado pelos rebeldes iemenitas, prevenindo a ocorrência de vítimas. Comentando o ataque, a coalizão liderada pelos sauditas, que tem operado no Iêmen desde 2015, declarou que considera o lançamento do míssil um ato de guerra contra o reino e se reserva o direito de responder ao Irã, que classifica como culpado pelo ataque, o que foi categoricamente desmentido por Teerã.

Antes, o príncipe herdeiro, Mohammad bin Salman, também acusou Teerã de alegados fornecimentos de armas aos houthis. A declaração refletiu o anúncio feito pelo presidente norte-americano, Donald Trump, que acusou o Irã do mesmo lançamento de míssil pelos rebeldes iemenitas.

Depois do ataque, a coalizão liderada pela Arábia Saudita decidiu alegadamente fechar todos os portos em território iemenita, aéreos e marítimos, explicando a medida pela tentativa de limitar os erros nos procedimentos de inspeção existentes que resultaram no fornecimento de mísseis balísticos e outro equipamento militar aos houthis.

O Iêmen tem estado envolvido em um conflito entre o governo e os rebeldes houthis apoiados por unidades do exército leais ao ex-presidente Ali Abdullah Saleh desde 2015, com uma coalizão apoiada pela Arábia Saudita lançando uma operação aérea no país a pedido do presidente Abd Rabbuh Mansur Al-Hadi.


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