Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Pyongyang: 3 porta-aviões perto da Coreia do Norte são uma ameaça de guerra nuclear

A ONU "fecha os olhos aos exercícios de guerra nuclear dos EUA, que estão empenhados em causar um desastre catastrófico para a humanidade", declarou o embaixador norte-coreano na ONU, Ja Song-nam.
Sputnik

As autoridades norte-coreanas classificaram na segunda (13) o deslocamento sem precedentes de 3 grupos de porta-aviões dos EUA para a zona da península da Coreia como uma "postura de ataque".


O representante norte-coreano permanente na ONU, Ja Song-nam, expressou em uma carta enviada ao secretário-geral da ONU o descontentamento do seu governo com os exercícios militares de Seul, Tóquio e Washington. Estes, segundo o diplomata, estão criando "a pior situação para a península da Coreia e seus arredores".

"Os EUA são os principais responsáveis por escalar as tensões e comprometer a paz", declarou Ja Song-nam.

Além da presença de 3 porta-aviões estadunidenses (Nimitz, Ronald Reagan e Theodore Roosevelt), Washington continua realizando voos de bombarde…

Rebeldes houthis ameaçam atacar aeroportos e portos sauditas e dos EAU, segundo relatos

A ameaça veio alguns dias depois de um míssil lançado pelos rebeldes houthis iemenitas ter atingido a Arábia Saudita.


Sputnik

O movimento xiita dos houthis iemenitas, de acordo com relatos, ameaçou atacar os portos e aeroportos sauditas e dos EAU.


Rebeldes xiitas, conhecidas como houthis, protestam contra ataques aéreos sauditas
Houtis protestam contra ataque aéreo saudita © AP Photo/ Hani Mohammed

"Todos os aeroportos, portos, postos fronteiriços e áreas com alguma importância para a Arábia Saudita e os EAU serão um alvo direto das nossas armas, o que é um direito legítimo", de acordo com a agência AFP citando a declaração divulgada pelo serviço dos rebeldes houthis.

A declaração dos houthis veio logo dois dias depois de a Arábia Saudita ter derrubado um míssil lançado pelos rebeldes iemenitas, prevenindo a ocorrência de vítimas. Comentando o ataque, a coalizão liderada pelos sauditas, que tem operado no Iêmen desde 2015, declarou que considera o lançamento do míssil um ato de guerra contra o reino e se reserva o direito de responder ao Irã, que classifica como culpado pelo ataque, o que foi categoricamente desmentido por Teerã.

Antes, o príncipe herdeiro, Mohammad bin Salman, também acusou Teerã de alegados fornecimentos de armas aos houthis. A declaração refletiu o anúncio feito pelo presidente norte-americano, Donald Trump, que acusou o Irã do mesmo lançamento de míssil pelos rebeldes iemenitas.

Depois do ataque, a coalizão liderada pela Arábia Saudita decidiu alegadamente fechar todos os portos em território iemenita, aéreos e marítimos, explicando a medida pela tentativa de limitar os erros nos procedimentos de inspeção existentes que resultaram no fornecimento de mísseis balísticos e outro equipamento militar aos houthis.

O Iêmen tem estado envolvido em um conflito entre o governo e os rebeldes houthis apoiados por unidades do exército leais ao ex-presidente Ali Abdullah Saleh desde 2015, com uma coalizão apoiada pela Arábia Saudita lançando uma operação aérea no país a pedido do presidente Abd Rabbuh Mansur Al-Hadi.


Postar um comentário