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Pyongyang: 3 porta-aviões perto da Coreia do Norte são uma ameaça de guerra nuclear

A ONU "fecha os olhos aos exercícios de guerra nuclear dos EUA, que estão empenhados em causar um desastre catastrófico para a humanidade", declarou o embaixador norte-coreano na ONU, Ja Song-nam.
Sputnik

As autoridades norte-coreanas classificaram na segunda (13) o deslocamento sem precedentes de 3 grupos de porta-aviões dos EUA para a zona da península da Coreia como uma "postura de ataque".


O representante norte-coreano permanente na ONU, Ja Song-nam, expressou em uma carta enviada ao secretário-geral da ONU o descontentamento do seu governo com os exercícios militares de Seul, Tóquio e Washington. Estes, segundo o diplomata, estão criando "a pior situação para a península da Coreia e seus arredores".

"Os EUA são os principais responsáveis por escalar as tensões e comprometer a paz", declarou Ja Song-nam.

Além da presença de 3 porta-aviões estadunidenses (Nimitz, Ronald Reagan e Theodore Roosevelt), Washington continua realizando voos de bombarde…

Rússia acusa EUA de "cooperar" com terroristas do EI na Síria

A Rússia afirmou nesta terça-feira ter provas de que os Estados Unidos "cooperaram" com unidades do grupo jihadistas Estado Islâmico (EI) na província de Deir ez Zor com o objetivo de impedir que Damasco tomasse o controle da margem oriental do rio Eufrates.


EFE

"A operação das tropas governamentais sírias na cidade de Albukamal (último reduto dos jihadistas na província do Deir ez Zor) revelou provas de cooperação e apoio direto ao EI por parte da coalizão internacional liderada pelos EUA", denuncia um comunicado do Ministério de Defesa da Rússia.


Embaixada americana em Moscou. EFE/Sergei Chirikov
Embaixada americana em Moscou. EFE/Sergei Chirikov

Moscou acusa os EUA de terem permitido às unidades terroristas que fugiram de Albukamal se reagrupar e se rearmar nos territórios controlados pela coalizão, na fronteira síria-iraquiana, para depois lançar novos ataques contra as tropas de Damasco.

"As imagens tiradas por aviões não-tripulados russos em 9 de novembro mostram colunas quilométricas de milícias armadas do EI fugindo de Albukamal para a fronteira síria-iraquiana", afirma o comunicado.

Segundo o Ministério de Defesa, a Rússia propôs à coalizão ações conjuntas para aniquilar os jihadistas, mas "os americanos se negaram a bombardear os terroristas, com o argumento de que estes estavam se rendendo e ficavam portanto protegidos pela Convenção de Genebra".

"Como se fosse pouco, a aviação da coalizão tratou de interferir nos voos de aviões russos na zona para facilitar a retirada segura dos combatentes do EI desde Albukamal", acrescenta a nota.

Estes fatos, segundo Moscou, "são a prova irrefutável de que os EUA simulam com a comunidade internacional a luta sem descanso contra o terrorismo, enquanto na realidade cobre a retirada de unidades ativas do EI para seu rearmamento e reagrupamento, a fim de usá-las em prol de interesses americanos no Oriente Próximo".


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