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Análise: presidente ucraniano mata sua indústria ao introduzir novas sanções contra Rússia

O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, assinou um decreto sobre as sanções contra a Rússia adotadas pelo Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia. O especialista Eduard Popov falou com a Sputnik e indicou qual o principal objetivo perseguido pelo governo ucraniano com tal iniciativa.
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Em 2 de maio, o Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia ampliou as medidas restritivas em relação a diversas pessoas físicas e jurídicas russas, bem como prolongou a vigência das sanções introduzidas anteriormente.

Segundo informou a assessoria de imprensa da entidade, as sanções são aplicadas a pessoas "relacionadas com a agressão no ciberespaço e no campo informacional" contra a Ucrânia, "ações criminosas" contra os cidadãos ucranianos detidos na Rússia, bem como aos deputados da Duma de Estado e do Conselho da Federação da Rússia.

O diretor do Centro de Cooperação Pública e Informativa "Europa", Eduardo Popov, disse ao serviço russo da Rádio Sp…

Rússia: caso EUA busquem pretexto para destruir Coreia do Norte, 'que o digam abertamente'

De acordo com o chanceler russo Sergei Lavrov, os EUA parecem ter querido provocar propositalmente Pyongyang para este empreender "novas ações bruscas".


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Ele assinalou que os últimos passos por parte dos EUA revelam isso.


Lançamento do míssil balístico intercontinental Hwasong-15 que teve lugar na noite de 28 para 29 de novembro
Lançamento do míssil balístico intercontinental Hwasong-15 que teve lugar na noite de 28 para 29 de novembro © REUTERS/ KCNA

"Fica a impressão que tudo foi feito propositalmente para Kim Jong-un perder sua paciência e se atrever a empreender mais uma ação precipitada", frisou o ministro.

Ele explicou que, em setembro, os EUA sugeriram que as próximas manobras seriam realizadas somente na primavera, que Pyongyang poderia aproveitar esta pausa e também "não fazer nenhumas ações bruscas" e que essa situação poderia criar uma base para tentar estabelecer o diálogo.

"Ficamos esperançados com esta atitude, mas de súbito, em outubro, eles realizaram manobras extraordinárias, e depois [realizaram outras] em novembro, e já anunciaram que em dezembro realizarão também", afirmou o chefe do Ministério das Relações Exteriores em entrevista aos jornalistas.

Lavrov acrescentou que os estadunidenses devem "explicar a todos nós o que eles procuram atingir". Caso os EUA busquem um pretexto para a destruição da Coreia do Norte, então têm que dizer isso abertamente, acredita Lavrov. "Então decidiremos quanto à nossa reação", assinalou ele.

O chanceler russo também frisou que Moscou não apoia a ideia de reforçar a pressão sobre Pyongyang através de sanções. "Na sua essência, a pressão com sanções já se esgotou", concluiu Sergei Lavrov.

Anteriormente, o presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que Washington imporá novas restrições a Pyongyang em resposta a mais um teste de míssil. Os EUA apelaram também ao bloqueio da Coreia do Norte.

Na madrugada desta quarta-feira (30), a Coreia do Norte lançou o míssil Hwasong-15, que percorreu uma distância de 950 quilômetros e caiu a 210 quilômetros do litoral do Japão.

Pyongyang afirmou que, a partir de agora, já possui um meio capaz de lançar uma carga nuclear até qualquer ponto dos EUA. Muitos países, incluindo a Rússia, condenaram as ações da Coreia do Norte.


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