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Mais 2 palestinos morrem após ataque israelense na Faixa de Gaza

Total de mortos chega a 4 após Israel atacar a Faixa de Gaza e atingir militantes do Hamas; confrontos começaram após Donald Trump reconhecer Jerusalém como capital israelense.
Por G1

Mais dois palestinos morreram neste sábado (9) em um ataque aéreo israelense na Faixa de Gaza contra alvos do movimento palestino Hamas. A Defesa de Israel disse que o bombardeio foi uma resposta a um foguete lançado pelo Hamas na sexta-feira. Os confrontos começaram após o presidente norte-americano, Donald Trump, reconhecer Jerusalém como a capital israelense nesta semana.

"Na manhã de sábado, equipes de resgate encontraram os corpos de dois palestinos que morreram em ataques aéreos israelenses na noite passada no norte da Faixa de Gaza", disse o porta-voz Ashraf Al Qedra.

Com essas duas mortes, subiu para quatro o número de palestinos mortos desde a última sexta-feira (8). Já são mais de 300 feridos desde que o grupo islâmico voltou a atacar Israel, após a decisão do governo americano, tomada na…

Rússia se recusa a aumentar sanções contra Coreia do Norte

A Rússia avisou nesta quinta-feira que se recusa a aumentar as sanções contra a Coreia do Norte como resposta ao pedido dos Estados Unidos para que a comunidade internacional corte relações com Pyongyang pelos testes armamentistas realizados pelo país asiático.


EFE

"Nossa atitude frente a isto (apelo dos EUA) é negativa. Em mais de uma ocasião enfatizamos que a pressão por meio de sanções é uma via praticamente esgotada", disse o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov, em Minsk, capital da Bielorrússia.



"Nossa atitude frente a isto (apelo dos EUA) é negativa. Em mais de uma ocasião enfatizamos que a pressão por meio de sanções é uma via praticamente esgotada", disse o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov, em Minsk, capital da Bielorrússia. EFE/ Yuri Kochetkov
"Nossa atitude frente a isto (apelo dos EUA) é negativa. Em mais de uma ocasião enfatizamos que a pressão por meio de sanções é uma via praticamente esgotada", disse o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov, em Minsk, capital da Bielorrússia. EFE/ Yuri Kochetkov

Lavrov acrescentou que as resoluções da ONU com sanções contra a Coreia do Norte contêm a reivindicação para retomar o processo de negociação, uma "exigência que a parte americana ignora".

"Considero que é um grande erro", completou o chanceler russo.

Segundo Lavrov, as últimas ações dos Estados Unidos "parecem tentar conscientemente provocar Pyongyang para que dê passos bruscos".

"Dá a impressão de que se faz tudo para que Kim Jong-un (líder norte-coreano) perca a calma e se lance em uma nova aventura", comentou o chefe da diplomacia russa.

Lavrov salientou ainda que os Estados Unidos devem explicar qual é seu objetivo na crise coreana.

"Se o que buscam é um pretexto para destruir a Coreia do Norte, como declarou a representante dos EUA no Conselho de Segurança da ONU, que o digam abertamente e que o ratifique o governo americano. Então decidiremos como reagir", sentenciou.


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