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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
Sputnik

Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Síria: retomam negociações de paz

As negociações visando pôr um termo ao conflito na Síria retomaram na terça-feira em Genebra, na Suiça, sob a égide da ONU . Em posição de força, graças às suas recentes vitórias militares, o poder de Damasco deu a conhecer aos opositores e às Nações Unidas que não vai tolerar discussões sobre a futuro político de Bashar al-Assad. Os Estados Unidos e os seus aliados têm proclamado o afastamento de Al-Assad.


RFi

A nova ronda de negociações para pôr um fim ao conflito sírio, retomou nesta terça-feira em Genebra,sob a direcção das Nações Unidas, mas sem a presença dos representantes do governo de Damasco. Este último considerou que o futuro político do Presidente Bashar al-Assad não deve ser incluído na agenda negocial. Observadores, afirmam que a ausência dos negociadores do poder sírio representa mais um golpe para as discussões, que após sete encontros não registaram nenhum progresso.


media
Nasr al-Hariri, representante da oposição síria na retoma das negociações de paz em Genebra. 27 de Novembro de 2017 | REUTERS/Denis Balibouse

Pela primeira vez unida, desde que tiveram início as negociações, a oposição síria vai reunir-se com o mediador da ONU, Staffan Mistura. O chefe da delegação dos oponentes , Nasr al-Hariri declarou aos media , que eles continuarão insistir no afastamento de Bashar al-Assad da vida política síria, no âmbito de um acordo de paz .

Damasco que rejeita negociações sobre o futuro político do actual presidente, poderia não obstante enviar na quarta-feira os seus representantes à Genebra. De acordo com a agência noticiosa Sana, o governo sírio condicionou a participação dos seus negociadores à uma agenda, que não aborde de forma alguma, a questão do abandono de Bashar al-Assad.

Em Genebra, os analistas consideram que a condição imposta por Damasco, facilita a mediação de Mistura, de quem se diz ter optado antes por negociações sobre uma nova Constituição síria , bem como a organização de eleições sob a égide das Nações Unidas.


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