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Radicais sírios estariam recebendo armamento dos EUA através da fronteira com Jordânia

Enquanto o exército sírio parece estar pronto para uma grande ofensiva na província de Daraa, os grupos radicais que operam na região estariam recebendo grandes remessas de material bélico "Made in USA".
Sputnik

Os grupos militantes que atuam no sul da Síria receberam uma grande quantidade de armas e munições fabricadas nos EUA, incluindo mísseis antitanque TOW, informou a agência de notícias FARS.

De acordo com a FARS, o armamento foi entregue através da fronteira com a Jordânia no âmbito de um novo plano dos EUA para assegurar mais apoio a estes grupos na Síria.

A agência informou também que os grupos militantes na província de Daraa começaram a se preparar para impedir a ofensiva do exército sírio.

No início deste mês, o exército sírio intensificou as ações no sudoeste do país, controlado por radicais, perto da fronteira com a Jordânia e as Colinas de Golã, ocupadas por Israel.

O Ministério da Defesa da Rússia acrescentou que as forças do governo sírio, apoiadas por um grande a…

Trump: 'A Ásia não pode viver sob a ameaça da ditadura da Coreia do Norte'

O presidente estadunidense, Donald Trump, declarou que Ásia não pode viver sob a ameaça da "ditadura" da Coreia do Norte.


Sputnik

Em seu discurso na XXV Cúpula da APEC realizada na cidade de Danang (Vietnã) o mandatário estadunidense afirmou que a "Ásia não pode viver sob a ameaça da ditadura da Coreia do Norte", informa a agência AFP.


O presidente dos EUA, Donald Trump, durante seu discurso na XXV Cúpula da APEC realizada na cidade de Danang (Vietnã) em 10 de novembro de 2017
Donald Trump, presidente dos EUA © AP Photo/ Mark Schiefelbein

Na véspera, durante seu périplo de 12 dias pela Ásia, o presidente dos EUA apelou a toda a comunidade internacional, inclusivamente à Rússia, para que ajude a resolver a crise coreana.

Os termos utilizados por Donald Trump, durante sua viagem pela região Ásia-Pacífico, em relação à forma de resolver a situação na península da Coreia têm variado conforme o país que visita.

Assim, no Japão o presidente dos EUA assegurou que "o tempo da paciência estratégica acabou". O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, por sua vez, expressou concordância com as declarações de Trump ao anunciar que Tóquio e Washington estão prontas para usar a força contra Pyongyang. Não obstante, no Japão a retórica do líder norte-americano já foi mais moderada.

Na visita de Donald Trump à China, falou com seu homólogo Xi Jinping só sobre medidas econômicas para pressionar a Coreia do Norte.

Durante a sua viagem asiática de 12 dias, Trump já discutiu a crise coreana com os líderes da Coreia do Sul, Japão e China. A maioria destes países acordou continuar exercendo pressão sobre Pyongyang devido ao desenvolvimento do seu programa nuclear e de mísseis.


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