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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

Trump: 'A Ásia não pode viver sob a ameaça da ditadura da Coreia do Norte'

O presidente estadunidense, Donald Trump, declarou que Ásia não pode viver sob a ameaça da "ditadura" da Coreia do Norte.


Sputnik

Em seu discurso na XXV Cúpula da APEC realizada na cidade de Danang (Vietnã) o mandatário estadunidense afirmou que a "Ásia não pode viver sob a ameaça da ditadura da Coreia do Norte", informa a agência AFP.


O presidente dos EUA, Donald Trump, durante seu discurso na XXV Cúpula da APEC realizada na cidade de Danang (Vietnã) em 10 de novembro de 2017
Donald Trump, presidente dos EUA © AP Photo/ Mark Schiefelbein

Na véspera, durante seu périplo de 12 dias pela Ásia, o presidente dos EUA apelou a toda a comunidade internacional, inclusivamente à Rússia, para que ajude a resolver a crise coreana.

Os termos utilizados por Donald Trump, durante sua viagem pela região Ásia-Pacífico, em relação à forma de resolver a situação na península da Coreia têm variado conforme o país que visita.

Assim, no Japão o presidente dos EUA assegurou que "o tempo da paciência estratégica acabou". O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, por sua vez, expressou concordância com as declarações de Trump ao anunciar que Tóquio e Washington estão prontas para usar a força contra Pyongyang. Não obstante, no Japão a retórica do líder norte-americano já foi mais moderada.

Na visita de Donald Trump à China, falou com seu homólogo Xi Jinping só sobre medidas econômicas para pressionar a Coreia do Norte.

Durante a sua viagem asiática de 12 dias, Trump já discutiu a crise coreana com os líderes da Coreia do Sul, Japão e China. A maioria destes países acordou continuar exercendo pressão sobre Pyongyang devido ao desenvolvimento do seu programa nuclear e de mísseis.


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