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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Trump sobre situação 'potencialmente trágica' na Coreia do Norte: 'devemos atuar rápido'

O presidente dos EUA, Donald Trump declarou, durante sua visita à China, acreditar que "haja uma solução" para a crise coreana.


Sputnik

No âmbito da sua viagem à China, o líder estadunidense qualificou a crise na península coreana como "potencialmente trágica" e insistiu que é preciso recorrer à ajuda russa para mediá-la.


O presidente dos EUA, Donald Trump, e seu homólogo chinês, Xi Jinping
Donald Trump e Xi Jinping © REUTERS/ Jonathan Ernst

Nessa conexão, ele afirmou ao seu homólogo chinês, Xi Jinping, que "se deve atuar rápido" no que se refere ao problema da Coreia do Norte.

Donald Trump visita a China como parte da sua digressão pela Ásia e se reuniu com o presidente desse país. Este, por sua vez, disse esperar que o encontro produza resultados "positivos e importantes".

Trata-se do terceiro encontro entre Donald Trump e Xi Jinping durante esse ano. O primeiro teve lugar na residência do mandatário estadunidense de Mar-a-Lago (Flórida, EUA) em abril. Em seguida, ambos os líderes se reuniram no âmbito da cúpula do G20 que teve lugar em Hamburgo (Alemanha) em julho.

Durante sua viagem asiática de 12 dias, Trump já discutiu a crise coreana com os líderes do Japão e da Coreia do Sul. Os três países decidiram continuar exercendo pressão sobre Pyongyang.


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