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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

Ucrânia vai receber US$ 350 milhões dos EUA para armas e apoio contra 'ameaça russa'

O Comitê de Serviços Armados do Senado dos Estados Unidos publicou o projeto de orçamento da Defesa para o ano de 2018, no qual afirma que as autoridades estadunidenses planejam alocar US$ 350 milhões para a Ucrânia como assistência militar.


Sputnik

Segundo o documento, esses fundos podem ser fornecidos no âmbito da iniciativa para ajudar a Ucrânia na área de segurança. Através deste item orçamentário, o Pentágono pode enviar equipamentos, tecnologia e até armas letais para o país europeu.


Instrutores dos EUA chegam à Ucrânia (foto de arquivo)
Militares dos EUA na Ucrânia © Sputnik/ Stringer

No entanto, Kiev receberá a soma completa somente quando "o Secretário de Defesa dos EUA se certificar que a Ucrânia tomou medidas substanciais para fazer reformas institucionais de defesa, críticas para manter as capacidades desenvolvidas usando assistência de segurança".

O documento também indica que Washington pretende alocar US$ 100 milhões para os países bálticos, como parte da Iniciativa Europeia de Dissuasão "para melhorar sua resiliência e desenvolver sua capacidade de dissuadir a agressão russa".

Em 7 de outubro, a embaixadora dos EUA em Kiev, Marie Yovanovitch, estimou em US$ 750 milhões a assistência militar que seu país concedeu à Ucrânia nos últimos três anos.


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