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Militares dos EUA prometem responder a possível ataque turco contra cidade síria de Manbij

Os militares norte-americanos prometeram responder a qualquer ataque contra a cidade síria de Manbij à luz de uma possível operação turca na área, afirmou o comandante do Conselho Militar de Manbij, que faz parte das Forças Democráticas da Síria (FDS), Ebu Adil.
Sputnik

Em entrevista à Sputnik Turquia, Ebu Adil comentou a resposta dos EUA às preocupações expressas pelos representantes do Conselho Militar de Manbij devido a um possível ataque contra a cidade síria por parte de Ancara.


"Há dois anos, em conjunto com as forças da coalizão liderada pelos EUA, nós limpamos Manbij do Daesh [organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países]. Desde então, na cidade se encontram forças da coalizão. Algum tempo atrás, nós falamos com os militares norte-americanos sobre um possível ataque da Turquia contra Manbij. Os militares dos EUA prometeram responder a qualquer ataque contra a cidade, de onde quer que ele provenha", afirmou o comandante do conselho.

Além disso, ele …

Abbas não receberá vice-presidente dos EUA após declaração sobre Jerusalém

O presidente palestino, Mahmoud Abbas, não se reunirá com o vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, que visitará a região este mês, como resposta à decisão de Donald Trump de reconhecer Jerusalém como capital de Israel, contra o consenso internacional e a posição histórica de Washington.


EFE

"Não haverá nenhum encontro com Pence. os EUA cruzaram uma linha vermelha que não deveriam ter cruzado", declarou o assessor diplomático presidencial Majdi al Jalidi à rádio "Palestina".


EFE/Emilio Naranjo
EFE/Emilio Naranjo

Na quinta-feira, um líder destacado do movimento nacionalista Al Fatah, Jibril Rajoub, disse que Pence não seria bem recebido na Palestina, após o anúncio de Trump, e, embora tivesse mencionado a possibilidade de não recebê-lo, isso não tinha sido confirmado até hoje.

A liderança palestina está reunida desde o início desta manhã em Ramala para concretizar as medidas que adotarão como reação à declaração de Trump da quarta-feira passada, entre as quais cogitam revisar os acordos de Oslo, dar por encerrado o papel de mediador dos EUA no processo de paz, fortalecer a reconciliação palestina e pedir à ONU que delimite as fronteiras de Jerusalém.

Pence pretendia reunir-se com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e depois transferir-se a território palestino para fazer o mesmo com Abbas, as duas visitas que acostumam realizar os representantes americanos quando vão à região.

A controversa decisão de Trump, criticada pela ONU e vários membros da comunidade internacional, gerou uma onda de protestos nos territórios palestinos que continua hoje e já custou a vida de quatro pessoas em Gaza, duas em enfrentamentos com o exército israelense, e outras duas em bombardeios sobre a Faixa, em resposta ao lançamento de foguetes contra Israel.

Outras 170 pessoas na Faixa ficaram feridas, a maioria delas com munição real na parte inferior dos seus corpos, que se somam a outros tantos feridos nos protestos da Cisjordânia, a maior parte com balas de borracha.

Para hoje foram convocadas novas manifestações de protesto em Jerusalém Oriental, Belém e outras cidades cisjordanianas.


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