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Marinha da Argentina fala sobre localização do submarino ARA San Juan

Embarcação desaparecida há 1 ano foi localizada neste sábado a 907 metros de profundidade. Ainda não há previsão de início dos trabalhos de resgate. 'Não temos meios para resgatar o submarino', diz ministro.
Por G1

A Marinha da Argentina informou neste sábado (17) que o submarino ARA San Juan, que sumiu há 1 ano com 44 tripulantes, foi encontrado a 907 metros de profundidade em uma área de "visibilidade bastante reduzida", e que a embarcação sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma área de 80 a 100 metros. “Isso sugere que a implosão tenha ocorrido muito perto do fundo”, disse.

Segundo a Marinha, as imagens mostram que o casco do submarino permaneceu bastante intacto, apenas com algumas deformações, e que todas as outras partes se desprenderam. A implosão teria ocorrido em razão da pressão externa do mar ter superado …

Abbas não receberá vice-presidente dos EUA após declaração sobre Jerusalém

O presidente palestino, Mahmoud Abbas, não se reunirá com o vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, que visitará a região este mês, como resposta à decisão de Donald Trump de reconhecer Jerusalém como capital de Israel, contra o consenso internacional e a posição histórica de Washington.


EFE

"Não haverá nenhum encontro com Pence. os EUA cruzaram uma linha vermelha que não deveriam ter cruzado", declarou o assessor diplomático presidencial Majdi al Jalidi à rádio "Palestina".


EFE/Emilio Naranjo
EFE/Emilio Naranjo

Na quinta-feira, um líder destacado do movimento nacionalista Al Fatah, Jibril Rajoub, disse que Pence não seria bem recebido na Palestina, após o anúncio de Trump, e, embora tivesse mencionado a possibilidade de não recebê-lo, isso não tinha sido confirmado até hoje.

A liderança palestina está reunida desde o início desta manhã em Ramala para concretizar as medidas que adotarão como reação à declaração de Trump da quarta-feira passada, entre as quais cogitam revisar os acordos de Oslo, dar por encerrado o papel de mediador dos EUA no processo de paz, fortalecer a reconciliação palestina e pedir à ONU que delimite as fronteiras de Jerusalém.

Pence pretendia reunir-se com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e depois transferir-se a território palestino para fazer o mesmo com Abbas, as duas visitas que acostumam realizar os representantes americanos quando vão à região.

A controversa decisão de Trump, criticada pela ONU e vários membros da comunidade internacional, gerou uma onda de protestos nos territórios palestinos que continua hoje e já custou a vida de quatro pessoas em Gaza, duas em enfrentamentos com o exército israelense, e outras duas em bombardeios sobre a Faixa, em resposta ao lançamento de foguetes contra Israel.

Outras 170 pessoas na Faixa ficaram feridas, a maioria delas com munição real na parte inferior dos seus corpos, que se somam a outros tantos feridos nos protestos da Cisjordânia, a maior parte com balas de borracha.

Para hoje foram convocadas novas manifestações de protesto em Jerusalém Oriental, Belém e outras cidades cisjordanianas.


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