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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
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Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Após quase 7 anos de guerra civil, EUA planejam construir bunkers na Síria

O congressista do estado da Pensilvânia (EUA), Brendan Boyle, apresentou ao Congresso o projeto de lei que supõe a criação de "construções fortificadas subterrâneas" na Síria.


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De acordo com o político, na Síria, nos últimos seis anos ocorreram "mais de 400 ataques contra hospitais e instalações civis" que resultaram na morte de cerca de 800 médicos. Nessa conexão, os bunkers devem ser construídos para proteger médicos e voluntários, principalmente dos Capacetes Brancos (organização considerada como pacificadora na Europa e nos EUA).


Ruínas do hospital apoiado pela ogranização Médicos Sem Fronteiras, destruído em 15 de fevereiro, província de Idlib, Maaret al-Nuuman, Síria
Ruínas do hospital apoiado pelos Médicos Sem-fronteiras em Idlib © AFP 2017/ GHAITH OMRAN / AL-MAARRA TODAY

Entretanto, o político norte-americano não indica quem é responsável pelos ataques a instalações civis, mas acusa Rússia e Síria de atacar médicos que operam no país. No entanto, o documento apresentado por ele não contém prova nenhuma dessas acusações.

Segundo opina o diretor do Centro de relações russo-americanas do Instituto dos EUA e Canadá da Academia de Ciências da Rússia, Pavel Podlesny, tal iniciativa pode ser considerada uma ameaça à resolução da crise síria.

"Acredito que não é o último passo dos EUA. É uma expressão de irritação causada pela declaração que foi assinada em Da Vang [cidade no Vietnã], por Vladimir Putin e Donald Trump [presidentes da Rússia e EUA respectivamente]. Agora é difícil dizer se os bunkers foram construídos ou não. Isso dependerá do poder executivo, em particular da decisão tomada pelo Departamento de Estado [dos EUA]", declarou o especialista político em entrevista ao canal RT.


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