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Mais 2 palestinos morrem após ataque israelense na Faixa de Gaza

Total de mortos chega a 4 após Israel atacar a Faixa de Gaza e atingir militantes do Hamas; confrontos começaram após Donald Trump reconhecer Jerusalém como capital israelense.
Por G1

Mais dois palestinos morreram neste sábado (9) em um ataque aéreo israelense na Faixa de Gaza contra alvos do movimento palestino Hamas. A Defesa de Israel disse que o bombardeio foi uma resposta a um foguete lançado pelo Hamas na sexta-feira. Os confrontos começaram após o presidente norte-americano, Donald Trump, reconhecer Jerusalém como a capital israelense nesta semana.

"Na manhã de sábado, equipes de resgate encontraram os corpos de dois palestinos que morreram em ataques aéreos israelenses na noite passada no norte da Faixa de Gaza", disse o porta-voz Ashraf Al Qedra.

Com essas duas mortes, subiu para quatro o número de palestinos mortos desde a última sexta-feira (8). Já são mais de 300 feridos desde que o grupo islâmico voltou a atacar Israel, após a decisão do governo americano, tomada na…

ARA San Juan: Armada investiga contato a 950 metros de profundidade

A Armada Argentina informou nesta manhã que está trabalhando para determinar se um “contato” a 950 metros de profundidade corresponde ao submarino ARA San Juan, desaparecido no Atlântico Sul há 18 dias com 44 tripulantes a bordo. 


Poder Naval

Este é um dos 3 indícios que ainda precisam ser corroborados depois que 6 elementos significativos foram detectados no fundo do mar na semana passada. As condições climáticas pioram.

ARA San Juan – área de busca

“O Aviso ARA Islas Malvinas foi movido durante o início da manhã para outro ponto, um ponto que era de 950 metros, que havia sido detectado pelo navio Cabo Horn (Marinha Chilena)”, explicou o porta-voz Enrique Balbi em uma coletiva de imprensa. Ele disse que é “um contato metálico” que foi corroborado com um sonar pelo navio Skandi Patagonia e que hoje vamos tentar determinar se é o submarino desaparecido.

Balbi explicou que ontem à noite ele trabalhou em outro “contato” localizado a 700 metros de profundidade e que apesar das boas condições climáticas “nada pode ser detectado” com o mini-submarino russo Pantera Plus, de modo que, em outro momento, investigarão novamente com outros sensores. Ele disse, também, que hoje “a meteorologia começa a ficar adversa”.

Na sexta-feira, o porta-voz naval explicou que “quase 100%” da área de busca planejada havia sido varrida. E ele observou que houve 6 “contatos” na área e que 4 estavam em processo de verificação, enquanto 2 já haviam sido descartados.

A Armada descartou ontem que uma imagem registrada pelo navio oceanográfico argentino Víctor Angelescu, a 477 metros de profundidade, correspondia ao navio perdido.

Pelo que resta corroborar 3 contatos: o que está sendo investigado, a 950 metros; Aquele que ontem não pôde ser visualizado, a 700 metros e um a 800 metros, que foi detectado por dois navios com diferentes sensores, e será explorado “em outra ocasião”. “Não podemos especificar uma data de investigação para cada “contato”, disse o porta-voz.

Balbi confirmou que o estágio de resgate estava encerrado. Quando perguntado se, no caso de alguma das indicações mostrarem resultados positivos, seria possível realizar um resgate, ele respondeu: “O limite operacional estabelecido com o equipamento de alta tecnologia dos Estados Unidos é de até 600 metros. Estamos investigando indícios que estão em 700 e 950 metros “.

Após 15 dias de busca, a Marinha anunciou na quinta-feira passada que encerrou a fase de resgate e que já não busca sobreviventes. “Não foi possível localizar o submarino e não haverá resgate de pessoas”, disse Balbi em sua coletiva de imprensa.

O anúncio gerou angústia e desacordo entre os parentes dos 44 membros da tripulação, que principalmente, desde o início da operação para encontrar o submarino, esperavam na base naval de Mar del Plata com a esperança de receber boas notícias.

Na coletiva de hoje, Balbi também informou que uma delegação chegou na Alemanha, onde o ARA San Juan foi construído, para coletar dados sobre a construção do navio e depois entregá-lo à Justiça para investigação.

A última comunicação com o ARA San Juan foi durante a manhã de quarta-feira, 15 de novembro, enquanto navegava no golfo de San Jorge em direção a sua estação naval em Mar del Plata.

A próxima coletiva da Armada Argentina será amanhã ao meio dia.

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