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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Assad chama França de 'patrocinadora do terrorismo' e presidente francês responde

O presidente francês, Emmanuel Macron, e o presidente sírio, Bashar Assad, trocaram acusações.


Sputnik

O presidente francês respondeu a recente acusação feita por Bashar Assad, que chamou Paris de "porta-estandarte do apoio ao terrorismo na Síria desde os primeiros dias do conflito", e disse que a França apoiou grupos rebeldes da república árabe que estavam lutando contra o governo.


O presidente francês, Emmanuel Macron
Presidente francês Emmanuel Macron © REUTERS/ Gonzalo Fuentes

Durante uma conferência de imprensa conjunta com o chefe da OTAN, Jens Stoltenberg, Macron chamou essa declaração de "inaceitável", enfatizando que a França foi "consistente desde o início", focando na derrota do Daesh na Síria, não na expulsão de Assad.

Esta posição está em conformidade com o que Macron expressou anteriormente durante uma conferência de imprensa com o presidente dos EUA, Donald Trump, dizendo que a França havia mudado sua doutrina em relação à Síria, concentrando-se na erradicação de grupos terroristas no país.

No entanto, o presidente francês demonstrou uma estratégia dupla: por um lado, chamando Assad de "um inimigo do povo sírio", que deve enfrentar um tribunal por crimes de guerra, mas, por outro, tentando facilitar a diplomacia, pedindo novas negociações conjuntas de paz entre o governo e as forças da oposição no ano que vem, depois que as negociações de Genebra falharam na semana passada.

Macron culpou Assad por seu fracasso, criticando o governo sírio por uma "estratégia irresponsável de obstrução".

Os EUA, bem como muitos de seus aliados da União Europeia e Oriente Médio, pediram repetidamente a remoção de Assad do poder, enquanto Moscou tem enfatizado que o povo sírio deve decidir o destino de sua liderança.

Uma posição semelhante foi recentemente expressada pelo ministro alemão das Relações Exteriores, Sigmar Gabriel, que disse que o futuro de Assad e seu governo só podem ser resolvidos através de negociações.


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