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Marinha do Brasil simula resgate de civis em área de conflito ou desastre natural (VÍDEO)

A Marinha do Brasil realizou entre os dias 6 e 14 de novembro a Operação Atlântico, na praia de Itaoca, no Espírito Santo. A simulação deste ano treinou os oficiais para casos em que houvesse resgate de civis em uma área de conflito armado ou que foram alvos de desastres naturais.
Sputnik

Era por volta de 5h40 do dia 10 de novembro, um sábado, ainda estava amanhecendo, quando o Almirante Paulo Martinho Zucaro, Comandante da Força de Fuzileiros da Esquadra, olhou e disse para a reportagem da Sputnik Brasil: "É guerra".


A declaração foi dada para explicar os motivos de se realizar um treinamento deste porte mesmo em condições extremamente desfavoráveis. A chuva era forte, as ondas na beira da praia atingiam 1,5 metros e os ventos chegaram a 20 km/h. O nível de dificuldade preocupava o alto comando, mas não foi um problema para os fuzileiros e marinheiros.

Antes do amanhecer, sete Carros Lagarta Anfíbios (CLAnf) chegaram à praia e deram início ao desembarque. Após eles chegarem foi…

Assad chama França de 'patrocinadora do terrorismo' e presidente francês responde

O presidente francês, Emmanuel Macron, e o presidente sírio, Bashar Assad, trocaram acusações.


Sputnik

O presidente francês respondeu a recente acusação feita por Bashar Assad, que chamou Paris de "porta-estandarte do apoio ao terrorismo na Síria desde os primeiros dias do conflito", e disse que a França apoiou grupos rebeldes da república árabe que estavam lutando contra o governo.


O presidente francês, Emmanuel Macron
Presidente francês Emmanuel Macron © REUTERS/ Gonzalo Fuentes

Durante uma conferência de imprensa conjunta com o chefe da OTAN, Jens Stoltenberg, Macron chamou essa declaração de "inaceitável", enfatizando que a França foi "consistente desde o início", focando na derrota do Daesh na Síria, não na expulsão de Assad.

Esta posição está em conformidade com o que Macron expressou anteriormente durante uma conferência de imprensa com o presidente dos EUA, Donald Trump, dizendo que a França havia mudado sua doutrina em relação à Síria, concentrando-se na erradicação de grupos terroristas no país.

No entanto, o presidente francês demonstrou uma estratégia dupla: por um lado, chamando Assad de "um inimigo do povo sírio", que deve enfrentar um tribunal por crimes de guerra, mas, por outro, tentando facilitar a diplomacia, pedindo novas negociações conjuntas de paz entre o governo e as forças da oposição no ano que vem, depois que as negociações de Genebra falharam na semana passada.

Macron culpou Assad por seu fracasso, criticando o governo sírio por uma "estratégia irresponsável de obstrução".

Os EUA, bem como muitos de seus aliados da União Europeia e Oriente Médio, pediram repetidamente a remoção de Assad do poder, enquanto Moscou tem enfatizado que o povo sírio deve decidir o destino de sua liderança.

Uma posição semelhante foi recentemente expressada pelo ministro alemão das Relações Exteriores, Sigmar Gabriel, que disse que o futuro de Assad e seu governo só podem ser resolvidos através de negociações.


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