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Marinha da Argentina fala sobre localização do submarino ARA San Juan

Embarcação desaparecida há 1 ano foi localizada neste sábado a 907 metros de profundidade. Ainda não há previsão de início dos trabalhos de resgate. 'Não temos meios para resgatar o submarino', diz ministro.
Por G1

A Marinha da Argentina informou neste sábado (17) que o submarino ARA San Juan, que sumiu há 1 ano com 44 tripulantes, foi encontrado a 907 metros de profundidade em uma área de "visibilidade bastante reduzida", e que a embarcação sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma área de 80 a 100 metros. “Isso sugere que a implosão tenha ocorrido muito perto do fundo”, disse.

Segundo a Marinha, as imagens mostram que o casco do submarino permaneceu bastante intacto, apenas com algumas deformações, e que todas as outras partes se desprenderam. A implosão teria ocorrido em razão da pressão externa do mar ter superado …

Ataque aéreo contra campo de prisioneiros deixa 39 mortos no Iêmen

Bombardeio foi realizado por coalizão saudita sobre a capital, Sanaa, controlada pelos rebeldes houthis.


France Presse


Ao menos 39 pessoas morreram e 90 ficaram feridas no bombardeio aéreo contra uma campo de prisioneiros dos rebeldes houthis em Sanaa, capital do Iêmen, segundo autoridades não identificadas ouvidas por agências de notícias.

Militante houthi caminha em frente a campo de prisioneiros bombardeado em Sanaa, no Iêmen (Foto: Khaled Abdullah/Reuters)
Militante houthi caminha em frente a campo de prisioneiros bombardeado em Sanaa, no Iêmen (Foto: Khaled Abdullah/Reuters)

O bombardeio foi executado por aviões da coalizão árabe internacional liderada pela Arábia Saudita.

Os ataques tinham como alvo um campo administrado pela polícia militar, vinculado aos rebeldes, que abrigava cerca de 180 detentos. Uma autoridade afirmou à Reuters que 35 corpos já foram retirados dos escombros.

Escalada do conflito

Os confrontos no Iêmen, que está em guerra civil, se intensificaram nas últimas semanas e resultaram na morte do ex-presidente do país, Ali Abdullah Saleh, no último dia 4.

Saleh foi morto pelos houthis, seus antigos aliados, após o ex-presidente romper com os rebeldes - que controlam a capital desde 2015 - e admitir conversas com a coalizão saudita.

Desde a intervenção saudita, que apoia o atual presidente, Abdrabbuh Mansur Hadi, mais de 8.000 pessoas foram mortas em combates, incluindo milhares de civis, segundo a ONU. Os bombardeios aéreos apoiados por Riad são alvo de críticas de diversas organizações internacionais.

O conflito, somado a um bloqueio imposto pelos sauditas, tem causado uma das maiores emergências humanitárias do mundo, incluindo um surto de cólera que pode ter matado 2.000 pessoas desde abril.

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