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Erdogan diz que Turquia continuará operação na Síria, pactuada com Moscou

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, afirmou nesta segunda-feira que seu país não interromperá sua operação militar lançada no sábado contra as milícias curdas aliadas dos Estados Unidos no norte da Síria e insistiu que esta operação está pactuada com a Rússia.
EFE

"Não vamos retroceder em Afrin. Falamos com os russos e há consenso", disse o político islamita em relação à região do norte da Síria nas mãos das milícias curdas Unidades de Proteção do Povo (YPG), que Ancara considera terroristas e aliadas da guerrilha curda da Turquia, o PKK.


Erdogan voltou a acusar os EUA de armar e apoiar as YPG, aliadas de Washington contra o grupo jihadista Estado Islâmico.

"Não são honestos conosco. Continuaremos o nosso caminho no marco das conversações que mantemos com a Rússia", apontou.

"Queríamos comprar armas (com os EUA). Não nos deram e entregaram as mesmas armas a organizações terroristas. Que tipo de aliança estratégica é essa?", afirmou o presidente da T…

Ataques aéreos da coalizão árabe matam 21 civis no Iêmen

Pelo menos 21 civis morreram em ataques aéreos perpetrados nas últimas 24 horas pela coalizão militar liderada pela Arábia Saudita na província de Al Hudaydah, no oeste do Iêmen, informaram nesta quarta-feira à Agência Efe fontes médicas.


EFE

Um dos bombardeios aconteceu ontem à noite contra uma casa na zona litorânea de Al Tahita e causou a morte de 16 pessoas pertencentes a uma mesma família.


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Bombardeio da coalizão da Arábia Saudita no Iêmen | Reprodução

Por outro lado, um homem, sua mulher e seus três filhos morreram hoje em outro ataque dos aviões da aliança contra sua casa, situada na mesma região, segundo as fontes.

Em Al Tahita e seus arredores atualmente se desenvolvem combates entre os rebeldes houtis e as forças do presidente iemenita, Abd Rabbuh Mansur Al-Hadi, que recebe o apoio aéreo da coalizão liderada por Riad, onde o governante se encontra exilado.

O conflito armado entre os rebeldes e as forças de Hadi se agravou desde a intervenção da coalizão árabe em março de 2015, devido aos bombardeios e ao bloqueio aéreo, marítimo e terrestre que o comando da aliança de países sunitas impõe sobre o Iêmen, o que dificulta a chegada de provisões básicas e de ajuda humanitária.


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