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Os mísseis russos que se tornaram alvo de disputa entre EUA e Turquia

A Turquia, dona do segundo maior Exército entre os 29 países que compõem a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), está prestes a adquirir mísseis antiaéreos S-400.
BBC News Brasil

Os S-400 são os mísseis "terra-ar" mais avançados do mundo e se tornaram motivo de uma disputa entre Turquia e Estados Unidos que pode ameaçar a aliança militar das potências ocidentais.

Isso porque os S-400 são fabricados na Rússia, o principal rival da organização fundada em 1949 justamente para se opor à então União Soviética.

A insistência da Turquia em adquirir os mísseis russos irritou os Estados Unidos, que encaram a decisão como uma potencial ameaça para seus aviões de combate F-35, também em vias de serem comprados pelos turcos.
Troca de farpas

"Não ficaremos de braços cruzados enquanto os aliados da Otan compram armas dos nossos adversários", advertiu o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, durante um encontro organizado há poucos dias em Washington para celebrar o aniversár…

Ataques aéreos da coalizão árabe matam 21 civis no Iêmen

Pelo menos 21 civis morreram em ataques aéreos perpetrados nas últimas 24 horas pela coalizão militar liderada pela Arábia Saudita na província de Al Hudaydah, no oeste do Iêmen, informaram nesta quarta-feira à Agência Efe fontes médicas.


EFE

Um dos bombardeios aconteceu ontem à noite contra uma casa na zona litorânea de Al Tahita e causou a morte de 16 pessoas pertencentes a uma mesma família.


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Bombardeio da coalizão da Arábia Saudita no Iêmen | Reprodução

Por outro lado, um homem, sua mulher e seus três filhos morreram hoje em outro ataque dos aviões da aliança contra sua casa, situada na mesma região, segundo as fontes.

Em Al Tahita e seus arredores atualmente se desenvolvem combates entre os rebeldes houtis e as forças do presidente iemenita, Abd Rabbuh Mansur Al-Hadi, que recebe o apoio aéreo da coalizão liderada por Riad, onde o governante se encontra exilado.

O conflito armado entre os rebeldes e as forças de Hadi se agravou desde a intervenção da coalizão árabe em março de 2015, devido aos bombardeios e ao bloqueio aéreo, marítimo e terrestre que o comando da aliança de países sunitas impõe sobre o Iêmen, o que dificulta a chegada de provisões básicas e de ajuda humanitária.


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