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Área militar do governo brasileiro demonstra desconforto com suspensão de investigação do caso Queiroz

Integrantes da área militar do governo demostraram desconforto com o pedido de suspensão da investigação para apurar movimentações financeiras de Fabricio Queiroz consideradas "atípicas" pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
Por Gerson Camarotti | G1

A avaliação de auxiliares do presidente Jair Bolsonaro é que essa decisão tomada pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), só faz prolongar o desgaste provocado pelo caso.

O ministro Luiz Fux atendeu pedido do deputado estadual e senador eleito Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), de quem Queiroz foi assessor. O Coaf apontou movimentação de R$ 1,2 milhão em uma conta bancária de Queiroz durante um ano sem que houvesse esclarecimento.

Para esses auxiliares, foi uma surpresa a solicitação feita por Flávio Bolsonaro para suspender as investigações.

“Ainda não há uma explicação convincente. Enquanto isso não acontecer, o desgaste desse caso vai continuar. Já está demorando demais”, comentou ao blog um auxilia…

Ataques aéreos da coalizão árabe matam 21 civis no Iêmen

Pelo menos 21 civis morreram em ataques aéreos perpetrados nas últimas 24 horas pela coalizão militar liderada pela Arábia Saudita na província de Al Hudaydah, no oeste do Iêmen, informaram nesta quarta-feira à Agência Efe fontes médicas.


EFE

Um dos bombardeios aconteceu ontem à noite contra uma casa na zona litorânea de Al Tahita e causou a morte de 16 pessoas pertencentes a uma mesma família.


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Bombardeio da coalizão da Arábia Saudita no Iêmen | Reprodução

Por outro lado, um homem, sua mulher e seus três filhos morreram hoje em outro ataque dos aviões da aliança contra sua casa, situada na mesma região, segundo as fontes.

Em Al Tahita e seus arredores atualmente se desenvolvem combates entre os rebeldes houtis e as forças do presidente iemenita, Abd Rabbuh Mansur Al-Hadi, que recebe o apoio aéreo da coalizão liderada por Riad, onde o governante se encontra exilado.

O conflito armado entre os rebeldes e as forças de Hadi se agravou desde a intervenção da coalizão árabe em março de 2015, devido aos bombardeios e ao bloqueio aéreo, marítimo e terrestre que o comando da aliança de países sunitas impõe sobre o Iêmen, o que dificulta a chegada de provisões básicas e de ajuda humanitária.


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