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Marinha do Brasil simula resgate de civis em área de conflito ou desastre natural (VÍDEO)

A Marinha do Brasil realizou entre os dias 6 e 14 de novembro a Operação Atlântico, na praia de Itaoca, no Espírito Santo. A simulação deste ano treinou os oficiais para casos em que houvesse resgate de civis em uma área de conflito armado ou que foram alvos de desastres naturais.
Sputnik

Era por volta de 5h40 do dia 10 de novembro, um sábado, ainda estava amanhecendo, quando o Almirante Paulo Martinho Zucaro, Comandante da Força de Fuzileiros da Esquadra, olhou e disse para a reportagem da Sputnik Brasil: "É guerra".


A declaração foi dada para explicar os motivos de se realizar um treinamento deste porte mesmo em condições extremamente desfavoráveis. A chuva era forte, as ondas na beira da praia atingiam 1,5 metros e os ventos chegaram a 20 km/h. O nível de dificuldade preocupava o alto comando, mas não foi um problema para os fuzileiros e marinheiros.

Antes do amanhecer, sete Carros Lagarta Anfíbios (CLAnf) chegaram à praia e deram início ao desembarque. Após eles chegarem foi…

Ataques aéreos da coalizão árabe matam 21 civis no Iêmen

Pelo menos 21 civis morreram em ataques aéreos perpetrados nas últimas 24 horas pela coalizão militar liderada pela Arábia Saudita na província de Al Hudaydah, no oeste do Iêmen, informaram nesta quarta-feira à Agência Efe fontes médicas.


EFE

Um dos bombardeios aconteceu ontem à noite contra uma casa na zona litorânea de Al Tahita e causou a morte de 16 pessoas pertencentes a uma mesma família.


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Bombardeio da coalizão da Arábia Saudita no Iêmen | Reprodução

Por outro lado, um homem, sua mulher e seus três filhos morreram hoje em outro ataque dos aviões da aliança contra sua casa, situada na mesma região, segundo as fontes.

Em Al Tahita e seus arredores atualmente se desenvolvem combates entre os rebeldes houtis e as forças do presidente iemenita, Abd Rabbuh Mansur Al-Hadi, que recebe o apoio aéreo da coalizão liderada por Riad, onde o governante se encontra exilado.

O conflito armado entre os rebeldes e as forças de Hadi se agravou desde a intervenção da coalizão árabe em março de 2015, devido aos bombardeios e ao bloqueio aéreo, marítimo e terrestre que o comando da aliança de países sunitas impõe sobre o Iêmen, o que dificulta a chegada de provisões básicas e de ajuda humanitária.


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