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Marinha do Brasil abre processo administrativo para apurar vídeo de militares dançando 'Jenifer' em navio

Em nota, a Marinha informou que e 'foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições' e que irá apurar o ocorrido.
Por G1 Rio

A Marinha do Brasil instaurou um processo administrativo para apurar um vídeo em que um grupo de militares aparece dançando a música "Jenifer" em um navio oficial.


A embarcação, segundo a Marinha, é o Aviso de Instrução Guarda-Marinha Brito, que fica sediado no Rio de Janeiro. A gravação foi feita durante o estágio de mar de militares.

Em nota, a Marinha informou que "foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições da Marinha" e que, para ampliar a apuração do ocorrido, foi instaurado um procedimento administrativo "cuja conclusão, certamente, conterá as propostas pertinentes às necessárias correções no inaceitável comportamento".

Assista o vídeo

Centenas de manifestantes queimam fotos de Trump e bandeiras dos EUA em Gaza

Centenas de manifestantes se concentraram nesta quarta-feira em Gaza para protestar contra a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de reconhecer Jerusalém como capital de Israel e queimaram fotos do americano e bandeiras de seu país.


EFE

"As manifestações com ira são um de uma série de passos que nós, os países árabes e islâmicos, vamos dar contra a decisão americana de tomar a cidade de Jerusalém", declarou o líder do Hamas, Salah al Bardawil, em um discurso durante o protesto.


Grafite de Trump em um muro na Cisjordânia. EFE/Abed Al Hashlamoun
Grafite de Trump em um muro na Cisjordânia. EFE/Abed Al Hashlamoun

O dirigente islamita considerou a decisão da Casa Branca como "muito perigosa para a causa palestina", assim como "uma violação da doutrina, da nossa história, do nosso coração e da nossa alma".

Al Bardawil também advertiu que a declaração do presidente dos EUA "levará a uma revolta popular e então a resistência fará queimar a terra e cortará as mãos de qualquer um que tentar estendê-las a Jerusalém e aos lugares sagrados".

O líder da Jihad Islâmica, Khaled al Batsh, por sua vez, afirmou que "o povo palestino, em casa e na diáspora, junto a todos os povos livres do mundo, rejeita a decisão americana tendenciosa em relação a Israel".

Segundo ele, a medida de Trump "confirma o fracasso do processo de paz", por isso pede aos países árabes e islâmicos que "respondam cortando os laços com os EUA e retirando o reconhecimento a Israel e aos Acordos de paz de Oslo assinados pela Organização para a Libertação da Palestina (OLP) em 1993".

Os manifestantes gritaram frases nacionalistas e em defesa da mesquita de Al Aqsa, situada na Esplanada das Mesquitas, na Cidade Velha de Jerusalém, território palestino ocupado sobre o qual Israel estendeu em 1980 uma soberania que até agora não foi reconhecida por nenhum país.

Além disso, homens, mulheres e crianças reunidos na praça do Monumento aos Soldados Caídos com bandeiras palestinas e do movimento dos Comitês de Resistência Popular, queimaram várias bandeiras israelenses e americanas.

As facções palestinas declararam três dias de ira a partir de hoje e o Hamas convocou uma jornada de violência para a próxima sexta-feira, por isso há o temor por distúrbios em Jerusalém, na Cisjordânia e na fronteira com Gaza.

O Consulado Geral dos EUA em Jerusalém emitiu ontem uma advertência de segurança que pede aos seus cidadãos que não entrem na Cidade Velha nem na Cisjordânia (incluindo Belém e Jericó) e restringiu as transferências de seus funcionários a essas zonas "só para questões essenciais e com medidas adicionais de segurança".


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