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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Centenas de palestinos protestam contra Donald Trump

Decisão do presidente dos EUA de reconhecer Jerusalém como capital de Israel levou a manifestações pela quarta semana seguida.


Reuters


Centenas de palestinos foram às ruas em Gaza e na Cisjordânia ocupada pela quarta sexta-feira seguida em protesto contra a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de reconhecer Jerusalém como capital de Israel.

Manifestante segura bandeira palestina e cartaz contra Trump durante protesto (Foto: Mohamad Torokman/Reuters)
Manifestante segura bandeira palestina e cartaz contra Trump durante protesto (Foto: Mohamad Torokman/Reuters)

Tanques e aeronaves israelenses atacaram Gaza em resposta a mísseis lançados através da fronteira por militantes, disse o Exército de Israel, visando postos do Hamas, grupo islâmico que controla o enclave palestino.

O Exército informou que interceptou dois dos três foguetes lançados contra Israel. A polícia disse que o terceiro atingiu um prédio causando danos, mas não houve relatos de vítimas em nenhum dos casos.

Trump irritou palestinos e provocou revolta em países do Oriente Médio e em potências mundiais com sua declaração sobre Jerusalém no dia 6 de dezembro, que reverteu décadas de políticas norte-americanas sobre uma das questões mais sensíveis do conflito israelo-palestino.

Na Cisjordânia e ao longo da fronteira entre Gaza e Israel, centenas de palestinos, alguns jogando pedras e colocando fogo em pneus, confrontaram soldados israelenses e, em Gaza, cerca de 1.500 pessoas participaram de um protesto contra a decisão de Trump.

Autoridades de saúde palestinas disseram que ao menos 5 manifestantes foram feridos por soldados israelenses. Uma porta-voz do Exército de Israel disse que está checando o relato.

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