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China: 'Relatório do Pentágono distorce nossas intenções estratégicas'

A China rejeita firmemente as conclusões do relatório do Departamento de Defesa dos EUA sobre a situação militar e de segurança no país asiático, disse em comunicado o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Lu Kang.
Sputnik

"Em 17 de agosto, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou o relatório sobre a situação militar e de segurança na China, interpretando mal as intenções estratégicas da China e apresentando a chamada ‘ameaça militar chinesa' […] Os militares chineses expressam sua firme oposição a esse respeito", diz a declaração.

"As alegações do relatório dos EUA são pura especulação", disse Kang, explicando que o programa de modernização do Exército chinês se destina a defender "os interesses da soberania, segurança e desenvolvimento do país" e para "providenciar a paz, estabilidade e prosperidade globais".

O porta-voz do ministério chinês também reiterou a posição firme de seu país em relação a Taiwan, que ele definiu como u…

Centenas de palestinos protestam contra Donald Trump

Decisão do presidente dos EUA de reconhecer Jerusalém como capital de Israel levou a manifestações pela quarta semana seguida.


Reuters


Centenas de palestinos foram às ruas em Gaza e na Cisjordânia ocupada pela quarta sexta-feira seguida em protesto contra a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de reconhecer Jerusalém como capital de Israel.

Manifestante segura bandeira palestina e cartaz contra Trump durante protesto (Foto: Mohamad Torokman/Reuters)
Manifestante segura bandeira palestina e cartaz contra Trump durante protesto (Foto: Mohamad Torokman/Reuters)

Tanques e aeronaves israelenses atacaram Gaza em resposta a mísseis lançados através da fronteira por militantes, disse o Exército de Israel, visando postos do Hamas, grupo islâmico que controla o enclave palestino.

O Exército informou que interceptou dois dos três foguetes lançados contra Israel. A polícia disse que o terceiro atingiu um prédio causando danos, mas não houve relatos de vítimas em nenhum dos casos.

Trump irritou palestinos e provocou revolta em países do Oriente Médio e em potências mundiais com sua declaração sobre Jerusalém no dia 6 de dezembro, que reverteu décadas de políticas norte-americanas sobre uma das questões mais sensíveis do conflito israelo-palestino.

Na Cisjordânia e ao longo da fronteira entre Gaza e Israel, centenas de palestinos, alguns jogando pedras e colocando fogo em pneus, confrontaram soldados israelenses e, em Gaza, cerca de 1.500 pessoas participaram de um protesto contra a decisão de Trump.

Autoridades de saúde palestinas disseram que ao menos 5 manifestantes foram feridos por soldados israelenses. Uma porta-voz do Exército de Israel disse que está checando o relato.

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