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Marinha do Brasil simula resgate de civis em área de conflito ou desastre natural (VÍDEO)

A Marinha do Brasil realizou entre os dias 6 e 14 de novembro a Operação Atlântico, na praia de Itaoca, no Espírito Santo. A simulação deste ano treinou os oficiais para casos em que houvesse resgate de civis em uma área de conflito armado ou que foram alvos de desastres naturais.
Sputnik

Era por volta de 5h40 do dia 10 de novembro, um sábado, ainda estava amanhecendo, quando o Almirante Paulo Martinho Zucaro, Comandante da Força de Fuzileiros da Esquadra, olhou e disse para a reportagem da Sputnik Brasil: "É guerra".


A declaração foi dada para explicar os motivos de se realizar um treinamento deste porte mesmo em condições extremamente desfavoráveis. A chuva era forte, as ondas na beira da praia atingiam 1,5 metros e os ventos chegaram a 20 km/h. O nível de dificuldade preocupava o alto comando, mas não foi um problema para os fuzileiros e marinheiros.

Antes do amanhecer, sete Carros Lagarta Anfíbios (CLAnf) chegaram à praia e deram início ao desembarque. Após eles chegarem foi…

Chefe de Estado-Maior russo revela como F-22 'travou jogo perigoso' no céu da Síria

Em 13 de dezembro, um caça norte-americano F-22 simulou um ataque e realizou manobras perigosas perto de aviões militares russos no espaço aéreo da Síria.


Sputnik

O chefe do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia e primeiro vice-ministro da Defesa, general Valery Gerasimov, relatou os detalhes do incidente e o comportamento dos pilotos das forças da coalizão internacional encabeçada por Washington.


Um piloto olha para cima de uma caça americana Raptor F-22
F-22 Raptor © REUTERS/ Toby Melville

À medida que as tropas do governo sírio se aproximavam do rio Eufrates, no leste da Síria, a Rússia e os EUA delimitaram suas áreas operacionais separadas.

Os territórios para oeste do rio faziam parte da "zona russa", enquanto a área para leste do Eufrates estava incluída na zona submetida ao controle aéreo da coalizão.

"Foi planejado que [uma parte da] área ao leste do Eufrates seria usada tanto pela Força Aeroespacial russa quanto pela aviação da coalizão. E não havia problemas. Mas uma situação pouco agradável se deu em 13 de dezembro", contou Gerasimov ao jornal russo Komsomolskaya Pravda.

Em outras palavras, houve um incidente na área, precisa o general.

"Dois aviões Su-25 da Força Aeroespacial da Rússia estavam realizando missões de reconhecimento e busca na parte ocidental do vale do Eufrates. Ninguém se meteu no leste. Na mesma área, havia outro Su-35 russo. Um avião estadunidense F-22 saiu da parte oriental, simulou um ataque e disparou contramedidas térmicas. Ele estava voando a grande altitude, mas depois desceu bruscamente. Estava a menos de 100 metros dos nossos aviões. Isso representava um perigo real. O Su-35 se aproximou. Naquele momento, o F-22 começou imediatamente a voltar para sua zona. O Su-35 regressou à sua missão. Passados uns 20 minutos o mesmo F-22 apareceu de novo… […] Aquele americano estava travando um jogo perigoso", descreveu o militar.


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