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Su-57 russo supera caças de 5ª geração F-22 e F-35 dos EUA, diz piloto militar

O uso de caças F-22 pela Força Aérea dos EUA na Síria privou este modelo de suas vantagens sobre aeronaves russas, segundo a mídia norte-americana. Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, um piloto militar russo comentou a situação.
Sputnik

A utilização de caças norte-americanos F-22 na Síria privou os EUA das vantagens destes caças em relação aos caças russos, escreveu o jornal Military Watch. Segundo Veralinn Jamieson, tenente-general da Força Aérea dos EUA, os céus do Iraque e da Síria se tornaram "armazém de informações" para russos sobre atuação de caças estadunidenses durante operações.

Segundo o autor do artigo, os russos tiveram bastante tempo para analisar e testar a tecnologia de furtividade dos F-22, além de terem coletado dados sobre o uso da aeronave e encontrado meios de combatê-la. Além disso, a Rússia poderá usar essas tecnologias na fabricação de suas aeronaves.

O artigo enfatiza que os radares dos sistemas de mísseis antiaéreos S-300 e S-400 da Rússia …

China diz que plano de Trump para transferir embaixada em Israel pode desencadear novas hostilidades

A China expressou preocupação nesta quarta-feira com a suposta intenção do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de reconhecer Jerusalém como capital de Israel e transferir a embaixada dos EUA para a cidade, dizendo que a decisão pode desencadear hostilidades.


Michael Martina | Reuters


PEQUIM - Autoridades dos EUA disseram na terça-feira que Trump irá reconhecer Jerusalém como capital israelense nesta quarta-feira e iniciar o processo de transferência da embaixada norte-americana de Tel Aviv para a cidade, em uma decisão que pode aprofundar a violência no Oriente Médio.


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Jerusalém | Reprodução

O apoio à reivindicação de Israel por todo o território de Jerusalém como sua capital reverteria políticas de longa data dos EUA segundo as quais o status da cidade precisa ser decidido em negociação com os palestinos, que querem Jerusalém Oriental como a capital de seu futuro Estado.

O porta-voz do Ministério de Relações Exteriores chinês, Geng Shuang, disse em coletiva de imprensa que o status de Jerusalém é uma questão complicada e sensível e que a China está preocupada que a decisão dos EUA “possa acentuar o conflito regional”.

“Todas as partes devem fazer mais pela paz e tranquilidade da região, agir cautelosamente, e evitar afetar os fundamentos para a solução da questão palestina de longa data e iniciar novas hostilidades na região”, disse Geng.


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