Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

China diz que plano de Trump para transferir embaixada em Israel pode desencadear novas hostilidades

A China expressou preocupação nesta quarta-feira com a suposta intenção do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de reconhecer Jerusalém como capital de Israel e transferir a embaixada dos EUA para a cidade, dizendo que a decisão pode desencadear hostilidades.


Michael Martina | Reuters


PEQUIM - Autoridades dos EUA disseram na terça-feira que Trump irá reconhecer Jerusalém como capital israelense nesta quarta-feira e iniciar o processo de transferência da embaixada norte-americana de Tel Aviv para a cidade, em uma decisão que pode aprofundar a violência no Oriente Médio.


Resultado de imagem para jerusalem
Jerusalém | Reprodução

O apoio à reivindicação de Israel por todo o território de Jerusalém como sua capital reverteria políticas de longa data dos EUA segundo as quais o status da cidade precisa ser decidido em negociação com os palestinos, que querem Jerusalém Oriental como a capital de seu futuro Estado.

O porta-voz do Ministério de Relações Exteriores chinês, Geng Shuang, disse em coletiva de imprensa que o status de Jerusalém é uma questão complicada e sensível e que a China está preocupada que a decisão dos EUA “possa acentuar o conflito regional”.

“Todas as partes devem fazer mais pela paz e tranquilidade da região, agir cautelosamente, e evitar afetar os fundamentos para a solução da questão palestina de longa data e iniciar novas hostilidades na região”, disse Geng.


Postar um comentário