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Águas 'quentes' da Síria: fragata russa persegue submarino nuclear dos EUA

Durante sua última missão no mar Mediterrâneo em abril passado, a fragata Admiral Essen da Marinha russa conseguiu detectar e perseguir um submarino nuclear dos EUA perto da costa síria. Essa informação foi só agora tornada pública.
Sputnik

A fragata Admiral Essen, pertencente à Frota do Mar Negro, perseguiu o submarino estadunidense da classe Ohio durante mais de duas horas, comunica o jornal russo Izvestiya, citando o Estado-Maior da Marinha russa.

A tripulação do navio russo registrou os parâmetros principais do submarino para, em seguida, os adicionar ao retrato acústico do submersível.

A fragata havia partido para o mar Mediterrâneo em março e regressou à base de Sevastopol no fim de junho. Encontrava-se na zona costeira síria quando os EUA, o Reino Unido e a França atacaram a Síria com mísseis.

Além disso, no decurso da missão, a sua tripulação realizou uma série de manobras táticas. Em particular, treinou ataques contra alvos marítimos e aéreos, combate em grupo e isolado, bem como…

China diz que plano de Trump para transferir embaixada em Israel pode desencadear novas hostilidades

A China expressou preocupação nesta quarta-feira com a suposta intenção do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de reconhecer Jerusalém como capital de Israel e transferir a embaixada dos EUA para a cidade, dizendo que a decisão pode desencadear hostilidades.


Michael Martina | Reuters


PEQUIM - Autoridades dos EUA disseram na terça-feira que Trump irá reconhecer Jerusalém como capital israelense nesta quarta-feira e iniciar o processo de transferência da embaixada norte-americana de Tel Aviv para a cidade, em uma decisão que pode aprofundar a violência no Oriente Médio.


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Jerusalém | Reprodução

O apoio à reivindicação de Israel por todo o território de Jerusalém como sua capital reverteria políticas de longa data dos EUA segundo as quais o status da cidade precisa ser decidido em negociação com os palestinos, que querem Jerusalém Oriental como a capital de seu futuro Estado.

O porta-voz do Ministério de Relações Exteriores chinês, Geng Shuang, disse em coletiva de imprensa que o status de Jerusalém é uma questão complicada e sensível e que a China está preocupada que a decisão dos EUA “possa acentuar o conflito regional”.

“Todas as partes devem fazer mais pela paz e tranquilidade da região, agir cautelosamente, e evitar afetar os fundamentos para a solução da questão palestina de longa data e iniciar novas hostilidades na região”, disse Geng.


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