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Embraer e Boeing acertam termos de parceria

Acordo prevê criação de uma nova empresa de aviação comercial, com 80% de participação da gigante americana. Boeing vai pagar 4,2 bilhões de dólares aos brasileiros. Transação precisa ser aprovada pelo governo federal.
Deutsch Welle

A Embraer e a gigante americana Boeing anunciaram nesta segunda-feira (17/12) a aprovação dos termos de uma parceria para criar uma nova empresa de aviação comercial. A execução do acerto ainda precisa do aval do governo brasileiro.


De acordo com a proposta, a Boeing deterá 80% de participação na joint venture pelo valor de 4,2 bilhões de dólares, enquanto a fabricante brasileira ficará com os 20% restantes.

"A expectativa é de que a parceria não terá impacto no lucro por ação da Boeing em 2020, passando a ter impacto positivo nos anos seguintes", diz um comunicado conjunto da Embraer e da Boeing divulgado para investidores.

As duas empresas informaram que a joint venture criada para a fabricação de aviões comerciais, que deve absorver toda a operação…

Coreia do Norte acredita que Japão se prepara para a invadir de novo

A agência oficial de notícias norte-coreana, KCNA, publicou um comentário devastador sobre a recente decisão do Japão de aumentar as suas capacidades de defesa através da aquisição de mais armamentos.


Sputnik

Neste dezembro, o governo japonês aprovou o novo orçamento de defesa, que alcançou o montante recorde de 46 bilhões de dólares (152 bilhões de reais). Em particular, anunciou planos de converter porta-helicópteros em porta-aviões e adquirir mísseis de cruzeiro de até 900 quilômetros de alcance, o que provocou críticas, incluindo dentro do país, para não falar de Pequim e Pyongyang, comunica o jornal The Japan Times.


Líder norte-coreano, Kim Jong-un, discursando na 5a conferência do Partido dos Trabalhadores da Coreia
Kim Jong-un © REUTERS/ KCNA

Após a derrota na Segunda Guerra Mundial, o Japão não possui oficialmente forças armadas, mas dispõe as forças de autodefesa, cujas capacidades o governo de Shinzo Abe busca aumentar sob o pretexto de uma alegada ameaça proveniente da Rússia, China e Coreia do Norte. "É um mau costume do Japão depositar a culpa em outros enquanto persegue os seus próprios interesses", afirmou a KCNA.

Segundo a agência, Japão, definido como um "Estado criminoso de guerra", está procurando um pretexto para se converter de país que não tem direito de ter forças militares em um Estado capaz de desencadear uma guerra.

A Coreia e a China têm uma história conturbada de relações com o Japão, já que viveram sob a ocupação japonesa antes de as forças nipônicas serem derrotadas em 1945. Por isso, a KCNA qualifica a retórica japonesa como "prelúdio para uma invasão".


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