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China: 'Relatório do Pentágono distorce nossas intenções estratégicas'

A China rejeita firmemente as conclusões do relatório do Departamento de Defesa dos EUA sobre a situação militar e de segurança no país asiático, disse em comunicado o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Lu Kang.
Sputnik

"Em 17 de agosto, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou o relatório sobre a situação militar e de segurança na China, interpretando mal as intenções estratégicas da China e apresentando a chamada ‘ameaça militar chinesa' […] Os militares chineses expressam sua firme oposição a esse respeito", diz a declaração.

"As alegações do relatório dos EUA são pura especulação", disse Kang, explicando que o programa de modernização do Exército chinês se destina a defender "os interesses da soberania, segurança e desenvolvimento do país" e para "providenciar a paz, estabilidade e prosperidade globais".

O porta-voz do ministério chinês também reiterou a posição firme de seu país em relação a Taiwan, que ele definiu como u…

Coreia do Norte acredita que Japão se prepara para a invadir de novo

A agência oficial de notícias norte-coreana, KCNA, publicou um comentário devastador sobre a recente decisão do Japão de aumentar as suas capacidades de defesa através da aquisição de mais armamentos.


Sputnik

Neste dezembro, o governo japonês aprovou o novo orçamento de defesa, que alcançou o montante recorde de 46 bilhões de dólares (152 bilhões de reais). Em particular, anunciou planos de converter porta-helicópteros em porta-aviões e adquirir mísseis de cruzeiro de até 900 quilômetros de alcance, o que provocou críticas, incluindo dentro do país, para não falar de Pequim e Pyongyang, comunica o jornal The Japan Times.


Líder norte-coreano, Kim Jong-un, discursando na 5a conferência do Partido dos Trabalhadores da Coreia
Kim Jong-un © REUTERS/ KCNA

Após a derrota na Segunda Guerra Mundial, o Japão não possui oficialmente forças armadas, mas dispõe as forças de autodefesa, cujas capacidades o governo de Shinzo Abe busca aumentar sob o pretexto de uma alegada ameaça proveniente da Rússia, China e Coreia do Norte. "É um mau costume do Japão depositar a culpa em outros enquanto persegue os seus próprios interesses", afirmou a KCNA.

Segundo a agência, Japão, definido como um "Estado criminoso de guerra", está procurando um pretexto para se converter de país que não tem direito de ter forças militares em um Estado capaz de desencadear uma guerra.

A Coreia e a China têm uma história conturbada de relações com o Japão, já que viveram sob a ocupação japonesa antes de as forças nipônicas serem derrotadas em 1945. Por isso, a KCNA qualifica a retórica japonesa como "prelúdio para uma invasão".


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