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Novas incursões sauditas matam 5 civis iemenitas em Hudaydah

Pelo menos cinco civis foram mortos e vários outros ficaram feridos quando caças da Arábia Saudita realizaram uma série de ataques aéreos contra um bairro residencial na província costeira de Hudaydah, no Iêmen, enquanto o regime de Riad continua com sua campanha de bombardeio contra seu vizinho empobrecido.
Pars Today

Fontes locais, falando sob condição de anonimato, disseram à rede de televisão al-Masirah que aviões militares sauditas lançaram três ataques aéreos contra uma área no distrito de al-Hali, localizada a 150 quilômetros a sudoeste da capital Sana, na quinta-feira. tarde.


As fontes acrescentaram que cinco pessoas perderam a vida nos ataques, enquanto outras sofreram ferimentos.

Durante o dia, aviões de guerra sauditas atingiram o aeroporto de Sa'ada e a base militar de Kahlan, situada a 3 quilômetros a nordeste da cidade montanhosa do noroeste de Saada, com bombas de fragmentação.

Coreia do Norte acredita que Japão se prepara para a invadir de novo

A agência oficial de notícias norte-coreana, KCNA, publicou um comentário devastador sobre a recente decisão do Japão de aumentar as suas capacidades de defesa através da aquisição de mais armamentos.


Sputnik

Neste dezembro, o governo japonês aprovou o novo orçamento de defesa, que alcançou o montante recorde de 46 bilhões de dólares (152 bilhões de reais). Em particular, anunciou planos de converter porta-helicópteros em porta-aviões e adquirir mísseis de cruzeiro de até 900 quilômetros de alcance, o que provocou críticas, incluindo dentro do país, para não falar de Pequim e Pyongyang, comunica o jornal The Japan Times.


Líder norte-coreano, Kim Jong-un, discursando na 5a conferência do Partido dos Trabalhadores da Coreia
Kim Jong-un © REUTERS/ KCNA

Após a derrota na Segunda Guerra Mundial, o Japão não possui oficialmente forças armadas, mas dispõe as forças de autodefesa, cujas capacidades o governo de Shinzo Abe busca aumentar sob o pretexto de uma alegada ameaça proveniente da Rússia, China e Coreia do Norte. "É um mau costume do Japão depositar a culpa em outros enquanto persegue os seus próprios interesses", afirmou a KCNA.

Segundo a agência, Japão, definido como um "Estado criminoso de guerra", está procurando um pretexto para se converter de país que não tem direito de ter forças militares em um Estado capaz de desencadear uma guerra.

A Coreia e a China têm uma história conturbada de relações com o Japão, já que viveram sob a ocupação japonesa antes de as forças nipônicas serem derrotadas em 1945. Por isso, a KCNA qualifica a retórica japonesa como "prelúdio para uma invasão".


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