Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

EUA confirmam linha estratégica de 'desmembramento da Síria', diz analista

Os EUA declararam que não querem restaurar as regiões na Síria que estão sob o controle de Damasco. O especialista Vladimir Fitin explica na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik o que busca Washington.
Sputnik

Os EUA não querem ajudar na reconstrução das regiões na Síria que ficam sob o controle do presidente sírio Bashar Assad, declarou um alto funcionário dos EUA após o primeiro dia do encontro dos ministros das Relações Exteriores do G7.


Em janeiro, o Departamento de Estado dos EUA afirmou que Washington não iria ajudar a Rússia, o Irã e Damasco oficial na restauração do país, enquanto a "transformação política" da Síria não se realizasse. Segundo declarou o assistente adjunto do secretário de Estado dos EUA para o Médio Oriente, David Satterfield, a condição da ajuda é a reforma constitucional e eleições sob os auspícios da ONU.

O analista do Instituto dos Estudos Estratégicos da Rússia, Vladimir Fitin, na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik comentou a decla…

Coreia do Norte ataca Trump por sua decisão sobre Jerusalém

A Coreia do Norte criticou neste sábado o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por sua decisão de reconhecer Jerusalém como capital de Israel, e qualificou esta medida como "desafio aberto e insulto à legitimidade internacional".


EFE

Pyongyang avaliou assim a medida anunciada nesta semana pelo presidente americano e uniu-se às críticas da maior parte da comunidade internacional, através de uma declaração do porta-voz do Ministério de Relações Exteriores norte-coreano.


Resultado de imagem para kim jong un
Kim Jong-un | Reprodução

O reconhecimento de Jerusalém como capital israelense e a transferência a esta cidade da embaixada americana nesse país "merecem a condenação e a rejeição global, já que representam um desafio aberto e um insulto à legitimidade internacional e à vontade unânime da sociedade internacional", declarou o porta-voz.

A declaração, divulgada pela agência estatal norte-coreana "KCNA", se refere a Jerusalém como "Quds", o nome em árabe da cidade.

O status de Jerusalém "é um assunto muito sensível que deve ser resolvido de uma forma justa que permita que o povo palestino recupere seus direitos, bem como alcançar uma solução duradoura e pactuada ao problema do Oriente Médio", acrescenta o texto.

O porta-voz norte-coreano também salienta que a decisão "não é tão surpreendente", já que foi tomada por um "velho senil" que anteriormente pediu "a destruição total de um Estado soberano em um fórum sagrado das Nações Unidas".

Pyongyang voltou a recorrer assim a um insulto que já empregou contra Trump depois de seu discurso de setembro perante a Assembleia Geral da ONU, durante o auge da tensão entre ambos países pela troca de ameaças belicistas e as exibições de poderio militar.

A decisão de Trump sobre Jerusalém "permitirá ao mundo discernir melhor quem é o destruidor da paz e a segurança global, e qual é o verdadeiro lado dos 'hooligans' da sociedade internacional", conclui a declaração do porta-voz norte-coreano.

Após Trump anunciar que seu país reconhecia Jerusalém como capital de Israel, os Estados Unidos convocaram uma reunião de urgência do Conselho de Segurança da ONU que aconteceu ontem para analisar a decisão, que foi apoiada apenas por Washington neste órgão internacional.


Postar um comentário