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Erdogan: exército sírio parou de avançar para Afrin

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, declarou que as tropas do governo sírio deixaram de avançar para a cidade de Afrin "após consultas", realizadas pelo líder turco nesta segunda-feira.
Sputnik

As tropas do governo sírio "foram realmente detidas ontem (segunda-feira)", afirmou Erdogan, segundo a agência de notícias Anadolu. Segundo o chefe de Estado, isso aconteceu "após consultas". No entanto, Erdogan não especificou à que consultas estaria se referindo.


Nesta segunda-feira, o líder turco discutiu a situação em Afrin durante conversa telefônica com seus homólogos russo e iraniano, Vladimir Putin e Hassan Rouhani.

Erdogan também afirmou que as milícias pró-governo que tentaram entrar em Afrin nesta terça-feira, e que foram repelidas pelas tropas turcas, o fizeram por iniciativa própria.

"A milícia síria decidiu entrar em Afrin por conta própria. Isso é inaceitável e não ficará sem resposta", alertou Erdogan.

Anteriormente, a imprensa infor…

Coreia do Norte justificou seu último lançamento de míssil: a culpa é dos EUA

A Coreia do Norte afirmou que as ameaças dos EUA e sua política na região provocaram o último lançamento de míssil por Pyongyang, disse o vice-presidente do Comitê de Relações Exteriores da câmara baixa russa, Aleksey Chepa, que visitou a capital norte-coreana.


Sputnik

"A Coreia do Norte justificou [o lançamento de míssil] em primeiro lugar com as seguidas ameaças dos Estados Unidos", disse Chepa à agência Sputnik.



O porta-aviões norte-americano USS Carl Vinson chega para um exercício militar conjunto anual chamado Foal Eagle entre a Coreia do Sul e os EUA, no porto de Busan, Coreia do Sul, 15 de março de 2017.
Porta-aviões dos EUA USS Carl Vinson em exercício militar com a Coreia do Sul © REUTERS/ Yonhap

O deputado avaliou que durante os 75 dias após o lançamento anterior de míssil norte-coreano, os EUA ampliaram a sua presença militar na região.

"São alguns porta-aviões, cerca de 300 aeronaves e milhares de militares, que atuam com apoio da Coreia do Sul e do Japão", explicou Chepa.

O parlamentar fez parte de uma delegação oficial da Duma russa, que visitou Pyongyang entre os dias 27 de novembro e 1 de dezembro.

Um dos coordenadores do grupo parlamentar russo, Kazbek Taisaev, acrescentou aos jornalistas que a Coreia do Norte somente confia na Rússia para iniciar as possíveis negociações de normalização da crise na região.

No entanto, os parlamentares russos condenaram o lançamento de míssil por Pyongyang e manifestaram a esperança de que a comunidade internacional encontre uma solução para a crise na península da Coreia.

No dia 29 de novembro, Coreia do Norte anunciou ter lançado com sucesso um novo tipo de míssil balístico intercontinental.


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