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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Coreia do Norte justificou seu último lançamento de míssil: a culpa é dos EUA

A Coreia do Norte afirmou que as ameaças dos EUA e sua política na região provocaram o último lançamento de míssil por Pyongyang, disse o vice-presidente do Comitê de Relações Exteriores da câmara baixa russa, Aleksey Chepa, que visitou a capital norte-coreana.


Sputnik

"A Coreia do Norte justificou [o lançamento de míssil] em primeiro lugar com as seguidas ameaças dos Estados Unidos", disse Chepa à agência Sputnik.



O porta-aviões norte-americano USS Carl Vinson chega para um exercício militar conjunto anual chamado Foal Eagle entre a Coreia do Sul e os EUA, no porto de Busan, Coreia do Sul, 15 de março de 2017.
Porta-aviões dos EUA USS Carl Vinson em exercício militar com a Coreia do Sul © REUTERS/ Yonhap

O deputado avaliou que durante os 75 dias após o lançamento anterior de míssil norte-coreano, os EUA ampliaram a sua presença militar na região.

"São alguns porta-aviões, cerca de 300 aeronaves e milhares de militares, que atuam com apoio da Coreia do Sul e do Japão", explicou Chepa.

O parlamentar fez parte de uma delegação oficial da Duma russa, que visitou Pyongyang entre os dias 27 de novembro e 1 de dezembro.

Um dos coordenadores do grupo parlamentar russo, Kazbek Taisaev, acrescentou aos jornalistas que a Coreia do Norte somente confia na Rússia para iniciar as possíveis negociações de normalização da crise na região.

No entanto, os parlamentares russos condenaram o lançamento de míssil por Pyongyang e manifestaram a esperança de que a comunidade internacional encontre uma solução para a crise na península da Coreia.

No dia 29 de novembro, Coreia do Norte anunciou ter lançado com sucesso um novo tipo de míssil balístico intercontinental.


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