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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
Sputnik

Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Coreia do Sul cria unidade para eliminar líderes da Coreia do Norte

Neste sábado (2), o Exército da Coreia do Sul lançou uma força especial conhecida não oficialmente como "unidade de decapitação", com objetivo de eliminar os líderes da Coreia do Norte em caso de guerra.


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Segundo informa o jornal The Korea Times, esta unidade composta por cerca de 1.000 soldados foi criada de acordo com o modelo de unidades, como o Rangers do Exército dos EUA, o Delta Force, o Grupo de Desenvolvimento de Guerra Naval Especial dos EUA ou os Boinas Verdes.


Soldados surcoreanos durante exercícios militares
Tropas sul-coreanas em exercício © AFP 2017/ Jung Yeon-Je

De acordo com as "fontes familiarizadas com o processo", citadas pelo jornal, sua missão é eliminar as figuras chefes do regime de Pyongyang, inclusivamente Kim Jong-un, bem como destruir as instalações nucleares de mísseis em caso de guerra.

Apesar de que os detalhes da missão não foram revelados, as fontes comunicaram que a nova unidade especial deveria se converter em núcleo da força militar do país.

Vale destacar que inicialmente a Coreia do Sul tinha planejado em criar a unidade de decapitação para 2019, mas finalmente decidiu lançá-la mais cedo devido ao aumento das tensões na península coreana e desenvolvimento acelerado das armas nucleares e mísseis balísticos por parte de Pyongyang.

Entretanto, na sexta-feira (1), a Força Aérea da Coreia do Sul anunciou a criação da maior unidade de inteligência, vigilância e reconhecimento aerotransportado devido à ameaça norte-coreana crescente, informa a agência Yonhap.

Essa unidade será dedicada para monitorar as atividades relacionadas com a Coreia do Norte em coordenação com EUA, indica.

A Coreia do Norte lançou um novo míssil balístico intercontinental na última quarta-feira. A altitude máxima alcançada foi de 4.475 quilômetros e 950 quilômetros de distância de voo, durante 53 minutos. O míssil caiu na zona econômica exclusiva do Japão a 250 km da cidade de Aomori. De acordo com a análise preliminar do exército dos EUA, Japão e Coreia do Sul, o míssil testado na quarta-feira supera todos os anteriores.


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