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Erdogan: Rússia e Turquia decidirão que grupos deixarão zona de Idlib

Rússia e Turquia irão determinar em conjunto quais grupos radicais deverão deixar o território da zona desmilitarizada de Idlib, na Síria, segundo afirmou o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, neste domingo.
Sputnik

"Durante negociações sobre Idlib em Sochi, nós decidimos estabelecer uma zona desmilitarizada entre os territórios controlados pela oposição e pelo regime. A oposição permanecerá nos territórios que ela ocupa. Vamos garantir que os grupos radicais, designados em conjunto com a Rússia, não operem na região", disse Erdogan em artigo publicado pelo jornal russo Kommersant

Ainda de acordo com o líder turco, Washington segue atrapalhando o equilíbrio na região com seu apoio às Unidades de Proteção do Povo Curdo (YPG) e ao Partido da União Democrática (PYD) na Síria, considerados adversários de Ancara.

"Infelizmente, vemos que o apoio extraordinário que tem sido prestado recentemente, especialmente pelos Estados Unidos, às forças do YPG e do PYD, continua. Tais …

Coreia do Sul diz que Norte ainda precisa provar que domina tecnologia crucial para míssil

O teste de míssil mais recente da Coreia do Norte coloca Washington ao alcance, mas o país ainda precisa provar que tem as tecnologias essenciais, como de reentrada na atmosfera, direcionamento na fase terminal e ativação de ogiva, disse a Coreia do Sul nesta sexta-feira.


Por Christine Kim | Reuters

Seul disse ainda acreditar que Pyongyang fará uma pausa no seu programa de testes de míssil depois do sucesso de seu novo míssil Hwasong-15, capaz de voar longe suficiente para atingir o território continental dos Estados Unidos.


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Kim Jong-un observa ogiva de míssil balístico após lançamento | KCNA / Reuters

Pyongyang disse que seu teste bem-sucedido de quarta-feira foi um “avanço”, e o líder Kim Jong Un disse que o país “finalmente concretizou a grande causa histórica de completar a força nuclear estatal”.

“Kim Jong Un está agindo de maneira muito calculada e esperta”, disse o ministro da Defesa da Coreia do Sul, Song Young-moo.

“Kim mudou o momento do lançamento, a direção e a distância para demonstrar que tem este grande poder... ele provavelmente fará um grande anúncio em seu discurso de Ano Novo dizendo que o Norte completou seu programa de armas.”

O Ministério da Defesa sul-coreano disse que o Hwasong-15 é um novo tipo de míssil balístico intercontinental (ICBM) que pode voar mais de 13 mil quilômetros, o que torna Washington um alvo ao seu alcance.

Mas a Coreia do Norte ainda precisa provar que detém certas tecnologias, como reentrada na atmosfera, direcionamento na fase terminal e ativação de ogiva, disse Yeo Suk-joo, vice-ministro de políticas de defesa do Ministério da Defesa.

Na quinta-feira o presidente sul-coreano, Moon Jae-in, disse a seu colega norte-americano Donald Trump que, apesar das questões técnicas que é preciso esclarecer, o novo míssil é o mais avançado da Coreia do Norte.

De acordo com uma análise dos militares da Coreia do Sul, Yeo disse aos parlamentares durante uma sessão da legislatura que o motor do primeiro estágio do Hwasong-15 é uma junção de dois motores dos Hwasong-14, que também são ICBMs que foram testados em julho deste ano.

Yeo disse que o Hwasong-15 é dois metros maior do que o Hwasong-14 e que o motor do segundo estágio exige análises adicionais.

Para coibir novas provocações da Pyongyang, ativos estratégicos dos EUA continuarão a ser utilizados em rodízio dentro e no entorno da Península Coreana até a Olimpíada de Inverno de Pyeongchang, em fevereiro, informou Yeo.


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