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Erdogan diz que Turquia continuará operação na Síria, pactuada com Moscou

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, afirmou nesta segunda-feira que seu país não interromperá sua operação militar lançada no sábado contra as milícias curdas aliadas dos Estados Unidos no norte da Síria e insistiu que esta operação está pactuada com a Rússia.
EFE

"Não vamos retroceder em Afrin. Falamos com os russos e há consenso", disse o político islamita em relação à região do norte da Síria nas mãos das milícias curdas Unidades de Proteção do Povo (YPG), que Ancara considera terroristas e aliadas da guerrilha curda da Turquia, o PKK.


Erdogan voltou a acusar os EUA de armar e apoiar as YPG, aliadas de Washington contra o grupo jihadista Estado Islâmico.

"Não são honestos conosco. Continuaremos o nosso caminho no marco das conversações que mantemos com a Rússia", apontou.

"Queríamos comprar armas (com os EUA). Não nos deram e entregaram as mesmas armas a organizações terroristas. Que tipo de aliança estratégica é essa?", afirmou o presidente da T…

Dois foguetes foram lançados contra Israel a partir da Faixa de Gaza

O exército israelense informou nesta quinta-feira (7) que dois foguetes foram lançados a partir do enclave palestino da Faixa de Gaza contra o território israelense.


Sputnik

Sirenes soaram em Israel em vários locais ao redor do norte da Faixa de Gaza em um dia de tensões crescentes após manifestações no enclave palestino e na Cisjordânia. Uma série de intensas manifestações de palestinos ocorreram em protesto ao anúncio do presidente dos EUA, Donald Trump, na quarta-feira, sobre o reconhecimento de Jerusalém como a capital de Israel.


Fumaça e chamas são vistas na sequência do que testemunhas disseram ter sido um ataque aéreo israelense, a leste da Cidade de Gaza - 5 de outubro de 2016
Ataque israelense a Gaza © REUTERS/ Ahmed Zakot

"Estamos cientes dos lançamentos de dois foguetes que caíram nos territórios palestinos", disse um porta-voz do exército à Sputnik.

O lançamento dos foguetes ainda não foi reivindicado por grupos militantes na Faixa de Gaza.

A Organização para a Libertação da Palestina se pronunciou afirmando que o comunicado do presidente dos EUA sobre o reconhecimento de Jerusalém como capital israelense "destruiu a solução de dois estados" para o conflito entre Israel e Palestina.


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