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Erdogan diz que Turquia continuará operação na Síria, pactuada com Moscou

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, afirmou nesta segunda-feira que seu país não interromperá sua operação militar lançada no sábado contra as milícias curdas aliadas dos Estados Unidos no norte da Síria e insistiu que esta operação está pactuada com a Rússia.
EFE

"Não vamos retroceder em Afrin. Falamos com os russos e há consenso", disse o político islamita em relação à região do norte da Síria nas mãos das milícias curdas Unidades de Proteção do Povo (YPG), que Ancara considera terroristas e aliadas da guerrilha curda da Turquia, o PKK.


Erdogan voltou a acusar os EUA de armar e apoiar as YPG, aliadas de Washington contra o grupo jihadista Estado Islâmico.

"Não são honestos conosco. Continuaremos o nosso caminho no marco das conversações que mantemos com a Rússia", apontou.

"Queríamos comprar armas (com os EUA). Não nos deram e entregaram as mesmas armas a organizações terroristas. Que tipo de aliança estratégica é essa?", afirmou o presidente da T…

'É uma loucura': especialista sobre o plano de ataque dos EUA à Coreia do Norte

De acordo com a mídia, os EUA teriam desenvolvido o plano de ataque à Coreia do Norte. O especialista em ciências políticas, Boris Mezhuev, em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, assinalou que as consequências da realização de tal plano são completamente imprevisíveis.


Sputnik

A mídia comunicou que a Casa Branca teria iniciado a elaboração de um cenário militar, receando que os métodos diplomáticos possam falhar. Segundo os EUA, o ataque contra a Coreia do Norte vai demonstrar ao líder norte-coreano, Kim Jong-un, que Washington encara seriamente a questão do programa nuclear e de mísseis de Pyongyang.


Lançamento do sistema de míssil Hyunmoo II durante manobras conjuntas da Coreia do Sul e dos EUA em local desconhecido, julho de 2017
Lançamento do sistema de mísseis Hyunmoo II da Coreia do Sul © AP Photo/ Ministério da Defesa da Coreia do Sul

No fim de novembro, a Coreia do Norte anunciou que seu novo míssil é capaz de atacar qualquer ponto do território dos EUA.

O especialista em ciências políticas, Boris Mezhuev, em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, qualificou os planos dos EUA como loucos.

"Acredito que o conflito seja real. Mas assumo que haja estratégias de suavização. Uma delas é essa: a Coreia do Norte é avisada que, caso ela não utilize arma nuclear contra territórios da Coreia do Sul ou contra Guam, ou seja, não ultrapasse limites racionais, então, a resposta pode ser limitada somente aos ataques a objetos militares, sem atingir uma grande quantidade de civis. […] Mas, é tudo muito instável. Caso o conflito venha à tona, muito facilmente ele pode se tornar em um conflito nuclear com consequências imprevisíveis. […] É tudo uma loucura, sem dúvidas. Pois, se os EUA não tivessem provocado e tivessem se recusado a realizar manobras conjuntas com a Coreia do Sul, então, provavelmente, nada disso teria acontecido", assinalou Boris Mezhuev.


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