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Área militar do governo brasileiro demonstra desconforto com suspensão de investigação do caso Queiroz

Integrantes da área militar do governo demostraram desconforto com o pedido de suspensão da investigação para apurar movimentações financeiras de Fabricio Queiroz consideradas "atípicas" pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
Por Gerson Camarotti | G1

A avaliação de auxiliares do presidente Jair Bolsonaro é que essa decisão tomada pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), só faz prolongar o desgaste provocado pelo caso.

O ministro Luiz Fux atendeu pedido do deputado estadual e senador eleito Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), de quem Queiroz foi assessor. O Coaf apontou movimentação de R$ 1,2 milhão em uma conta bancária de Queiroz durante um ano sem que houvesse esclarecimento.

Para esses auxiliares, foi uma surpresa a solicitação feita por Flávio Bolsonaro para suspender as investigações.

“Ainda não há uma explicação convincente. Enquanto isso não acontecer, o desgaste desse caso vai continuar. Já está demorando demais”, comentou ao blog um auxilia…

EI assume autoria do ataque contra inteligência afegã

O grupo terrorista Estado Islâmico (EI) assumiu nesta segunda-feira a autoria do atentado suicida contra um escritório da principal agência de inteligência do Afeganistão, no qual morreram sete pessoas e outra ficou ferida.


EFE

Em comunicado do EI divulgado através da sua conta no Instagram e cuja veracidade não pôde ser comprovada, se identifica o suicida como Mohsen al Joasani e se assegura que ele conseguiu passar pela porta externa do complexo de segurança e detonar o colete com explosivos que levava junto ao corpo, perto de um grupo de agentes.


EFE/EPA/HEDAYATULLAH AMID
EFE/EPA/HEDAYATULLAH AMID

O agressor, que estava a pé, detonou o colete às 8h (horário local, 1h30 em Brasília), perto de um escritório do Diretório Nacional de Segurança (NDS, em inglês) na área de Shashdarken em Kabul, afirmou à Agência Efe o porta-voz do Ministério de Interior afegão, Nasrat Rahimi.

No atentado morreram pelo menos sete pessoas, incluindo o agressor, e outra mais ficou ferida, afirmou à Efe o porta-voz do Ministério da Saúde Pública, Ismail Kawsi.

No entanto, o grupo jihadista diz que o número de vítimas é 30.

Na sua nota, o EI, que identifica as forças de segurança fala que esse quartel é famoso por "lutar contra os mujahidines (como se refere a seus combatentes) e torturá-los".

Junto ao comunicado, o grupo divulgou uma foto do suposto terrorista, na qual aparece junto com uma bandeira do EI, com um lenço cobrindo o rosto com exceção dos olhos, um colete com explosivos e uma arma automática.

A capital afegã foi objeto este ano de graves ataques insurgentes.


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