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Águas 'quentes' da Síria: fragata russa persegue submarino nuclear dos EUA

Durante sua última missão no mar Mediterrâneo em abril passado, a fragata Admiral Essen da Marinha russa conseguiu detectar e perseguir um submarino nuclear dos EUA perto da costa síria. Essa informação foi só agora tornada pública.
Sputnik

A fragata Admiral Essen, pertencente à Frota do Mar Negro, perseguiu o submarino estadunidense da classe Ohio durante mais de duas horas, comunica o jornal russo Izvestiya, citando o Estado-Maior da Marinha russa.

A tripulação do navio russo registrou os parâmetros principais do submarino para, em seguida, os adicionar ao retrato acústico do submersível.

A fragata havia partido para o mar Mediterrâneo em março e regressou à base de Sevastopol no fim de junho. Encontrava-se na zona costeira síria quando os EUA, o Reino Unido e a França atacaram a Síria com mísseis.

Além disso, no decurso da missão, a sua tripulação realizou uma série de manobras táticas. Em particular, treinou ataques contra alvos marítimos e aéreos, combate em grupo e isolado, bem como…

Erdogan adverte que decisão dos EUA sobre Jerusalém beneficiará ao terrorismo

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, advertiu nesta quarta-feira que a transferência da embaixada americana em Israel de Tel Aviv para Jerusalém "só jogará gasolina no fogo dos terroristas".


EFE

"Quero fazer uma chamada a todo o mundo: é preciso abster-se de passos que mudem o status jurídico de Jerusalém. Um passo assim só jogará gasolina no fogo dos terroristas", disse Erdogan.


O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan e o rei Abdala II da Jordânia se pronunciam sobre a decisão de Trump de reconhecer Jerusalém como a capital israelense.  EFE/Presidência da Turquia
O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan e o rei Abdala II da Jordânia se pronunciam sobre a decisão de Trump de reconhecer Jerusalém como a capital israelense. EFE/Presidência da Turquia

O presidente turco fez estas declarações durante um pronunciamento à imprensa junto ao rei Abdullah II da Jordânia, que acrescentou que "estas posturas não ajudam na luta antiterrorista", segundo informou a emissora turca de notícias "NTV".

"No assunto da sacralidade e da conservação histórica de Jerusalém pensamos o mesmo que a Jordânia", declarou Erdogan.

"Um passo em falso a respeito do status de Jerusalém provocaria uma reação do mundo islâmico. Dinamitaria os fundamentos da paz. Atiçaria as chamas de novos combates", alertou.

"Ninguém tem direito de brincar com o destino de bilhões de pessoas apenas por capricho pessoal", ressaltou o presidente turco.

"A estabilidade no Oriente Médio ganhará forma por meio de uma Palestina independente com capital em Jerusalém Oriental", completou Erdogan.

Por sua parte, o rei Abdullah II também destacou que "não há alternativa à solução dos dois Estados".

"A estabilidade de toda a região depende disto. Ontem estive em contato com o presidente americano. Expressamos nossas preocupações com a decisão a respeito do Jerusalém. Temos que trabalhar rápido. Os palestinos e os israelenses devem assinar um acordo de paz entre eles", frisou o monarca.

Abdullah da Jordânia, que chegou de manhã a Ancara e jantará com Erdogan esta noite, confirmou que na próxima quarta-feira voltará à Turquia para a cúpula extraordinária da Organização para a Cooperação Islâmica, convocada hoje por Erdogan.

A comunidade internacional não reconhece Jerusalém como capital de Israel nem a anexação da sua parte oriental, ocupada em 1967.

Israel considera essa cidade como sua capital "eterna", mas os palestinos querem que Jerusalém Oriental seja a capital do Estado que tanto aspiram.


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