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Su-57 russo supera caças de 5ª geração F-22 e F-35 dos EUA, diz piloto militar

O uso de caças F-22 pela Força Aérea dos EUA na Síria privou este modelo de suas vantagens sobre aeronaves russas, segundo a mídia norte-americana. Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, um piloto militar russo comentou a situação.
Sputnik

A utilização de caças norte-americanos F-22 na Síria privou os EUA das vantagens destes caças em relação aos caças russos, escreveu o jornal Military Watch. Segundo Veralinn Jamieson, tenente-general da Força Aérea dos EUA, os céus do Iraque e da Síria se tornaram "armazém de informações" para russos sobre atuação de caças estadunidenses durante operações.

Segundo o autor do artigo, os russos tiveram bastante tempo para analisar e testar a tecnologia de furtividade dos F-22, além de terem coletado dados sobre o uso da aeronave e encontrado meios de combatê-la. Além disso, a Rússia poderá usar essas tecnologias na fabricação de suas aeronaves.

O artigo enfatiza que os radares dos sistemas de mísseis antiaéreos S-300 e S-400 da Rússia …

Erdogan adverte que decisão dos EUA sobre Jerusalém beneficiará ao terrorismo

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, advertiu nesta quarta-feira que a transferência da embaixada americana em Israel de Tel Aviv para Jerusalém "só jogará gasolina no fogo dos terroristas".


EFE

"Quero fazer uma chamada a todo o mundo: é preciso abster-se de passos que mudem o status jurídico de Jerusalém. Um passo assim só jogará gasolina no fogo dos terroristas", disse Erdogan.


O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan e o rei Abdala II da Jordânia se pronunciam sobre a decisão de Trump de reconhecer Jerusalém como a capital israelense.  EFE/Presidência da Turquia
O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan e o rei Abdala II da Jordânia se pronunciam sobre a decisão de Trump de reconhecer Jerusalém como a capital israelense. EFE/Presidência da Turquia

O presidente turco fez estas declarações durante um pronunciamento à imprensa junto ao rei Abdullah II da Jordânia, que acrescentou que "estas posturas não ajudam na luta antiterrorista", segundo informou a emissora turca de notícias "NTV".

"No assunto da sacralidade e da conservação histórica de Jerusalém pensamos o mesmo que a Jordânia", declarou Erdogan.

"Um passo em falso a respeito do status de Jerusalém provocaria uma reação do mundo islâmico. Dinamitaria os fundamentos da paz. Atiçaria as chamas de novos combates", alertou.

"Ninguém tem direito de brincar com o destino de bilhões de pessoas apenas por capricho pessoal", ressaltou o presidente turco.

"A estabilidade no Oriente Médio ganhará forma por meio de uma Palestina independente com capital em Jerusalém Oriental", completou Erdogan.

Por sua parte, o rei Abdullah II também destacou que "não há alternativa à solução dos dois Estados".

"A estabilidade de toda a região depende disto. Ontem estive em contato com o presidente americano. Expressamos nossas preocupações com a decisão a respeito do Jerusalém. Temos que trabalhar rápido. Os palestinos e os israelenses devem assinar um acordo de paz entre eles", frisou o monarca.

Abdullah da Jordânia, que chegou de manhã a Ancara e jantará com Erdogan esta noite, confirmou que na próxima quarta-feira voltará à Turquia para a cúpula extraordinária da Organização para a Cooperação Islâmica, convocada hoje por Erdogan.

A comunidade internacional não reconhece Jerusalém como capital de Israel nem a anexação da sua parte oriental, ocupada em 1967.

Israel considera essa cidade como sua capital "eterna", mas os palestinos querem que Jerusalém Oriental seja a capital do Estado que tanto aspiram.


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