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No decorrer da operação Ramo de Oliveira será criada zona de segurança na Síria

O primeiro-ministro turco Binali Yildirim anunciou a criação, durante a operação militar turca na província síria de Afrin, de uma faixa de segurança de 30 quilômetros.
Sputnik

O premiê, citado pela emissora Haberturk, adiantou também que a operação seria efetuada em quatro etapas.


"A operação vai decorrer em 4 etapas com o objetivo de criar uma faixa de segurança de 30 quilômetros, que será limpa de terroristas", disse o político, citado pela emissora NTV.

Yildirim adiantou que até agora não há mortos ou feridos entre o contingente turco que realiza a operação.

Mais cedo, o Estado-Maior da Turquia anunciou o início da operação "Ramo de Oliveira" contra os grupos curdos na província síria de Afrin, que começou precisamente às 14h00 locais (12h00 no horário de Brasília). De acordo com a entidade militar, a operação conta com a participação de 72 aviões, enquanto 108 dos 113 alvos planejados já foram eliminados. Há poucos dias, o premiê turco, Binali Yildirim, havia avanç…

Erdogan chama Israel de 'Estado terrorista' que 'mata crianças'

O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, criticou Israel, chamando o país de "Estado terrorista". O líder turco também prometeu usar "todos os meios" para lutar contra o reconhecimento de Jerusalém como capital israelense por parte do presidente dos EUA, Donald Trump, segundo informa o RT.


Sputnik

"A Palestina é uma vítima inocente […] e Israel é um Estado terrorista […] Não deixaremos Jerusalém à mercê de um Estado que mata crianças", disse Erdogan em uma reunião no domingo (10) do Partido da Justiça e Desenvolvimento (AKP), governista, realizada na cidade turca de Sivas.


Manifestantes com bandeiras turcas e palestinas protestando contra o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel, em Istanbul, Turquia, 10 de dezembro de 2017
Manifestantes em Istambul com bandeiras turcas e palestinas protestando contra o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel © REUTERS/ Osman Orsal

O líder turco afirmou que Israel é um "Estado opressor" e qualificou de "desproporcionada" a resposta da polícia e das Forças Armadas israelenses aos protestos em Jerusalém e Cisjordânia, que já causaram várias mortes e mais de mil feridos. No sábado (9), as forças de segurança israelenses utilizaram gás lacrimogêneo, balas de borracha e canhões de água contra os manifestantes.

"Os EUA ignoraram a resolução do Conselho de Segurança da ONU de 1980 em relação a Jerusalém que os próprios EUA assinaram […] Um sistema em que se considera que o mais forte tem razão não pode criar justiça, paz e estabilidade", afirmou Erdogan, citado pelo RT, acrescentando que a posição dos EUA poderá provocar mais tragédias.

Em resposta às afirmações de Erdogan, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, assegurou que não está "acostumado a receber lições de moralidade de um líder que bombardeia povoações curdas na Turquia e prende jornalistas".

O reconhecimento de Jerusalém por parte dos EUA causou uma onda de protestos e indignação, tendo sido condenado não apenas por países que se opõem à política exterior norte-americana, mas também por aliados tradicionais de Washington no Oriente Médio e por muitos outros países. A Liga Árabe e o Conselho de Segurança da ONU também condenaram a decisão.


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