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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Erdogan engrossa contestação à decisão de Trump sobre Jerusalém

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, se juntou ao coro de críticas ao seu homólogo norte-americano, Donald Trump, por este reconhecer Jerusalém como capital de Israel.


Sputnik

"É impossível entender o que [Donald] Trump quis dizer com esta decisão [sobre Jerusalém], o que ele conseguiu fazer agora é incendiar toda a região", disse ele. O presidente turco sublinhou que "Jerusalém é um lugar sagrado para muçulmanos, judeus e cristãos".


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O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan | Reprodução

"Os líderes devem estabelecer a paz e não desencadear conflitos", acrescentou ele.

Erdogan lembrou que "os EUA espezinharam as resoluções da ONU sobre Jerusalém de 1980, que até agora nunca foram violadas". Segundo o presidente da Turquia, ele prossegue conversações telefônicas sobre este assunto com os líderes dos países muçulmanos, ocidentais e o Papa Francisco.

"Falarei sobre isso com o presidente [russo Vladimir] Putin e é um tema que diz respeito a todos, não apenas aos muçulmanos", concluiu ele.

Vários países da África, América, Ásia e Europa, bem como diferentes organizações internacionais, já criticaram a decisão do governo norte-americano.

Ontem, o presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que reconhece Jerusalém como capital de Israel. Trump assinou um documento autorizando a transferência da Embaixada dos EUA de Tel Aviv para Jerusalém.


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