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Turquia acionará judicialmente os EUA, caso entregas dos F-35 sejam bloqueadas

Segundo o porta-voz do presidente turco, Ibrahim Kalin, a Turquia recorrerá a medidas jurídicas caso as entregas dos F-35 sejam bloqueadas pelos EUA.
Sputnik

Ibrahim Kalin citou para a mídia turca que "não é nada fácil rescindir este contrato, somos parte de um contrato multilateral, cumprimos com todas as exigências e pagamos, caso os EUA não cumpram, recorreremos à lei".

O Congresso americano decidiu recentemente suspender as entregas dos caças americanos de quinta geração F-35 à Turquia devido aos planos de Ancara de adquirir o sistema de defesa antiaérea russo S-400, além de ameaçá-la com sanções em diversas ocasiões, como citado em artigo da Sputnik Mundo.

O avançado sistema antiaéreo S-400 Triumph (SA-21 Growler, na classificação da OTAN) é capaz de abater alvos aéreos com tecnologia furtiva, mísseis de cruzeiro e mísseis balísticos táticos e táticos-operacionais, tem um alcance de até 400 km e pertence à geração 4+, sendo duas vezes mais eficaz que seus antecessores.

Os se…

Erdogan engrossa contestação à decisão de Trump sobre Jerusalém

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, se juntou ao coro de críticas ao seu homólogo norte-americano, Donald Trump, por este reconhecer Jerusalém como capital de Israel.


Sputnik

"É impossível entender o que [Donald] Trump quis dizer com esta decisão [sobre Jerusalém], o que ele conseguiu fazer agora é incendiar toda a região", disse ele. O presidente turco sublinhou que "Jerusalém é um lugar sagrado para muçulmanos, judeus e cristãos".


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O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan | Reprodução

"Os líderes devem estabelecer a paz e não desencadear conflitos", acrescentou ele.

Erdogan lembrou que "os EUA espezinharam as resoluções da ONU sobre Jerusalém de 1980, que até agora nunca foram violadas". Segundo o presidente da Turquia, ele prossegue conversações telefônicas sobre este assunto com os líderes dos países muçulmanos, ocidentais e o Papa Francisco.

"Falarei sobre isso com o presidente [russo Vladimir] Putin e é um tema que diz respeito a todos, não apenas aos muçulmanos", concluiu ele.

Vários países da África, América, Ásia e Europa, bem como diferentes organizações internacionais, já criticaram a decisão do governo norte-americano.

Ontem, o presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que reconhece Jerusalém como capital de Israel. Trump assinou um documento autorizando a transferência da Embaixada dos EUA de Tel Aviv para Jerusalém.


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