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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Erdogan engrossa contestação à decisão de Trump sobre Jerusalém

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, se juntou ao coro de críticas ao seu homólogo norte-americano, Donald Trump, por este reconhecer Jerusalém como capital de Israel.


Sputnik

"É impossível entender o que [Donald] Trump quis dizer com esta decisão [sobre Jerusalém], o que ele conseguiu fazer agora é incendiar toda a região", disse ele. O presidente turco sublinhou que "Jerusalém é um lugar sagrado para muçulmanos, judeus e cristãos".


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O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan | Reprodução

"Os líderes devem estabelecer a paz e não desencadear conflitos", acrescentou ele.

Erdogan lembrou que "os EUA espezinharam as resoluções da ONU sobre Jerusalém de 1980, que até agora nunca foram violadas". Segundo o presidente da Turquia, ele prossegue conversações telefônicas sobre este assunto com os líderes dos países muçulmanos, ocidentais e o Papa Francisco.

"Falarei sobre isso com o presidente [russo Vladimir] Putin e é um tema que diz respeito a todos, não apenas aos muçulmanos", concluiu ele.

Vários países da África, América, Ásia e Europa, bem como diferentes organizações internacionais, já criticaram a decisão do governo norte-americano.

Ontem, o presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que reconhece Jerusalém como capital de Israel. Trump assinou um documento autorizando a transferência da Embaixada dos EUA de Tel Aviv para Jerusalém.


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