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Defesa russa: avião Il-20 foi derrubado por mísseis sírios S-200

De acordo com o ministério russo, o sistema de defesa aérea sírio tentava atacar um avião de Israel. No entanto, a tripulação israelense fez uma manobra especial para se proteger, e o míssil acabou atingindo acidentalmente o avião russo Il-20.
Sputnik

O avião Il-20 desapareceu dos radares em 17 de setembro, por volta das 23h do horário de Moscou, (17h em Brasília) durante o retorno planejado à base aérea de Hmeymim, acima do território do mar Mediterrâneo, a 35 quilômetros da costa da Síria, informou o comunicado do Ministério da Defesa da Rússia. O represente oficial da Defesa russa, Igor Konashenkov sublinhou que os aviões israelenses "propositalmente criaram uma situação perigosa para navios e aviões nessa região".

Na opinião dele, para evitar o ataque sírio, a tripulação israelense acabou tornando o Ilyushin-20 alvo de ataque.

"Ao tentarem proteger-se com ajuda do avião russo, os pilotos israelenses o puseram debaixo de fogo do sistema de defesa antiaérea da Síria"…

Especialista militar revela a que se destinam bases russas na Síria

A Rússia começa formando um agrupamento permanente que ficará nas bases militares russas na Síria. Viktor Litovkin, especialista e militar aposentado explica que tarefas desempenharão os militares russos na Síria.


Sputnik

Foi anunciado que a Rússia estará presente na Síria em duas bases militares: a base aérea de Hmeymim e a base naval de Tartus, onde podem permanecer até 11 navios de guerra, inclusive embarcações de propulsão nuclear.


Militares russos na base aérea em Hmeymim, na Síria
Militares russos na base aérea Hmeymim, Síria © Sputnik/ Dmitry Vinogradov

Segundo explicou o especialista ao serviço russo da Rádio Sputnik, os aviões que ficarão na base de Hmeymim continuarão apoiando o exército sírio para o ajudar a eliminar os últimos focos de resistência do Daesh (grupo terrorista, proibido na Rússia).

"Estamos na Síria com um contingente limitado, mas mesmo assim ele é capaz de realizar as tarefas colocadas pelas autoridades do país", frisou Litovkin.

Ele sublinhou que as autoridades sírias tinham solicitado à Rússia ajuda na luta antiterrorista e que o país dispõe de um mandato do Conselho de Segurança da ONU.

"Não viemos simplesmente por vir. Não somos agressores ou ocupantes em território sírio", resumiu Litovkin, lembrando que os EUA não dispõem de documentos que legalizem suas ações na Síria, mas que mesmo assim não querem cessar sua presença no país árabe.


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