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Militares dos EUA prometem responder a possível ataque turco contra cidade síria de Manbij

Os militares norte-americanos prometeram responder a qualquer ataque contra a cidade síria de Manbij à luz de uma possível operação turca na área, afirmou o comandante do Conselho Militar de Manbij, que faz parte das Forças Democráticas da Síria (FDS), Ebu Adil.
Sputnik

Em entrevista à Sputnik Turquia, Ebu Adil comentou a resposta dos EUA às preocupações expressas pelos representantes do Conselho Militar de Manbij devido a um possível ataque contra a cidade síria por parte de Ancara.


"Há dois anos, em conjunto com as forças da coalizão liderada pelos EUA, nós limpamos Manbij do Daesh [organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países]. Desde então, na cidade se encontram forças da coalizão. Algum tempo atrás, nós falamos com os militares norte-americanos sobre um possível ataque da Turquia contra Manbij. Os militares dos EUA prometeram responder a qualquer ataque contra a cidade, de onde quer que ele provenha", afirmou o comandante do conselho.

Além disso, ele …

Especialista militar revela a que se destinam bases russas na Síria

A Rússia começa formando um agrupamento permanente que ficará nas bases militares russas na Síria. Viktor Litovkin, especialista e militar aposentado explica que tarefas desempenharão os militares russos na Síria.


Sputnik

Foi anunciado que a Rússia estará presente na Síria em duas bases militares: a base aérea de Hmeymim e a base naval de Tartus, onde podem permanecer até 11 navios de guerra, inclusive embarcações de propulsão nuclear.


Militares russos na base aérea em Hmeymim, na Síria
Militares russos na base aérea Hmeymim, Síria © Sputnik/ Dmitry Vinogradov

Segundo explicou o especialista ao serviço russo da Rádio Sputnik, os aviões que ficarão na base de Hmeymim continuarão apoiando o exército sírio para o ajudar a eliminar os últimos focos de resistência do Daesh (grupo terrorista, proibido na Rússia).

"Estamos na Síria com um contingente limitado, mas mesmo assim ele é capaz de realizar as tarefas colocadas pelas autoridades do país", frisou Litovkin.

Ele sublinhou que as autoridades sírias tinham solicitado à Rússia ajuda na luta antiterrorista e que o país dispõe de um mandato do Conselho de Segurança da ONU.

"Não viemos simplesmente por vir. Não somos agressores ou ocupantes em território sírio", resumiu Litovkin, lembrando que os EUA não dispõem de documentos que legalizem suas ações na Síria, mas que mesmo assim não querem cessar sua presença no país árabe.


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