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Área militar do governo brasileiro demonstra desconforto com suspensão de investigação do caso Queiroz

Integrantes da área militar do governo demostraram desconforto com o pedido de suspensão da investigação para apurar movimentações financeiras de Fabricio Queiroz consideradas "atípicas" pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
Por Gerson Camarotti | G1

A avaliação de auxiliares do presidente Jair Bolsonaro é que essa decisão tomada pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), só faz prolongar o desgaste provocado pelo caso.

O ministro Luiz Fux atendeu pedido do deputado estadual e senador eleito Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), de quem Queiroz foi assessor. O Coaf apontou movimentação de R$ 1,2 milhão em uma conta bancária de Queiroz durante um ano sem que houvesse esclarecimento.

Para esses auxiliares, foi uma surpresa a solicitação feita por Flávio Bolsonaro para suspender as investigações.

“Ainda não há uma explicação convincente. Enquanto isso não acontecer, o desgaste desse caso vai continuar. Já está demorando demais”, comentou ao blog um auxilia…

Especialista militar revela a que se destinam bases russas na Síria

A Rússia começa formando um agrupamento permanente que ficará nas bases militares russas na Síria. Viktor Litovkin, especialista e militar aposentado explica que tarefas desempenharão os militares russos na Síria.


Sputnik

Foi anunciado que a Rússia estará presente na Síria em duas bases militares: a base aérea de Hmeymim e a base naval de Tartus, onde podem permanecer até 11 navios de guerra, inclusive embarcações de propulsão nuclear.


Militares russos na base aérea em Hmeymim, na Síria
Militares russos na base aérea Hmeymim, Síria © Sputnik/ Dmitry Vinogradov

Segundo explicou o especialista ao serviço russo da Rádio Sputnik, os aviões que ficarão na base de Hmeymim continuarão apoiando o exército sírio para o ajudar a eliminar os últimos focos de resistência do Daesh (grupo terrorista, proibido na Rússia).

"Estamos na Síria com um contingente limitado, mas mesmo assim ele é capaz de realizar as tarefas colocadas pelas autoridades do país", frisou Litovkin.

Ele sublinhou que as autoridades sírias tinham solicitado à Rússia ajuda na luta antiterrorista e que o país dispõe de um mandato do Conselho de Segurança da ONU.

"Não viemos simplesmente por vir. Não somos agressores ou ocupantes em território sírio", resumiu Litovkin, lembrando que os EUA não dispõem de documentos que legalizem suas ações na Síria, mas que mesmo assim não querem cessar sua presença no país árabe.


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