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Marinha do Brasil simula resgate de civis em área de conflito ou desastre natural (VÍDEO)

A Marinha do Brasil realizou entre os dias 6 e 14 de novembro a Operação Atlântico, na praia de Itaoca, no Espírito Santo. A simulação deste ano treinou os oficiais para casos em que houvesse resgate de civis em uma área de conflito armado ou que foram alvos de desastres naturais.
Sputnik

Era por volta de 5h40 do dia 10 de novembro, um sábado, ainda estava amanhecendo, quando o Almirante Paulo Martinho Zucaro, Comandante da Força de Fuzileiros da Esquadra, olhou e disse para a reportagem da Sputnik Brasil: "É guerra".


A declaração foi dada para explicar os motivos de se realizar um treinamento deste porte mesmo em condições extremamente desfavoráveis. A chuva era forte, as ondas na beira da praia atingiam 1,5 metros e os ventos chegaram a 20 km/h. O nível de dificuldade preocupava o alto comando, mas não foi um problema para os fuzileiros e marinheiros.

Antes do amanhecer, sete Carros Lagarta Anfíbios (CLAnf) chegaram à praia e deram início ao desembarque. Após eles chegarem foi…

Especialista militar revela a que se destinam bases russas na Síria

A Rússia começa formando um agrupamento permanente que ficará nas bases militares russas na Síria. Viktor Litovkin, especialista e militar aposentado explica que tarefas desempenharão os militares russos na Síria.


Sputnik

Foi anunciado que a Rússia estará presente na Síria em duas bases militares: a base aérea de Hmeymim e a base naval de Tartus, onde podem permanecer até 11 navios de guerra, inclusive embarcações de propulsão nuclear.


Militares russos na base aérea em Hmeymim, na Síria
Militares russos na base aérea Hmeymim, Síria © Sputnik/ Dmitry Vinogradov

Segundo explicou o especialista ao serviço russo da Rádio Sputnik, os aviões que ficarão na base de Hmeymim continuarão apoiando o exército sírio para o ajudar a eliminar os últimos focos de resistência do Daesh (grupo terrorista, proibido na Rússia).

"Estamos na Síria com um contingente limitado, mas mesmo assim ele é capaz de realizar as tarefas colocadas pelas autoridades do país", frisou Litovkin.

Ele sublinhou que as autoridades sírias tinham solicitado à Rússia ajuda na luta antiterrorista e que o país dispõe de um mandato do Conselho de Segurança da ONU.

"Não viemos simplesmente por vir. Não somos agressores ou ocupantes em território sírio", resumiu Litovkin, lembrando que os EUA não dispõem de documentos que legalizem suas ações na Síria, mas que mesmo assim não querem cessar sua presença no país árabe.


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