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Putin passa para Trump a responsabilidade de resolver conflito na Síria

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, passou a bola para que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, seja o responsável por resolver o conflito na Síria.
EFE

Helsinque - Em entrevista coletiva conjunta realizada nesta segunda-feira, em Helsinque, após a primeira cúpula entre os dois líderes, Putin também deu para Trump uma bola oficial da Copa do Mundo.

"No que se refere ao fato de a bola da Síria estar no nosso telhado, senhor presidente, o senhor acaba de dizer que organizamos com sucesso o Mundial de Futebol. Portanto, quero agora entregar esta bola. Agora, a bola está do seu lado", disse Putin.

O presidente russo fazia uma referência a uma frase do secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, que havia afirmado que a bola para resolver o conflito na Síria estava no telhado do Kremlin.

Trump agradeceu pelo presente e disse estar confiante de que EUA, México e Canadá organizarão em 2026 uma Copa do Mundo tão bem-sucedida como a da Rússia.

Na sequência, o presidente americ…

Especialista revela o que está por trás das ações arriscadas dos aviões dos EUA na Síria

A aproximação perigosa entre um caça estadunidense F-22 e aviões russos Su-25 na Síria, bem como o ataque contra as armadilhas térmicas dos aviões, que causou interferências aos caças russos, poderiam ter provocado um incidente aéreo real, mostrando a tendência dos pilotos americanos de assumirem "riscos impensados", afirma um especialista russo.


Sputnik

Mais cedo, o Ministério da Defesa da Rússia refutou as informações da mídia ocidental sobre a intercepção de dois bombardeiros Su-25 russos por caças estadunidenses no espaço aéreo sírio. De acordo com a entidade russa, o incidente ocorrido em 13 de dezembro terminou quando um caça Su-35S da Força Aeroespacial da Rússia chegou à zona. O F-22 que estava a disparar contra as armadilhas térmicas abandonou a área.


F-22 Raptor da Força Aérea dos EUA
F-22 Raptor da USAF © REUTERS/ Master Sgt. Kevin J. Gruenwald

"Em qualquer caso, as tentativas de criar obstáculos aos voos dos aviões russos durante as missões de combate na Síria não têm nenhuma base no direito internacional, pois estas se efetuavam no território sírio, abrangido pela soberania de Damasco", frisou Igor Korotchenko, especialista em assuntos militares e editor-chefe do jornal Natsyonalnaya Oborona ("Defesa Nacional" em russo).

O analista acredita que o incidente ocorrido deve ser analisado escrupulosamente, enquanto os EUA devem ser informados através do canal de troca de informações existente entre os militares russos e norte-americanos na região sobre a inadmissibilidade de tais ações no futuro.

De acordo com Korotchenko, a lógica da parte norte-americana consiste em "demonstrar músculos neste jogo político pouco limpo". Tal postura, segundo ele, é uma espécie de resposta à vitória russa na Síria.

"Se os EUA acreditam que a saída de uma parte de aviões da Força Aeroespacial da Rússia vai lhes permitir ser arrogantes, estão muito enganados, pois os equipamentos que permanecem na base de Hmeymim são suficientes tanto para fazer frente a quaisquer incursões dos grupos terroristas restantes, quanto para que os EUA saibam seu lugar", adiantou.


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