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Por meio do Egito, Hamas pede a Israel que cesse fogo na Faixa de Gaza

O movimento Hamas pediu a Israel que cesse fogo por meio da mediação egípcia e prometeu interromper os confrontos na fronteira como parte do acordo, disse uma fonte política israelense à Sputnik.
Sputnik

"O Hamas teve um grande golpe ontem e o movimento pediu um cessar-fogo através do Egito, prometendo interromper o 'terror incendiário e nas cercas fronteiriças'", disse a fonte.

Segundo a mesma pessoa, Israel considera o Egito como fiador da implementação do cessar-fogo.

"Os egípcios são os garantidores nesta questão, mas em qualquer caso, o desenvolvimento da situação dependerá de ações reais. Se o Hamas violar o cessar-fogo, pagará um preço ainda maior", acrescentou a fonte.

Esses arranjos foram alcançados após bombardeios maciços das instalações do Hamas no enclave, que se seguiram ao assassinato de um soldado israelense na sexta-feira.

Este foi o segundo cessar-fogo entre Israel e o Hamas, coordenado pelo Egito nas últimas duas semanas. No último sábado, a Fo…

EUA aceleram corrida armamentista acusando Rússia de violação do Tratado INF

Washington ameaçou que iniciará o desenvolvimento de novas armas próprias se Moscou "continuar violando" o Tratado INF. A parte russa negou as acusações e avisou que desenvolverá "armas ainda mais potentes" no caso da saída dos EUA do Tratado, informa o Daily Express.


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As acusações do Kremlin, por parte do presidente norte-americano Donald Trump, de violações do Tratado INF deram impulso à "nova onda da corrida armamentista" entre a Rússia e os EUA. Washington considera o desenvolvimento das próprias armas devido ao fato de que Moscou "continua violando o acordo", informa o Daily Express.


Míssil de Ataque Marítimo é lançado a partir do navio militar norte-americano USS Coronado (LCS-4), Califórnia, EUA, setembro de 2014 (foto de arquivo)
Míssil de Ataque Marítimo lançado a partir do USS Coronado (LCS-4) © Foto: Wikipedia/Marinha dos EUA/ Zachary D. Bell

Um representante dos EUA declarou que Trump quer manter o Tratado em vigor, mas não pode permitir "as violações contínuas" por parte da Rússia. "Decidimos recusar a variante de compromisso em que [a parte russa] conseguiu atuar ao mesmo tempo em campos diferentes", indiciou um oficial norte-americano.

O Tratado INF foi celebrado por Mikhail Gorbachev e Ronald Reagan em 1987. As partes do Tratado se comprometeram em não desenvolver, testar e instalar os mísseis de cruzeiro e balísticos com alcance operacional de 500 a 5.500 km.

Ainda no início da primavera, o vice-chefe do Estado-maior Conjunto dos EUA, general Paul Silva, comunicou ao Congresso que a Rússia possui um novo míssil de cruzeiro que viola o Tratado INF. Naquele momento os conselheiros de Trump decidiram não tomar decisões que poderiam ser classificadas como violações do Tratado. Mas depois, o Pentágono decidiu modificar as armas existentes e desenvolver novos sistemas, informa o Daily Express.

O vice-ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Ryabkov, negou as acusações dos EUA classificando-as como "infundadas". Ele declarou que Moscou está pronta para o diálogo com Washington, mas não aceitará as tentativas de falar com uma "linguagem de ultimatos, pressão politico-militar e de sanções".

Por seu lado, o chefe do Comitê do Conselho da Federação nas questões da defesa e segurança, Viktor Bondarev, advertiu que a Rússia preparará "uma arma ainda mais potente" se os EUA saírem do Tratado.

Os representantes de Moscou acreditam que a suspensão do Tratado INF pode causar um brusco crescimento da ameaça na segurança global. Além disso, o outro acordo – Tratado de Redução de Armas Estratégicas (Start III em inglês) também será questionado.


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