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Turquia adverte exército sírio contra entrada em Manbij

O comunicado foi divulgado poucos dias depois de pelo menos quatro soldados americanos terem sido mortos em um atentado suicida na cidade de Manbij, no norte da Síria, cuja responsabilidade foi assumida pelo Daesh (grupo terrorista proibido em Rússia e em vários outros países).
Sputnik

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores turco, Hami Aksoy, alertou as Forças Armadas do governo sírio para que não tentassem entrar na cidade de Manbij, localizada no norte da Síria.


"Às Unidades de Proteção Popular curdas na Síria (YPG) não deveria ser permitido deixar que as forças do regime [do presidente sírio Bashar Assad] entrem em Manbij", disse Aksoy em uma entrevista coletiva na sexta-feira (18). Ele também destacou que "a retirada das tropas norte-americanas da Síria não deveria ajudar os terroristas das YPG e do Partido de União Democrática curdo (PYD)".

As declarações foram feitas depois que nesta quarta-feira (16) na cidade síria de Manbij ocorreu uma explosão em u…

EUA admitem manter na Síria número de soldados 4 vezes maior que o anunciado

Novos dados não representam aumento de contingente, mas 'contabilidade mais precisa', segundo Pentágono. Em vez dos 503 anunciados em novembro, país tem cerca de 2 mil homens na Síria.


Por Agencia EFE


Os Estados Unidos admitiram nesta quarta-feira (6) que mantêm 2 mil soldados na Síria, número quatro vezes maior do que o anunciado pelo Departamento de Defesa há um mês.

Imagem de vídeo mostra forças dos EUA nos arredores da cidade síria de Manbji, em 7 de março (Foto: Arab 24 network, via AP)
Imagem de vídeo mostra forças dos EUA nos arredores da cidade síria de Manbji, em 7 de março (Foto: Arab 24 network, via AP)

Esses novos dados não representam um aumento do contigente militar no país, mas sim uma "contabilidade mais precisa", afirmou o porta-voz do Pentágono, coronel Rob Manning, a jornalistas.

Em novembro, as Forças Armadas dos EUA afirmaram que tinham 503 soldados na Síria, número muito inferior ao informado hoje.

O porta-voz explicou que a quantidade de militares americanos no país segue uma "tendência de baixa". Recentemente, cerca de 400 fuzileiros navais deixaram a Síria após ajudar as forças locais a reconquistar Al Raqqa, a capital do grupo Estado Islâmico (EI).

O coronel não quis informar se esses 400 fuzileiros navais fazem parte dos 2 mil soldados que estão atuando na Síria.

"São cerca de 2 mil (homens), mais ou menos. Não queremos mostrar nossas capacidades ao inimigo", se limitou a dizer Manning.

Essa quantidade de militares deve ser reduzida nos próximos meses, já que a coalizão liderada pelos EUA para combater o EI no Iraque e na Síria entrou em uma fase de transição. Agora, as tropas da aliança passarão apenas a apoiar as forças locais para evitar o retorno dos jihadistas.

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