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EUA confirmam linha estratégica de 'desmembramento da Síria', diz analista

Os EUA declararam que não querem restaurar as regiões na Síria que estão sob o controle de Damasco. O especialista Vladimir Fitin explica na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik o que busca Washington.
Sputnik

Os EUA não querem ajudar na reconstrução das regiões na Síria que ficam sob o controle do presidente sírio Bashar Assad, declarou um alto funcionário dos EUA após o primeiro dia do encontro dos ministros das Relações Exteriores do G7.


Em janeiro, o Departamento de Estado dos EUA afirmou que Washington não iria ajudar a Rússia, o Irã e Damasco oficial na restauração do país, enquanto a "transformação política" da Síria não se realizasse. Segundo declarou o assistente adjunto do secretário de Estado dos EUA para o Médio Oriente, David Satterfield, a condição da ajuda é a reforma constitucional e eleições sob os auspícios da ONU.

O analista do Instituto dos Estudos Estratégicos da Rússia, Vladimir Fitin, na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik comentou a decla…

EUA admitem manter na Síria número de soldados 4 vezes maior que o anunciado

Novos dados não representam aumento de contingente, mas 'contabilidade mais precisa', segundo Pentágono. Em vez dos 503 anunciados em novembro, país tem cerca de 2 mil homens na Síria.


Por Agencia EFE


Os Estados Unidos admitiram nesta quarta-feira (6) que mantêm 2 mil soldados na Síria, número quatro vezes maior do que o anunciado pelo Departamento de Defesa há um mês.

Imagem de vídeo mostra forças dos EUA nos arredores da cidade síria de Manbji, em 7 de março (Foto: Arab 24 network, via AP)
Imagem de vídeo mostra forças dos EUA nos arredores da cidade síria de Manbji, em 7 de março (Foto: Arab 24 network, via AP)

Esses novos dados não representam um aumento do contigente militar no país, mas sim uma "contabilidade mais precisa", afirmou o porta-voz do Pentágono, coronel Rob Manning, a jornalistas.

Em novembro, as Forças Armadas dos EUA afirmaram que tinham 503 soldados na Síria, número muito inferior ao informado hoje.

O porta-voz explicou que a quantidade de militares americanos no país segue uma "tendência de baixa". Recentemente, cerca de 400 fuzileiros navais deixaram a Síria após ajudar as forças locais a reconquistar Al Raqqa, a capital do grupo Estado Islâmico (EI).

O coronel não quis informar se esses 400 fuzileiros navais fazem parte dos 2 mil soldados que estão atuando na Síria.

"São cerca de 2 mil (homens), mais ou menos. Não queremos mostrar nossas capacidades ao inimigo", se limitou a dizer Manning.

Essa quantidade de militares deve ser reduzida nos próximos meses, já que a coalizão liderada pelos EUA para combater o EI no Iraque e na Síria entrou em uma fase de transição. Agora, as tropas da aliança passarão apenas a apoiar as forças locais para evitar o retorno dos jihadistas.

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