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Erdogan diz que Turquia continuará operação na Síria, pactuada com Moscou

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, afirmou nesta segunda-feira que seu país não interromperá sua operação militar lançada no sábado contra as milícias curdas aliadas dos Estados Unidos no norte da Síria e insistiu que esta operação está pactuada com a Rússia.
EFE

"Não vamos retroceder em Afrin. Falamos com os russos e há consenso", disse o político islamita em relação à região do norte da Síria nas mãos das milícias curdas Unidades de Proteção do Povo (YPG), que Ancara considera terroristas e aliadas da guerrilha curda da Turquia, o PKK.


Erdogan voltou a acusar os EUA de armar e apoiar as YPG, aliadas de Washington contra o grupo jihadista Estado Islâmico.

"Não são honestos conosco. Continuaremos o nosso caminho no marco das conversações que mantemos com a Rússia", apontou.

"Queríamos comprar armas (com os EUA). Não nos deram e entregaram as mesmas armas a organizações terroristas. Que tipo de aliança estratégica é essa?", afirmou o presidente da T…

EUA divulgam planos de 'preparação para uma guerra nuclear' da Rússia

Os militares russos planejam expandir e modernizar o seu arsenal de armas nucleares táticas e o desenvolvimento da situação mostra que o país se prepara para uma guerra nuclear, comunicou a The Washington Free Beacon, citando as fontes anônimas de Washington.


Sputnik

A The Washington Free Beacon afirma que o aumento do número de ogivas nucleares de 7 para 8 mil deve ser realizado através do deslocamento de projéteis nucleares de baixa potência da nova geração e serão concluídos até 2026.


Complexo de míssil balístico nuclear intercontinental Topol
Míssil balístico intercontinental Topol © Sputnik/ Aleksandr Kryazhev

Em particular, planeja-se a criação de projéteis nucleares compactos de potência de 10 a 1000 toneladas de TNT, destinados particularmente para serem instalados nos mísseis de cruzeiro e satélites espaciais.

"Tal modernização nuclear parece ameaçadora, porque é ligada com a nova doutrina estratégica de Moscou, que exige a aplicação operativa das armas nucleares durante qualquer conflito comum", indica a edição.

A modernização também afetará várias instalações subterrâneas do comando nuclear, destinadas para proteger os chefes militares e civis em caso de uma guerra nuclear. Neste contexto, a edição lembra sobre tais instalações como o bunker subterrâneo do sistema Perimetr das Forças Estratégicas de Mísseis, que se localiza na área montanhosa da parte norte dos Montes Urais, o bunker Beloretsk-16 da parte sul dos Montes Urais e também os abrigos em Voronovo e Sharapovo que ficam perto de Moscou.

A edição indica que tais iniciativas são realizadas contornando os acordos existentes entre a Rússia e os EUA, principalmente do Tratado INF. O relatório, que agora está pronto e se dedica às armas nucleares russas, será apresentado para o presidente dos EUA, Donald Trump, em janeiro de 2018.


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