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Marinha da Argentina fala sobre localização do submarino ARA San Juan

Embarcação desaparecida há 1 ano foi localizada neste sábado a 907 metros de profundidade. Ainda não há previsão de início dos trabalhos de resgate. 'Não temos meios para resgatar o submarino', diz ministro.
Por G1

A Marinha da Argentina informou neste sábado (17) que o submarino ARA San Juan, que sumiu há 1 ano com 44 tripulantes, foi encontrado a 907 metros de profundidade em uma área de "visibilidade bastante reduzida", e que a embarcação sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma área de 80 a 100 metros. “Isso sugere que a implosão tenha ocorrido muito perto do fundo”, disse.

Segundo a Marinha, as imagens mostram que o casco do submarino permaneceu bastante intacto, apenas com algumas deformações, e que todas as outras partes se desprenderam. A implosão teria ocorrido em razão da pressão externa do mar ter superado …

EUA divulgam planos de 'preparação para uma guerra nuclear' da Rússia

Os militares russos planejam expandir e modernizar o seu arsenal de armas nucleares táticas e o desenvolvimento da situação mostra que o país se prepara para uma guerra nuclear, comunicou a The Washington Free Beacon, citando as fontes anônimas de Washington.


Sputnik

A The Washington Free Beacon afirma que o aumento do número de ogivas nucleares de 7 para 8 mil deve ser realizado através do deslocamento de projéteis nucleares de baixa potência da nova geração e serão concluídos até 2026.


Complexo de míssil balístico nuclear intercontinental Topol
Míssil balístico intercontinental Topol © Sputnik/ Aleksandr Kryazhev

Em particular, planeja-se a criação de projéteis nucleares compactos de potência de 10 a 1000 toneladas de TNT, destinados particularmente para serem instalados nos mísseis de cruzeiro e satélites espaciais.

"Tal modernização nuclear parece ameaçadora, porque é ligada com a nova doutrina estratégica de Moscou, que exige a aplicação operativa das armas nucleares durante qualquer conflito comum", indica a edição.

A modernização também afetará várias instalações subterrâneas do comando nuclear, destinadas para proteger os chefes militares e civis em caso de uma guerra nuclear. Neste contexto, a edição lembra sobre tais instalações como o bunker subterrâneo do sistema Perimetr das Forças Estratégicas de Mísseis, que se localiza na área montanhosa da parte norte dos Montes Urais, o bunker Beloretsk-16 da parte sul dos Montes Urais e também os abrigos em Voronovo e Sharapovo que ficam perto de Moscou.

A edição indica que tais iniciativas são realizadas contornando os acordos existentes entre a Rússia e os EUA, principalmente do Tratado INF. O relatório, que agora está pronto e se dedica às armas nucleares russas, será apresentado para o presidente dos EUA, Donald Trump, em janeiro de 2018.


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