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Oficial do Hezbollah: nossos mísseis podem atingir qualquer ponto de Israel

O Hezbollah é capaz de atingir qualquer ponto em Israel com seus mísseis, disse Sheikh Naim Qassem, secretário-geral adjunto do movimento libanês Hezbollah em entrevista ao jornal iraniano al-Vefagh.
Sputnik

"Não há um único ponto nos territórios ocupados fora do alcance dos mísseis do Hezbollah", disse Qassem.


Segundo o alto funcionário, os mísseis servem para impedir Israel de iniciar outra guerra com o Líbano, expondo a "frente israelense".

Qassem comentou também a guerra na Síria, onde o Hezbollah desempenhou um papel ativo na assistência ao governo sírio contra vários agrupamentos terroristas, incluindo o Daesh e Frente al-Nusra (grupos terroristas proibidos na Rússia). O funcionário elogiou as vitórias alcançadas contra os terroristas, mas criticou os EUA por sua suposta obstrução ao processo de paz.

As tensões entre Tel Aviv e o movimento libanês xiita Hezbollah aumentaram em 4 de dezembro depois que as tropas israelenses lançaram a operação Northern Shield, dest…

EUA e Coreia do Sul realizam maior manobra aérea conjunta

Exercício contará com mais de 230 aviões dos dois países e simulará ataques a instalações nucleares norte-coreanas. Pyongyang critica manobra e diz que Washington e Seul estão sempre "prontos para guerra".


Deutsch Welle

A Coreia do Norte disse neste domingo (03/12) que os Estados Unidos e a Coreia do Sul estão sempre "prontos para guerra", na véspera do maior exercício aéreo conjunto entre americanos e sul-coreanos até ao momento.


Südkorea USA Militärübung Foal Eagle (AFP/Getty Images)
Exercício aéreo conjunto entre Seul e Washington nunca contou com tantas aeronaves

A manobra "Vigilant Ace" tem início nesta segunda-feira e vai durar cinco dias. Ela contará com a participação de mais de 230 aviões dos dois países, incluindo 12 caças com revestimento "invisível" dos EUA (seis F-22 e seis F-35), além de outros seis EA-18G Growler, caças-bombardeiros projetados para a chamada "guerra eletrônica".

Este exercício conjunto acontece pouco tempo depois do lançamento pela Coreia do Norte de um míssil balístico intercontinental, que poderia chegar aos Estados Unidos.

Apesar de a manobra já haver sido planejada antes do míssil lançado pela Coreia do Norte na última quarta-feira, o Pentágono não costuma enviar tantos aviões.

A operação faz parte do acordo firmado em outubro entre Washington e Seul para ampliar a "presença rotacional" de ativos estratégicos americanos na península coreana. O objetivo é pressionar Pyongyang para que o regime de Kim Jong-un volte à mesa de negociações e desista de transformar o país numa potência nuclear.

Durante os exercícios, os aliados simularão ataques contra falsas instalações nucleares norte-coreanas e contra plataformas que seriam usadas por Pyongyang para lançar seus mísseis.

Corrida contra o tempo

Em comunicado divulgado pela agência estatal KCNA, o Ministério de Relações Exteriores da Coreia do Norte condenou duramente o novo exercício militar entre Washington e Seul.

"As manobras são de uma escala e de uma natureza sem precedentes nas simulações de combates e no número de ativos estratégicos americanos envolvidos, incluindo caças F-35 e F-22", afirmou a nota do governo norte-coreano.

"A equipe de Donald Trump está pedindo a gritos por uma guerra nuclear ao realizar uma arriscada aposta na península coreana", completou o comunicado de Pyongyang.

O assessor de Segurança Nacional da presidência americana, H.R. McMaster, disse que a possibilidade de uma guerra com a Coreia do Norte está aumentando. "Eu acho que [a possibilidade de guerra] está aumentando todos os dias, o que significa (...) que estamos numa corrida para resolver o problema", declarou McMaster numa conferência.

"Há maneiras de lidar com esse problema fora de um conflito armado, mas é uma corrida que se aproxima cada vez mais [do seu propósito], não resta muito tempo", sublinhou o assessor de Trump.


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