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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Exército israelense reforça segurança na Cisjordânia após discurso de Trump

O Exército de Israel posicionou "uma série de batalhões" na Cisjordânia após o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como capital de Israel.


EFE

"Após a análise da situação geral, foi decidido que uma série de batalhões reforçará a área de Judeia e Samaria (nomes bíblicos para Cisjordânia), assim como de unidades de combate de inteligência e de defesa territorial", disse à Agência Efe uma porta-voz militar.


EFE/ABIR SULTAN
EFE/ABIR SULTAN

O anúncio do Exército israelense acontece pouco depois de o líder político do Hamas, Ismail Haniya, convocar uma terceira Intifada (revolta), em entrevista coletiva na cidade de Gaza, advertindo que Trump se "arrependeria da sua decisão".

"Convocamos e trabalhamos para o lançamento de uma Intifada contra o inimigo sionista", disse Haniya.

"A decisão americana é uma declaração de guerra, uma agressão ao nosso povo e guerra contra nossos santuários", declarou.

Na Cisjordânia, a tensão aumentou por volta do meio-dia (horário local, 8h de Brasília) com manifestações em diversas cidades em direção as postos de controle militar israelenses.

Em Ramala, cerca de três mil pessoas se reuniram na Praça Almanara e, após os discursos oficiais, se encaminharam para o um posto de controle ao norte da cidade sob o lema "uma bandeira, todos unidos, marchamos para Jerusalém".

No posto controle militar, centenas de jovens, muitos com o rosto coberto com kefiyas (o lenço palestino), atiraram pedras contra os soldados e queimaram pneus.

"Viemos hoje aqui porque não acreditamos que nossos líderes políticos possam fazer nada", disse à Efe Mustafa Birat, de 20 anos, que acrescentou: "Não tivemos aula hoje, Jerusalém é a capital do nosso país e viemos aqui porque não temos outra escolha".

O Crescente Vermelho (serviço de emergência equivalente à Cruz Vermelha) confirmou mais de uma dezena de feridos em confrontos nas cidades palestinas de Qalqilyah e Tulkarm.

Nesta última e na cidade de Nablus, os manifestantes queimaram bandeiras americanas e fotos de Trump.

Também foram registrados distúrbios de baixa intensidade no lado oriental da Cidade Velha de Jerusalém e na cidade cisjordaniana de Hebrom, com protestos que foram dispersados por forças de segurança israelenses.


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