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Área militar do governo brasileiro demonstra desconforto com suspensão de investigação do caso Queiroz

Integrantes da área militar do governo demostraram desconforto com o pedido de suspensão da investigação para apurar movimentações financeiras de Fabricio Queiroz consideradas "atípicas" pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
Por Gerson Camarotti | G1

A avaliação de auxiliares do presidente Jair Bolsonaro é que essa decisão tomada pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), só faz prolongar o desgaste provocado pelo caso.

O ministro Luiz Fux atendeu pedido do deputado estadual e senador eleito Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), de quem Queiroz foi assessor. O Coaf apontou movimentação de R$ 1,2 milhão em uma conta bancária de Queiroz durante um ano sem que houvesse esclarecimento.

Para esses auxiliares, foi uma surpresa a solicitação feita por Flávio Bolsonaro para suspender as investigações.

“Ainda não há uma explicação convincente. Enquanto isso não acontecer, o desgaste desse caso vai continuar. Já está demorando demais”, comentou ao blog um auxilia…

Forças da segurança do Congo matam ao menos 7 pessoas em protestos contra o governo

Forças da segurança da República Democrática do Congo mataram ao menos sete pessoas neste domingo durante protestos contra a recusa do presidente Joseph Kabila em deixar o cargo, de acordo com a política e grupos de direitos humanos.


Por Aaron Ross | Reuters

KINSHASA (Reuters) - Três pessoas foram mortas em discussões com as forças de segurança na capital, Kinshasa, disse o porta-voz da política, Pierrot Mwanamputu.


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Veículo de patrulha em Kinshasa | Junior D. KANNAH / AFP

Ativistas católicos haviam convocado os protestos após a missa deste domingo, um ano após Kabila se comprometer a realizar uma eleição para escolher seu sucessor até o final de 2017 –-uma eleição que agora foi adiada até dezembro de 2018.

O adiamento alimentou suspeitas de que Kabila tentará eliminar limites constitucionais de mandato que o proíbem de concorrer novamente. Isso por sua vez aumentou temores de que o país volte ao tipo de guerra civil que matou milhões na virada do século.

Florence Marchal, porta-voz da missão de paz da ONU no Congo, disse que forças de segurança haviam matado a tiros pelo menos sete pessoas em Kinshasa. Outra pessoas foi morta em um protesto na cidade de Kananga, diss ela, embora a causa da morte ainda não esteja clara.

Observadores da ONU documentaram ao menos 123 prisões no país, acrescentou Marchal.

A polícia proibiu manifestações e disse que todas os encontros de mais de cinco pessoas serão dispersados para garantir ordem pública. Em Kinshasa, a polícia e soldados realizaram buscas em veículos e checaram identidades de passageiros.


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