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Militares norte-americanos acreditam que EUA entrarão em guerra

Quase metade do Exército dos EUA está confiante de que durante o ano de 2019 seu país estará envolvido em um grave conflito armado, de acordo com o Military Times.
Sputnik

Segundo uma pesquisa recente, 46% dos participantes não duvidam que o confronto militar ocorrerá no próximo ano.


A título de comparação, em 2017, apenas 5% dos militares dos EUA esperavam um conflito armado, enquanto 50% descartaram um cenário de guerra e 4% não responderam.

Quanto aos inimigos mais prováveis, os soldados dos EUA mencionaram principalmente a Rússia e a China. Respectivamente, 72% e 69% dos entrevistados escolheram esses dois países.

Além disso, cerca de 57% estão preocupados com a presença de extremistas islâmicos nos Estados Unidos. Em particular, 48% destacaram uma possível ameaça por parte dos grupos terroristas Daesh e Al Qaeda (proibidos na Rússia e em outros países).

Governador do RN transfere controle operacional dos órgãos de segurança para o Exército

Decreto foi publicado no Diário Oficial do Estado deste sábado (30). Exército diz objetivo é centralizar o planejamento das ações na capital e em Mossoró.


Por Igor Jácome | G1 RN


O governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria (PSD), transferiu o controle operacional dos órgãos de Segurança Pública do estado para o general de brigada Ridauto Lúcio Fernandes, comandante da Operação Potiguar III, para "garantia da Lei e da Ordem", que começou nesta sexta-feira (29) na região metropolitana de Natal e Mossoró.

Decreto do governador Robinson Faria transfere controle operacional dos órgãos de segurança do RN para o Exército (Foto: Reprodução)
Decreto do governador Robinson Faria transfere controle operacional dos órgãos de segurança do RN para o Exército (Foto: Reprodução)

O decreto foi publicado no Diário Oficial do Estado deste sábado (30). Com isso, toda a responsabilidade pelas ações das forças estaduais de segurança também passa a ser do Exército. A medida vale até o dia 12 de janeiro.

Apesar da presença do Exército, a capital teve uma noite violenta, com assaltos, roubos e confronto armado entre facções criminosas rivais.

Como argumento para a transferência do controle operacional, o governador considerou a paralisação das atividades dos policiais militares e civis que gerou "insegurança e transtornos à população do Estado".

Procurado pelo G1, o coronel Erland Mota, relações públicas do Exército na Operação Potiguar III, informou que a medida não significa uma suplantação do poder da Secretaria de Estado da Segurança ou do comando das polícias estaduais. "O objetivo é apenas sincronizar as ações, criar um planejamento centralizado", declarou.

Ainda de acordo com o coronel, a decisão está resguardada pela Lei Complementar 97 de 1999, que regulamento o uso das tropas na garantia da lei e da ordem. A primeira reunião entre os órgãos está marcada para a manhã deste sábado.

O envio de dois mil homens ao Rio Grande do Norte foi anunciado nesta sexta (29) pelo ministro da Justiça Raul Jungman. Ainda durante a noite, 720 homens já começaram o patrulhamento na capital potiguar. Os demais devem chegar ao estado ao longo do final de semana.

Protestos

Policiais e bombeiros militares do Rio Grande do Norte estão aquartelados desde a última terça-feira (19). Policiais civis trabalham em regime de plantão desde o dia 20 de dezembro. As categorias reivindicam, além de melhores condições de trabalho, o pagamento dos salários e 13º.

A paralisação das polícias gerou uma onda de crimes em várias cidades do estado. Assaltos, arrombamentos e arrastões se repetem diariamente. Em 10 dias, foram registrados mais de 500 casos somente na Grande Natal.

O governo pagou na sexta-feira os salários de novembro dos servidores que ganham até R$ 4 mil. Segundo o Executivo, foram 86% da folha das polícias foi quitada. Ainda assim, os militares seguem aquartelados. O governo afirmou que vai concluir o pagamento de novembro na primeira semana de janeiro e trabalha para quitar em janeiro o salário de dezembro e o 13º.

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