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Erdogan diz que Turquia continuará operação na Síria, pactuada com Moscou

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, afirmou nesta segunda-feira que seu país não interromperá sua operação militar lançada no sábado contra as milícias curdas aliadas dos Estados Unidos no norte da Síria e insistiu que esta operação está pactuada com a Rússia.
EFE

"Não vamos retroceder em Afrin. Falamos com os russos e há consenso", disse o político islamita em relação à região do norte da Síria nas mãos das milícias curdas Unidades de Proteção do Povo (YPG), que Ancara considera terroristas e aliadas da guerrilha curda da Turquia, o PKK.


Erdogan voltou a acusar os EUA de armar e apoiar as YPG, aliadas de Washington contra o grupo jihadista Estado Islâmico.

"Não são honestos conosco. Continuaremos o nosso caminho no marco das conversações que mantemos com a Rússia", apontou.

"Queríamos comprar armas (com os EUA). Não nos deram e entregaram as mesmas armas a organizações terroristas. Que tipo de aliança estratégica é essa?", afirmou o presidente da T…

Guerra entre EUA e Coreia do Norte em 2018 é um cenário real?

Após as eleições de 2016, o presidente dos EUA Barack Obama avisou o presidente eleito Donald Trump que a Coreia do Norte iria ser o maior desafio para a política externa dele.


Sputnik

O aviso virou presciente. Apesar do fato de Trump, como presidente, ser muito mais aberto a negociações diretas com a Coreia do Norte do que os outros políticos, ele está trocando ameaças e afrontas pessoais com Kim Jong-un em um nível sem precedentes, afirmou o analista Curt Mills no seu artigo para o The National Interest.


Militares norte-coreanos são vistos dentro de um veículo militar durante os festejos para comemorar os 105 anos de nascimento de Kim Jong-il
Militares norte-coreanos em blindado © Sputnik/ Ilia Pitalev

As discussões em Washington, no Congresso e nos departamentos de Defesa e de Estado, especulam que o ano de 2018 pode ser marcado por uma guerra com a Coreia do Norte ou por um ataque tático dos EUA. Todos os indicadores mostram que Trump não aceitará a Coreia do Norte como potência nuclear.

Alguns se mostram céticos com a possibilidade de uma guerra com a Coreia do Norte em 2018.

"A solução militar não existe, esqueçam", comunicou o ex-chefe da Casa Branca Steve Bannon ao jornalista Robert Kuttner, coeditor do The American Prospect. O próprio Kuttner também é cético sobre o assunto.

Entretanto, de acordo com o autor do artigo, existe um relatório informal das fontes dos departamentos de Estado e de Defesa que não são tão otimistas.

De acordo com um consultor anônimo citado pelo o autor, existe a possibilidade de 40% de uma atividade militar dos EUA em 2018.

O analista militar e diretor de pesquisas no domínio da defesa no Centro do The National Interest, Harry Kazianis, opina que existe uma grande causa para preocupações.

"Diria que a possibilidade de haver uma guerra entre os EUA e seus aliados e a Coreia do Norte é um pouco inferior a 50%", afirmou Harry Kazianis, acrescentando que o risco cresce a cada dia.

De acordo com o autor, um ex-responsável oficial do Departamento de Estado anunciou uma percentagem mais elevada para uma guerra em 2018 – 55%.

A publicação aponta também, citando ex-funcionários do Departamento de Estado, que a última decisão do Comitê Olímpico Internacional de banir a Rússia das Olimpíadas na Coreia do Sul pode compelir Moscou a apoiar a Coreia do Norte.


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