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EUA confirmam linha estratégica de 'desmembramento da Síria', diz analista

Os EUA declararam que não querem restaurar as regiões na Síria que estão sob o controle de Damasco. O especialista Vladimir Fitin explica na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik o que busca Washington.
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Os EUA não querem ajudar na reconstrução das regiões na Síria que ficam sob o controle do presidente sírio Bashar Assad, declarou um alto funcionário dos EUA após o primeiro dia do encontro dos ministros das Relações Exteriores do G7.


Em janeiro, o Departamento de Estado dos EUA afirmou que Washington não iria ajudar a Rússia, o Irã e Damasco oficial na restauração do país, enquanto a "transformação política" da Síria não se realizasse. Segundo declarou o assistente adjunto do secretário de Estado dos EUA para o Médio Oriente, David Satterfield, a condição da ajuda é a reforma constitucional e eleições sob os auspícios da ONU.

O analista do Instituto dos Estudos Estratégicos da Rússia, Vladimir Fitin, na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik comentou a decla…

Guerra entre EUA e Coreia do Norte em 2018 é um cenário real?

Após as eleições de 2016, o presidente dos EUA Barack Obama avisou o presidente eleito Donald Trump que a Coreia do Norte iria ser o maior desafio para a política externa dele.


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O aviso virou presciente. Apesar do fato de Trump, como presidente, ser muito mais aberto a negociações diretas com a Coreia do Norte do que os outros políticos, ele está trocando ameaças e afrontas pessoais com Kim Jong-un em um nível sem precedentes, afirmou o analista Curt Mills no seu artigo para o The National Interest.


Militares norte-coreanos são vistos dentro de um veículo militar durante os festejos para comemorar os 105 anos de nascimento de Kim Jong-il
Militares norte-coreanos em blindado © Sputnik/ Ilia Pitalev

As discussões em Washington, no Congresso e nos departamentos de Defesa e de Estado, especulam que o ano de 2018 pode ser marcado por uma guerra com a Coreia do Norte ou por um ataque tático dos EUA. Todos os indicadores mostram que Trump não aceitará a Coreia do Norte como potência nuclear.

Alguns se mostram céticos com a possibilidade de uma guerra com a Coreia do Norte em 2018.

"A solução militar não existe, esqueçam", comunicou o ex-chefe da Casa Branca Steve Bannon ao jornalista Robert Kuttner, coeditor do The American Prospect. O próprio Kuttner também é cético sobre o assunto.

Entretanto, de acordo com o autor do artigo, existe um relatório informal das fontes dos departamentos de Estado e de Defesa que não são tão otimistas.

De acordo com um consultor anônimo citado pelo o autor, existe a possibilidade de 40% de uma atividade militar dos EUA em 2018.

O analista militar e diretor de pesquisas no domínio da defesa no Centro do The National Interest, Harry Kazianis, opina que existe uma grande causa para preocupações.

"Diria que a possibilidade de haver uma guerra entre os EUA e seus aliados e a Coreia do Norte é um pouco inferior a 50%", afirmou Harry Kazianis, acrescentando que o risco cresce a cada dia.

De acordo com o autor, um ex-responsável oficial do Departamento de Estado anunciou uma percentagem mais elevada para uma guerra em 2018 – 55%.

A publicação aponta também, citando ex-funcionários do Departamento de Estado, que a última decisão do Comitê Olímpico Internacional de banir a Rússia das Olimpíadas na Coreia do Sul pode compelir Moscou a apoiar a Coreia do Norte.


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