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Especialista: exército sírio deteve 300 militares franceses de diversas patentes

O presidente Vladimir Putin, em conversa com o presidente sírio Bashar Assad, em Sochi, declarou que, devido ao sucesso da luta antiterrorista das forças sírias e ao início do processo político, as tropas estrangeiras deveriam se retirar do território da Síria.
Sputnik

"A declaração de Vladimir Putin durante seu encontro com Bashar Assad, sobre a necessidade da retirada dos contingentes estrangeiros da Síria, arruína os sonhos dos agressores, que contam com a tentativa de realizar seus objetivos na região através de mercenários criminosos", disse à Sputnik Árabe Akram al Shalli, analista da Gestão Síria de Crise e Guerras Preventivas.

"Nas mãos do exército sírio há oficiais dos serviços de inteligência dos EUA, Grã-Bretanha, países árabes e Israel. Por exemplo, só o número de militares franceses de diversos escalões é de 300 pessoas. Notamos tentativas de exercer pressão sobre o governo sírio, inclusive para libertar os militares estrangeiros presos. Mas esses sonhos não p…

Hamas convoca palestinos a começar amanhã uma terceira Intifada

O chefe político do movimento islamita Hamas, Ismail Haniyeh, convocou nesta quinta-feira os palestinos a começar amanhã uma terceira Intifada, depois do reconhecimento na quarta-feira do presidente americano, Donald Trump, de Jerusalém como capital de Israel.


EFE

"Amanhã, sexta-feira, 8 de dezembro será um dia de ira e o começo de uma nova Intifada chamada 'a libertação de Jerusalém'", disse o líder islamita em entrevista coletiva na Cidade de Gaza. 


O chefe político do movimento islamita Hamas, Ismail Haniyeh. EFE/Mohammed Saber
O chefe político do movimento islamita Hamas, Ismail Haniyeh. EFE/Mohammed Saber

Para Haniyeh, "a decisão de Trump marca o final de uma fase política e significa um ponto de inflexão histórica para a causa palestina".

"Afirmamos que Jerusalém está unida, não é oriental nem ocidental, e vai continuar sendo a capital da Palestina, de toda a Palestina", declarou o dirigente do Hamas, que disse que "Trump se arrependerá da sua decisão".

Segundo o líder islamita, a Autoridade Nacional Palestina (ANP) diante da declaração de Trump "deve sair do túnel de Oslo, que proporcionou à ocupação a legitimidade para existir".

Haniyeh pediu a realização de uma reunião entre todas as partes palestinas para discutir a situação atual e acertar as medidas políticas a serem seguidas diante dos eventos.

"Devemos tomar decisões, formular políticas e desenvolver uma estratégia para nos opor ao novo complô em Jerusalém e na Palestina", declarou o dirigente.

Por outro lado, segundo declarou em entrevista coletiva o primeiro-ministro palestino, Rami Hamdala, que chegou a Gaza hoje pela manhã, "Jerusalém é a capital da Palestina", e segundo ele, este fato é mais importante que qualquer ação ou decisão que se possa tomar a partir dos EUA.

Desde esta declaração de Trump a Organização para a Libertação da Palestina (OLP) rejeitou aceitar os EUA como mediador para o processo de paz.

Hamdala se dirigiu ao presidente americano na entrevista coletiva de hoje declarando que de Gaza, se oporá (à decisão de Trump) com união nacional.

Segundo o primeiro-ministro, "a Palestina voltará às fronteiras de 1967 com Jerusalém como capital".


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