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Mais 2 palestinos morrem após ataque israelense na Faixa de Gaza

Total de mortos chega a 4 após Israel atacar a Faixa de Gaza e atingir militantes do Hamas; confrontos começaram após Donald Trump reconhecer Jerusalém como capital israelense.
Por G1

Mais dois palestinos morreram neste sábado (9) em um ataque aéreo israelense na Faixa de Gaza contra alvos do movimento palestino Hamas. A Defesa de Israel disse que o bombardeio foi uma resposta a um foguete lançado pelo Hamas na sexta-feira. Os confrontos começaram após o presidente norte-americano, Donald Trump, reconhecer Jerusalém como a capital israelense nesta semana.

"Na manhã de sábado, equipes de resgate encontraram os corpos de dois palestinos que morreram em ataques aéreos israelenses na noite passada no norte da Faixa de Gaza", disse o porta-voz Ashraf Al Qedra.

Com essas duas mortes, subiu para quatro o número de palestinos mortos desde a última sexta-feira (8). Já são mais de 300 feridos desde que o grupo islâmico voltou a atacar Israel, após a decisão do governo americano, tomada na…

Hamas convoca palestinos a começar amanhã uma terceira Intifada

O chefe político do movimento islamita Hamas, Ismail Haniyeh, convocou nesta quinta-feira os palestinos a começar amanhã uma terceira Intifada, depois do reconhecimento na quarta-feira do presidente americano, Donald Trump, de Jerusalém como capital de Israel.


EFE

"Amanhã, sexta-feira, 8 de dezembro será um dia de ira e o começo de uma nova Intifada chamada 'a libertação de Jerusalém'", disse o líder islamita em entrevista coletiva na Cidade de Gaza. 


O chefe político do movimento islamita Hamas, Ismail Haniyeh. EFE/Mohammed Saber
O chefe político do movimento islamita Hamas, Ismail Haniyeh. EFE/Mohammed Saber

Para Haniyeh, "a decisão de Trump marca o final de uma fase política e significa um ponto de inflexão histórica para a causa palestina".

"Afirmamos que Jerusalém está unida, não é oriental nem ocidental, e vai continuar sendo a capital da Palestina, de toda a Palestina", declarou o dirigente do Hamas, que disse que "Trump se arrependerá da sua decisão".

Segundo o líder islamita, a Autoridade Nacional Palestina (ANP) diante da declaração de Trump "deve sair do túnel de Oslo, que proporcionou à ocupação a legitimidade para existir".

Haniyeh pediu a realização de uma reunião entre todas as partes palestinas para discutir a situação atual e acertar as medidas políticas a serem seguidas diante dos eventos.

"Devemos tomar decisões, formular políticas e desenvolver uma estratégia para nos opor ao novo complô em Jerusalém e na Palestina", declarou o dirigente.

Por outro lado, segundo declarou em entrevista coletiva o primeiro-ministro palestino, Rami Hamdala, que chegou a Gaza hoje pela manhã, "Jerusalém é a capital da Palestina", e segundo ele, este fato é mais importante que qualquer ação ou decisão que se possa tomar a partir dos EUA.

Desde esta declaração de Trump a Organização para a Libertação da Palestina (OLP) rejeitou aceitar os EUA como mediador para o processo de paz.

Hamdala se dirigiu ao presidente americano na entrevista coletiva de hoje declarando que de Gaza, se oporá (à decisão de Trump) com união nacional.

Segundo o primeiro-ministro, "a Palestina voltará às fronteiras de 1967 com Jerusalém como capital".


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