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EUA: sanções contra Venezuela servem como 'alerta para atores externos, incluindo Rússia'

Na última terça-feira (17), o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, culpou a Rússia e a Venezuela pela crise de refugiados observada no país latino-americano.
Sputnik

O conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, anunciou nesta quarta-feira (17) que os EUA estão impondo uma nova rodada de sanções contra a Venezuela, acrescentando o banco central do país à lista de restrições. 

Segundo o conselheiro de Segurança Nacional, as sanções recém-aplicadas deveriam se tornar um alerta para "todos os atores externos, inclusive a Rússia".

Desde o início da crise política na Venezuela no início deste ano, os EUA impuseram várias rodadas de sanções, visando os setores petrolífero e bancário do país, bem como indivíduos ligados às autoridades do país.

A Venezuela está sofrendo grave crise política desde janeiro. Junto com outros países ocidentais, os EUA apoiam Juan Guaidó, que se proclamou presidente interino da Venezuela. Ao mesmo tempo, Rússia, China e Turquia, entre outros…

Hamas pede que pessoas livres "assediem" embaixadas dos EUA no mundo

O movimento islamita Hamas pediu nesta sexta-feira que o mundo "assedie" as embaixadas dos Estados Unidos no mundo todo em represália ao reconhecimento por parte do presidente Donald Trump de Jerusalém como capital de Israel.


EFE

"Chamamos o povo livre do mundo a assediar as embaixadas dos EUA no mundo todo, até que Trump retire sua declaração", afirmou hoje o vice-chefe do movimento na Cidade de Gaza, Khalil al Hayah.


EFE/Abed Al Hashlamoun
EFE/Abed Al Hashlamoun

"A nossa revolução na Palestina e no exterior não cessará até que retifique sua declaração", insistiu.

Trump anunciou no último dia 6, em discurso televisionado desde a Casa Branca, sua decisão de transferir a Embaixada americana de Tel Aviv a Jerusalém, que foi seguida por protestos na região além da rejeição diplomática de múltiplos países.

"A decisão será confrontada com a unidade e com a luta de nossos jovens contra as forças da ocupação em todos os territórios palestinos", prometeu o dirigente islamita.

Hoje foi convocada uma nova jornada de protestos e ocorreram pequenos confrontos em Jerusalém com a polícia.

Apesar de as manifestações palestinas se repetirem quase diariamente, a intensidade foi menor do que em crises passadas e não se pode dizer que as chamadas a uma Terceira Intifada do líder do Hamas, Ismail Haniya, tenham tomado forma no terreno.

Mesmo assim, o aumento da tensão e os confrontos com as forças de segurança israelenses provocaram dois mortos (em Gaza) e 500 feridos.

Além disso, neste período, milicianos em Gaza lançaram mais de 15 projéteis contra Israel, quatro dos quais foram interceptados, outros oito caíram em solo israelense sem provocar vítimas e um número indeterminado caíram na Faixa de Gaza.

Estes provocaram a resposta de bombardeios do Exército, nos quais dois palestinos morreram.


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