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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Índia-Paquistão: mais de 50 civis mortos em confrontos na Caxemira em 2017

Segundo anúncio feito nesta quinta-feira (28), o número de violações de direitos contra civis aumentou, violando a trégua acordada entre os países desde 2003.


Sputnik

O número de violações do cessar-fogo entre o Paquistão e a Índia na disputa pelo estado de Jammu e Caxemira aumentou visivelmente, em 2017, com mais de 50 civis mortos em confrontos armados ao longo do ano, segundo afirmou nesta quinta-feira (28) o major general Asif Ghafoor, porta-voz das Forças Armadas do Paquistão.


Um aldeão indiano, supostamente ferido por explosivos do Paquistão, recebe tratamento em um hospital em Jammu, Índia, 1 de novembro de 2016
© AP Photo/ Channi Anand

Este ano, "52 civis foram vítimas de 1.813 violações do cessar-fogo, enquanto outros 254 foram feridos", disse Ghafoor em entrevista coletiva.

O porta-voz refutou as afirmações da Índia de que o Paquistão manteve uma presença militar em Caxemira.

"Nós apoiamos e continuaremos a prestar apoio político, diplomático e moral aos irmãos da Caxemira. Você não poderá nos atrair para essas aventuras não profissionais que têm o objetivo de reforçar alegações de suposta interferência da nossa parte nos assuntos da área ocupada da Caxemira", afirmou Ghafoor.

A região de Jammu e Caxemira é disputada entre a Índia e o Paquistão desde o fim do governo britânico em 1947. Após vários conflitos armados, os dois países concordaram em um cessar-fogo em 2003. Desde então, ambos os lados se acusaram repetidamente de violar a trégua, com a contínua instabilidade na região, levando ao surgimento de vários grupos extremistas.


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