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EUA: sanções contra Venezuela servem como 'alerta para atores externos, incluindo Rússia'

Na última terça-feira (17), o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, culpou a Rússia e a Venezuela pela crise de refugiados observada no país latino-americano.
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O conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, anunciou nesta quarta-feira (17) que os EUA estão impondo uma nova rodada de sanções contra a Venezuela, acrescentando o banco central do país à lista de restrições. 

Segundo o conselheiro de Segurança Nacional, as sanções recém-aplicadas deveriam se tornar um alerta para "todos os atores externos, inclusive a Rússia".

Desde o início da crise política na Venezuela no início deste ano, os EUA impuseram várias rodadas de sanções, visando os setores petrolífero e bancário do país, bem como indivíduos ligados às autoridades do país.

A Venezuela está sofrendo grave crise política desde janeiro. Junto com outros países ocidentais, os EUA apoiam Juan Guaidó, que se proclamou presidente interino da Venezuela. Ao mesmo tempo, Rússia, China e Turquia, entre outros…

'Inesperado': estaria a Finlândia espionando tropas russas no norte do país?

As informações obtidas de reportagens da mídia sobre uma agência finlandesa, que supostamente colocou as tropas russas no norte do país sob vigilância, causaram surpresa em Moscou, disse Andrey Krasov, primeiro vice-presidente do Comitê de Defesa da Câmara da Rússia, à Sputnik neste domingo.


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No sábado, o jornal Helsingin Sanomat informou que havia uma agência de inteligência na cidade de Tikkakoski, no centro da Finlândia, que supostamente colocara sob vigilância as tropas russas no território do antigo distrito militar de Leningrado.


Presidente da Finlândia, Sauli Niinisto, e da Rússia, Vladimir Putin
Presidente da Finlândia Sauli Niinisto, e o da Rússia Vladimir Putin © Sputnik/ Alexei Druzhinin

"Nós temos que verificar essa informação, seja ela mesmo verdadeira. De qualquer forma, sempre dissemos que estamos prontos para construir relações amigáveis. Mas não esperamos algo assim dos nossos colegas finlandeses, se a informação for confirmada. Falando francamente, é uma atitude muito inesperada", disse Krasov.

O congressista acrescentou que essa medida só demonstrou que a vigilância das tropas russas estava sendo realizada não só nos Estados-membros da OTAN, mas também nos chamados Estados neutros, incluindo a Finlândia.

"Esta informação nos mostra novamente que há muitas tropas [estrangeiras] em nossas fronteiras", ressaltou Krasov.

Moscou advertiu repetidamente a OTAN contra o acúmulo militar perto de suas fronteiras, dizendo que tal movimento é provocativo e pode levar à desestabilização regional e global.

Em particular, a aliança ocidental tem impulsionado a sua presença militar na Europa Oriental, citando a alegada imigração da Rússia na crise da Ucrânia em 2014. Na sequência da cúpula de julho de 2016, a OTAN anunciou que iria implementar quatro batalhões multinacionais para a Lituânia, Letônia, Estônia e Polônia.


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