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Erdogan diz que Turquia continuará operação na Síria, pactuada com Moscou

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, afirmou nesta segunda-feira que seu país não interromperá sua operação militar lançada no sábado contra as milícias curdas aliadas dos Estados Unidos no norte da Síria e insistiu que esta operação está pactuada com a Rússia.
EFE

"Não vamos retroceder em Afrin. Falamos com os russos e há consenso", disse o político islamita em relação à região do norte da Síria nas mãos das milícias curdas Unidades de Proteção do Povo (YPG), que Ancara considera terroristas e aliadas da guerrilha curda da Turquia, o PKK.


Erdogan voltou a acusar os EUA de armar e apoiar as YPG, aliadas de Washington contra o grupo jihadista Estado Islâmico.

"Não são honestos conosco. Continuaremos o nosso caminho no marco das conversações que mantemos com a Rússia", apontou.

"Queríamos comprar armas (com os EUA). Não nos deram e entregaram as mesmas armas a organizações terroristas. Que tipo de aliança estratégica é essa?", afirmou o presidente da T…

Israel considera Hezbollah ameaça incomparavelmente maior do que Daesh

O movimento libanês Hezbollah é considerado maior ameaça para segurança de Israel, afirma representante do exército israelense, Jonathan Konricus.


Sputnik

O representante acusou Hezbollah, cujos combatentes várias vezes lutaram contra Israel e agora participam da guerra na Síria ao lado de Bashar Assad, de querer tomar posse de armas para minar supremacia de Israel na região.


Membros da Brigada do Hezbollah no Iraque, onde o grupo libanês participa das operações para deter o avanço do Estado Islâmico
Membros do Hezbollah © AFP 2017/ HAIDAR HAMDAN

"Se compararmos as ameaças em termos de inteligência, potencial de mísseis e posição hostil em relação a Israel, teremos Hezbollah aqui [mostrou com braço além da sua altura] e aqui [braço no nível da cintura] Daesh [grupo terrorista, proibido na Rússia]", disse.

Konricus acrescentou que Israel fará todo o possível para impedir que Hezbollah obtenha "armas estratégicas que mudariam regras do jogo". Segundo ele, os combatentes do Hezbollah estão mais interessados em obter mísseis antinavio, antitanque e antimíssil.

Premiê israelense, Benjamin Netanyahu, também tocou no assunto do Hezbollah, falando durante conferência realizada em Jerusalém. Para ele, Hezbollah não duraria nem um dia sem apoio do Irã.

Quanto ao Irã, Netanyahu afirmou que Israel tem que atuar agora contra Teerã. Principalmente, isso diz respeito à presença das forças iranianas na Síria.

Como afirmou o próprio Netanyahu há alguns dias, o Irã está obcecado com ideia de "destruir o Estado judeu" e com sua presença na Síria revela seu objetivo de "erradicar o nosso Estado".


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