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EUA confirmam linha estratégica de 'desmembramento da Síria', diz analista

Os EUA declararam que não querem restaurar as regiões na Síria que estão sob o controle de Damasco. O especialista Vladimir Fitin explica na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik o que busca Washington.
Sputnik

Os EUA não querem ajudar na reconstrução das regiões na Síria que ficam sob o controle do presidente sírio Bashar Assad, declarou um alto funcionário dos EUA após o primeiro dia do encontro dos ministros das Relações Exteriores do G7.


Em janeiro, o Departamento de Estado dos EUA afirmou que Washington não iria ajudar a Rússia, o Irã e Damasco oficial na restauração do país, enquanto a "transformação política" da Síria não se realizasse. Segundo declarou o assistente adjunto do secretário de Estado dos EUA para o Médio Oriente, David Satterfield, a condição da ajuda é a reforma constitucional e eleições sob os auspícios da ONU.

O analista do Instituto dos Estudos Estratégicos da Rússia, Vladimir Fitin, na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik comentou a decla…

Israel considera Hezbollah ameaça incomparavelmente maior do que Daesh

O movimento libanês Hezbollah é considerado maior ameaça para segurança de Israel, afirma representante do exército israelense, Jonathan Konricus.


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O representante acusou Hezbollah, cujos combatentes várias vezes lutaram contra Israel e agora participam da guerra na Síria ao lado de Bashar Assad, de querer tomar posse de armas para minar supremacia de Israel na região.


Membros da Brigada do Hezbollah no Iraque, onde o grupo libanês participa das operações para deter o avanço do Estado Islâmico
Membros do Hezbollah © AFP 2017/ HAIDAR HAMDAN

"Se compararmos as ameaças em termos de inteligência, potencial de mísseis e posição hostil em relação a Israel, teremos Hezbollah aqui [mostrou com braço além da sua altura] e aqui [braço no nível da cintura] Daesh [grupo terrorista, proibido na Rússia]", disse.

Konricus acrescentou que Israel fará todo o possível para impedir que Hezbollah obtenha "armas estratégicas que mudariam regras do jogo". Segundo ele, os combatentes do Hezbollah estão mais interessados em obter mísseis antinavio, antitanque e antimíssil.

Premiê israelense, Benjamin Netanyahu, também tocou no assunto do Hezbollah, falando durante conferência realizada em Jerusalém. Para ele, Hezbollah não duraria nem um dia sem apoio do Irã.

Quanto ao Irã, Netanyahu afirmou que Israel tem que atuar agora contra Teerã. Principalmente, isso diz respeito à presença das forças iranianas na Síria.

Como afirmou o próprio Netanyahu há alguns dias, o Irã está obcecado com ideia de "destruir o Estado judeu" e com sua presença na Síria revela seu objetivo de "erradicar o nosso Estado".


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