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Erdogan diz que Turquia continuará operação na Síria, pactuada com Moscou

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, afirmou nesta segunda-feira que seu país não interromperá sua operação militar lançada no sábado contra as milícias curdas aliadas dos Estados Unidos no norte da Síria e insistiu que esta operação está pactuada com a Rússia.
EFE

"Não vamos retroceder em Afrin. Falamos com os russos e há consenso", disse o político islamita em relação à região do norte da Síria nas mãos das milícias curdas Unidades de Proteção do Povo (YPG), que Ancara considera terroristas e aliadas da guerrilha curda da Turquia, o PKK.


Erdogan voltou a acusar os EUA de armar e apoiar as YPG, aliadas de Washington contra o grupo jihadista Estado Islâmico.

"Não são honestos conosco. Continuaremos o nosso caminho no marco das conversações que mantemos com a Rússia", apontou.

"Queríamos comprar armas (com os EUA). Não nos deram e entregaram as mesmas armas a organizações terroristas. Que tipo de aliança estratégica é essa?", afirmou o presidente da T…

Israel e Palestina: confrontos deixam mais de 100 feridos

Mais de cem pessoas foram feridas durante os confrontos entre soldados de Israel e da Palestina nesta quinta-feira (14). 


Notícias ao Minuto

Os conflitos armados teriam ocorridos durante protestos em regiões da Cisjordânia e da Faixa de Gaza, como forma de contestar a polêmica declaração do presidente Donald Trump, que na quarta-feira (13) reconheceu Jerusalém como capital de Israel.


Israel e Palestina: confrontos deixam mais de 100 feridos: Conflitos teriam ocorrido durante protestos contra a polêmica declaração do presidente Donald Trump, que reconheceu Jerusalém como capital de Israel
Conflitos teriam ocorrido durante protestos contra a polêmica declaração do presidente Donald Trump, que reconheceu Jerusalém como capital de Israel © Reuters

Segundo informações do jornal O Globo, o grupo Hamas foi o responsável por convocar os palestinos a uma nova insurreição contra Israel. Nas manifestações que ocuparam as ruas das cidades de Tul Karm e Qalqilyah, na Cisjordânia, houve pelo menos 14 manifestantes palestinos feridos por inalação de gás e mais dois por tiros de borracha. Outros dois teriam se ferido na Faixa de Gaza nos protestos contra Trump, conta o jornal com base em relatos da imprensa israelense.

Os protestos também foram registrados em Ramallah e Nablus, onde teriam sido queimadas imagens do presidente americano e da bandeira dos Estados Unidos. Para conter a reação inflamada do mundo árabe às declarações de Donald Trump, o Exército de Israel já anunciou o envio de batalhões extra ao território palestina da Cisjordânia. Há ainda a indicação de atuação de outros setores de forças de segurança israelenses caso surjam novos desdobramentos.


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