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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
Sputnik

Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Israel e Palestina: confrontos deixam mais de 100 feridos

Mais de cem pessoas foram feridas durante os confrontos entre soldados de Israel e da Palestina nesta quinta-feira (14). 


Notícias ao Minuto

Os conflitos armados teriam ocorridos durante protestos em regiões da Cisjordânia e da Faixa de Gaza, como forma de contestar a polêmica declaração do presidente Donald Trump, que na quarta-feira (13) reconheceu Jerusalém como capital de Israel.


Israel e Palestina: confrontos deixam mais de 100 feridos: Conflitos teriam ocorrido durante protestos contra a polêmica declaração do presidente Donald Trump, que reconheceu Jerusalém como capital de Israel
Conflitos teriam ocorrido durante protestos contra a polêmica declaração do presidente Donald Trump, que reconheceu Jerusalém como capital de Israel © Reuters

Segundo informações do jornal O Globo, o grupo Hamas foi o responsável por convocar os palestinos a uma nova insurreição contra Israel. Nas manifestações que ocuparam as ruas das cidades de Tul Karm e Qalqilyah, na Cisjordânia, houve pelo menos 14 manifestantes palestinos feridos por inalação de gás e mais dois por tiros de borracha. Outros dois teriam se ferido na Faixa de Gaza nos protestos contra Trump, conta o jornal com base em relatos da imprensa israelense.

Os protestos também foram registrados em Ramallah e Nablus, onde teriam sido queimadas imagens do presidente americano e da bandeira dos Estados Unidos. Para conter a reação inflamada do mundo árabe às declarações de Donald Trump, o Exército de Israel já anunciou o envio de batalhões extra ao território palestina da Cisjordânia. Há ainda a indicação de atuação de outros setores de forças de segurança israelenses caso surjam novos desdobramentos.


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